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Aviso Importante: Não alimente o PIG, seja a mídia

Seja em suas páginas de papel ou na internet, todo dia a mídia corporativa, a tal “grande imprensa”, os jornalões e vejas da vida lhe pedem alguma coisa: querem que você envie uma foto de um acontecimento que presenciou, que dê sua opinião em enquetes, que escreva, que denuncie. Ou seja, que os ajude na pauta ou na cobertura das notícias. Tudo isso de graça.
No entanto, eles não lhe oferecem nada de graça. Você tem que comprar o jornal ou a revista nas bancas ou assiná-los. Tem que pagar ao provedor para ter acesso ao conteúdo online. Se não for assim, eles só lhe oferecem notícia velha, como pão dormido, que na internet não serve nem para embrulhar peixe.
Então, por que colaborar com eles de graça, se lhe cobram por tudo? Se você gosta de notícias, seja a mídia. Crie seu blog (é de graça e é facílimo) e espalhe pela internet suas fotos, suas reportagens e opiniões sobre o que lhe motiva.
Não alimente o PIG, porque, além de utilizarem seu trabalho de graça (e com isso desvalorizarem o mercado dos jornalistas – perguntem aos fotógrafos profissionais sobre isso), eles ganham dinheiro com ele duas vezes: quando cobram pelo conteúdo que conseguiram de graça de você e quando revendem o material para outras agências nacionais e internacionais, sem lhe repassar uma migalhinha sequer.
Não acredita? Repare no que está escrito no contrato que o portal do Globo, por exemplo, pede que seja assinado pelo candidato ao que eles chamam de “Eu repórter”. Todos os que enviam fotos, vídeos ou matérias têm que assiná-lo.
Confira aqui (você já vai ter que fornecer um e-mail válido, pra começar) e depois leia a íntegra do “termo de compromisso”, que vou resumir a seguir.
Primeiro, definem o projeto:
"Eu-Repórter" é a seção de jornalismo participativo do site O Globo, através da qual os leitores interessados, após avaliação editorial, seguindo os critérios da Infoglobo, poderão ter textos, fotografias, ilustrações, áudios e vídeos, de sua autoria, e desde que tenham conteúdo noticioso, publicados no site e em veículos de imprensa da Infoglobo e/ou das demais empresas que compõem as chamadas Organizações Globo.
Aí vem a parte do leão (a deles), onde lhe informam o tamanho do direito que você está cedendo a eles, repito, de graça (os grifos são meus).
3. - Cessão de Direitos - Pelo presente termo, o colaborador devidamente identificado e cadastrado no endereço eletrônico www.oglobo.com.br transfere à Infoglobo, a título gratuito e por prazo indeterminado, os direitos sobre as obras artísticas, fotográficas, audiovisuais e literárias que tenha encaminhado para o Projeto "Eu-Repórter", autorizando a sua utilização e reprodução, total ou parcial, em qualquer mídia ou meio físico, visual ou sonoro, inclusive eletrônico, cabo, fibra ótica, satélite, ondas e quaisquer outros existentes ou que venham a existir [querem ganhar até sobre o que ainda não existe!], e compreendendo, exemplificativamente, as seguintes atividades: publicação, comunicação, reprodução, divulgação (inclusive em seus produtos e campanhas de propaganda e de publicidade), oferta a terceiros (inclusive pela internet), exposição, edição, reedição, emissão, transmissão, retransmissão, comercialização, distribuição, circulação, tradução para qualquer idioma (com ou sem legendas), realização de versões e derivações, restauração, revisão, atualização, adaptação, inclusão em produção audiovisual, radiodifusão sonora e visual, exibição audiovisual e por processo análogo, inclusão em base de dados, armazenamento em computador, microfilmagem e demais formas de armazenamento do gênero.
3.1. O colaborador cede e transfere à Infoglobo, em caráter exclusivo, definitivo, irrevogável, irretratável e sem qualquer ônus, todo e qualquer direito patrimonial de autor relativo ao material encaminhado ao Projeto "Eu-Repórter", para utilização em território nacional e no exterior, concordando com que a obra cuja titularidade declara deter seja utilizada em associação com outros textos, títulos, documentos, gráficos e demais materiais de propriedade da Infoglobo, sendo possível a alteração do formato de textos, por exemplo, desde que inalterado o conteúdo principal.
3.2. O colaborador concorda e aceita que, em decorrência da cessão de direitos patrimoniais em questão, a Infoglobo transmita a terceiros, do seu grupo econômico ou não, os direitos ora cedidos, por cessão ou concessão, total ou parcialmente, de forma gratuita ou onerosa, mas sempre para as finalidades constantes da cláusula 3 supra.
Agora vem a parte mais incrível do contrato. Repare só:
3.3. A exclusividade de que se investe a Infoglobo será oponível mesmo contra o próprio colaborador, que não poderá reproduzir a obra cedida ao Projeto "Eu-Repórter" por qualquer forma ou a qualquer título, notadamente publicá-las, fornecê-las e comercializá-las a terceiros, a não ser para fins particulares e de caráter não econômico.
Você perde até o direito de publicar aquilo que originalmente era seu, e que deixou de ser, e, portanto, você poderá ter até que pagar para ter acesso a ele.
Queria que advogados esclarecessem: se isso não é roubo, é o quê?
Não vale dizer que não é roubo porque o sujeito concorda com o contrato quando o assina. A maioria das pessoas não o lê, às vezes até por dificuldade de leitura, deficiência de educação escolar, e assina apenas para ter sua foto exibida no jornal ou no portal. Não seria, pelos menos, abuso da boa fé das pessoas?
Portanto, meu caro, use como lema aquele anúncio dos zoos: não alimente os animais, no caso, o PIG. Seja a mídia, ou então colabore com aqueles que distribuirão seu material da mesma forma que o receberam: gratuitamente e com o crédito de sua autoria.


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Ibest: Mesmo remando contra a maré e criticando o IG estamos com 7% dos votos

Mesmo com a campanha que fizemos contra o IG, mesmo com a defesa intransigente por mais transparência na transação BrT-Oi, com a crítica ao modo como foi feita a demissão do jornalista Paulo Henrique Amorim, ainda assim nosso blog continua ali entre os primeiros, na categoria Blog/Política. Já estamos com 7% dos votos.

Se você ainda não votou que tal fazer isso agora? É só clicar aqui e votar no Blog do Mello no Ibest. Aproveite para votar também em sites e blogs afins.

Dê seu voto aos blogs e sites que freqüenta: é grátis, você só gasta um pouquinho de seu tempo e aumenta a visibilidade dos indicados.

O legal do Ibest é que a escolha é feita pelos leitores. E, aí, blogs de grandes portais e até de partidos políticos estão levando uma coça dos independentes, como este.

Choram demos e tucanos, com seus blogs lá atrás. Choram grandes portais. E o culpado desse choro é você, que vota na gente. Obrigado.

Para votar no Blog do Mello no Ibest clique aqui

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Ibest, o Blog do Mello e um leitor indignado

Um leitor, que preferiu se manter anônimo, escreveu o seguinte, na área de comentários da postagem em que anunciei que voltava a participar do Ibest:

Que grande hipocrisia. Ontem o IG era o grande malvado, hoje tem um selo do Ibest no blog. Isso não tem lógica, não é coerente. Quando o Azenha, o Mino e o PHA falaram que estavam saindo do Ibest foram lá e sairam. Pronto!
Agora, por favor, esbravejar contra o IG, tirar o selo do blog e pouco tempo depois dar pra trás.. aí é muita hipocrisia. A mesma atitude da imprensa golpista.

Respondo:

Anônimo (custa bolar um nome qualquer?...),

nem o Azenha, nem o Mino nem o PHA saíram do prêmio. Sabe por quê?

Porque o Ibest é um prêmio dos leitores, eles indicam, eles votam.

Minha crítica ao IG continua, mas eu não poderia perguntar aos leitores do blog (que votaram no Ibest) se o blog deveria participar ou não do prêmio e depois desrespeitar a opinião deles. Que em sua grande maioria opinou pela permanência do blog na disputa.

Minha crítica ao IG continuará a ser feita. E não há hipocrisia alguma em criticar o IG e participar do Ibest.

Mantenho meus dois neurônios - tico e teco - em funcionamento. Penso com minha cabeça e me guio por ela.

Tomei uma atitude. Leitores em seus comentários nas postagens - e amigos e outros blogueiros, via e-mail - me mostraram um outro lado da questão.

O Ibest é auditado por uma empresa de renome internacional. Os concorrentes são indicados e votados pelos leitores.

Por que eu deveria jogar a criança fora, junto com a água suja da bacia?

O que o IG fez foi uma IGnomínia. Mas eu não posso jogar fora um trabalho que desenvolvo há três anos (completos no próximo dia 1°) e que – com muita honra para mim – está tendo uma recepção maior até do que eu esperava no Ibest.

Talvez o Blog do Mello seja o único entre os concorrentes que a) não pertença a um portal, um grupo de comunicação, um partido político; b) seja escrito unicamente por uma pessoa; e c) não tenha nenhum tipo de propaganda – nem o Google Adsense coloquei no Blog, o que me renderia uns caraminguás.

Isso não significa que eu seja melhor nem pior – apenas, como minha escola de samba do coração (Salgueiro), diferente.

Escrevo com a mesma motivação, desde a primeira postagem, quando ninguém me lia, até hoje. São mais de duas mil delas.

Não levo o Ibest tão a sério. É só um prêmio, uma forma de divulgação. Mas a crítica ao IG, sim. E ela continuará a ser feita aqui.

Tenho bastante estrada para entender os versos de Drummond, que dizia que o amor é assim: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo, e segunda-feira ninguém sabe o que será...

Pois depois de amanhã é domingo.

Você não está satisfeito. Outros estarão.

Segunda-feira a gente nunca sabe o que vai ser...

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Os pitboys e os pitblogs

Os cinco pitboys que agrediram barbaramente a empregada doméstica Sirley Dias de Carvalho Pinto chocaram e indignaram o país. Da mesma maneira que chocaram e indignaram o país os jovens que há 10 anos incendiaram o índio Galdino, em Brasília.

São semelhantes até nas justificativas. Os de hoje, alegam que pensavam que Sirley fosse uma prostituta. Os de Brasília alegaram que pensavam que o índio fosse um mendigo. Como se agredir – ou mesmo matar – um mendigo ou uma prostituta não fosse igualmente crime.

Na internet Brasil também temos a contrapartida dos pitboys: são os pitblogs. Em comum, a violência gratuita dos ressentidos. Eles têm absoluto desprezo pelos que lhes são diferentes. Se uns socam e chutam, os outros agridem verbalmente.

É fácil identificar os pitblogs. Seus responsáveis se acham donos da verdade. Não abrem espaço para o contraditório, e cultivam nos comentários uma legião de seguidores (em geral, indignados úteis) que aplaudem e imploram por sua agressividade, numa relação sadomasoquista.

Os mendigos e prostitutas dos pitblogs são os petistas, os lulistas e agora também os chavistas.

O que os ataca é uma doença infantil, o sentimento de onipotência de uma criança de cinco anos. Quando acontece um crime como o de agora, contra a empregada Sirley, os pitboys se dão conta de que não podem tudo, e se apavoram.

Já os pitblogs se escandalizam com a violência dos pitboys (embora seus blogs preguem a violência e sejam tão violentos quanto) e acham que os pitboys só agiram assim, porque não levaram umas boas porradas dos pais...

Pitblogs e pitboys podem até não freqüentar os mesmos ambientes. Mas agem na mesma freqüência. São como a Inquisição e a fogueira.

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Web em guerra na Venezuela

Venezuela está sob intenso ataque. A guerra midiática chegou com a corda toda à internet, e o site Akamai, especializado em estatística web, aponta o país como aquele em que ocorre o maior número de ataques em todo o mundo.

Na Venezuela ocorreram 697 ataques em 24 horas. É muito grande a diferença para o segundo lugar, a Tailândia, com 260. Depois vem a China, com 137. Na América Latina, o Brasil tem 57, a Colômbia, 52, e o México, 29.

O blog de Luigino Bracci Roa, um dos mais populares da internet na Venezuela, foi crackeado e teve todas as suas postagens apagadas. Todos os mais de 450 vídeos postados por Lubrio – como é conhecido – também foram deletados do Youtube.

Sobre o ataque, vale ler uma postagem de Okrim Al Qasal, ¡Respalden sus blogs! ¡Respaldemos los de todos! , de onde retiro este trecho(os destaques são do próprio Okrim):

La acción de atacar la página donde un individuo se expresa de manera libre es un atentado contra toda la comunidad bloguera: sea un blog revolucionario o no, tanto si habla de carros como si lo hace de literatura, de viajes o de cocina, atacar un blog y borrar todo su contenido es algo que no defenderé NUNCA sea el atacante o el atacado de la ideología que sea. Si yo tuviera acceso y la posibilidad de eliminar blogs cuyas posiciones no comparto, como los de, por ejemplo, Kareta o Luis, jamás se me pasaría por la mente llevar a cabo ese acto tan mezquino, cobarde y despreciable, que deja bien en claro la catadura moral de quien lo perpetró. Como bloguero, sé lo que cuesta mantener estas bitácoras, y el esfuerzo que le dedican todos y cada uno de los miembros de la comunidad de blogs venezolana y mundial a sus "criaturas".
Junto con el blog de Lubrio, también fueron borradas todas las entradas de
Blogueros Socialistas de Venezuela, blog al que pertenecíamos ambos (junto con otra casi veintena de colaboradores). Su impulsor, Carlchucho, ya ha empezado a reconstruirlo, "a pesar de la canalla", como él mismo expone.
Quienes vomitaron este ataque de odio no se dan cuenta (o no les importa) lo que significa la dinámica bloguera, puesto que, al borrar las entradas de Luigino, también borraron los comentarios de otros usuarios de la comunidad bloguera y de Internet. Muchos de esos comentarios, además, contrarios a lo expresado por Luigino, rebatiendo algunas veces de manera razonada, otras más con corazón que con cabeza, y finalmente otras insultando y amenazando. Los promotores del acto troglodita, en su afán por ocultar las opiniones vertidas por Luigino en su blog, también eliminaron los argumentos que combatían esas mismas opiniones.
Un acto de intolerancia que afecta a toda la comunidad bloguera, ya que quienes participamos en la misma, tenemos todos las mismas oportunidades, y desde nuestras diferencias compartimos un mismo espacio; un ataque de esta índole debiera ser condenado por cada bloguero y bloguera que tenga noticia del mismo, puesto que como comunidad que somos nos afecta a todos por igual.

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Vovó hippie comemora no Iraque o décimo aniversário da criação dos blogs

Para quem não sabe, neste mês de abril comemora-se o décimo aniversário dos blogs. É longa a discussão sobre quem teria sido o primeiro blogueiro, mas não se discute que abril de 1997 foi o mês do blog.

Para comemorar, o jornal espanhol El Pais traz uma reportagem divertidíssima contando a história de uma avó hippie, da Califórnia, que se mandou para Bagdá e dá frente de batalha manda postagens contra a guerra e contra Bush.

Para conseguir dinheiro para a passagem, Jane Stillwater, de 64 anos, ficou mais de um ano comendo apenas sanduíches.

Pra lá de Bagdá, ela manda seu recado:

"Estou cansada de estar no Iraque. Estou cansada de enfrentar a tragédia aqui, dia após dia. Este país tem problemas. Este país está fodido"

O blog de Jane Stillwater, direto de Bagdá, está neste link.

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Aos que copiam postagens deste blog

É livre a reprodução das postagens deste blog, desde que a fonte seja citada, com link para a postagem original. Este link está localizado no pé da postagem, onde é informado o horário em que ela foi feita.

Outra coisa: A reprodução só é livre no meio digital. Para impressão é necessária autorização do autor.

O que não pode é fazer como alguns que copiam postagens inteiras, não citam de onde foram retiradas e ainda se passam por seus autores.

Na época da campanha houve um blog do Pará que era uma clonagem do meu, apenas com visual e o nome do autor (hahaha) diferentes. Sacanagem.

Há um jovem blogueiro da Paraíba, que é bom blogueiro, mas andou com essa mania também. Copiou algumas coisas minhas e copiava geral o Blog do Alon. Parece que agora parou. O blog dele ganhou muito com isso (ele certamente sabe de quem estou falando).

Mudei o visual do blog, que não tem mais as margens listradas, porque ele estava tornando impossível a cópia para os que utilizam o Internet Explorer. Vários deles reclamaram disso, via e-mail, achando que era proposital. Alguns foram até desaforados - entre esses, especialmente sulistas: paranaenses e um gaúcho. Calma, pessoal.

Agora, com o novo visual, já é possível o Copiar e Colar também no IE. Mas, um conselho: mudem de navegador. Experimentem o Firefox. É ótimo, mais seguro e tem as extensões e os temas... É o que eu uso. Vale a pena.

Entenda o que é Web 2.0

Vi a dica deste vídeo no Blog do Gravatá, que o indicava no Br Point. Mas ele está hospedado onde quase sempre tudo está, no Youtube. Vale a pena assistir.


A Imprensa pede socorro

Não é só a grande imprensa que está sendo afetada pelas novas mídias, especialmente pelos sites e blogs de notícias na internet. A imprensa de esquerda, alternativa, sofre ainda mais. É o que afirma o diretor do Le Monde Diplomatique, Ignacio Ramonet, em artigo publicado em sua edição mais recente.

Nele, Ramonet elogia a pluralidade de ofertas que a internet coloca à disposição da população mundial, mas critica a concentração que já está acontecendo, com blogs e sites sendo adquiridos pelos grupos de comunicação mais poderosos.

A situação está tão difícil para o Diplô, que Ramonet termina seu artigo conclamando os leitores a assinarem o jornal para garantirem a continuidade de sua publicação.

"Assinar o jornal, no momento em que denunciamos uma guerra midiática assimétrica frente aos gigantes da comunicação, constitui ao mesmo tempo um ato de resistência e a melhor maneira de nos manifestar apoio. É também um compromisso em prol da imprensa livre, da pluralidade de idéias e do jornalismo realmente independente. É, enfim, a resposta mais eficaz contra a ameaça da informação única."