Mostrando postagens com marcador mídia corporativa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mídia corporativa. Mostrar todas as postagens

Discurso de Robert De Niro contra Trump alerta sobre perigos no Brasil

O super premiado ator Robert De Niro resolveu fazer um  pronunciamento público diante da ameaça que representa uma possível reeleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Ameaça não apenas aos Estados Unidos, mas ao mundo e à vida no planeta.

Trump é um negacionista e um narcisista que é capaz de qualquer coisa para chamar atenção e fazer valer seus desejos. Não admite ser contrariado e tem uma visão particular do que seja realidade: é sempre aquilo que atende a seus interesses. O que não for assim, deve ser destruído.

Foi assim quando se recusou a aceitar a derrota para Biden em 2020 e insuflou seus apoiadores à invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021 para que não permitissem a posse do presidente eleito. Semelhante ao nosso 8 de janeiro aqui.

Robert De Niro, milionário graças a seu trabalho como um ator genial de filmes inesquecíveis, decidiu que aos 80 anos de idade deveria sair do conforto a que poderia estar recolhido para expor ao público o perigo que representa gente como Donald Trump e a extrema direita que o apoia.

Para nós brasileiros, as palavras de De Niro sobre Trump soam estranhamente familiares. Se trocarmos o nome de Trump pelo de Bolsonaro, o discurso segue válido palavra a palavra, exceto pelo poder de destruição do planeta — recurso só disponível a quem possua armamentos nucleares, como os Estados Unidos.

Aqui no Brasil a mídia corporativa mandou às favas a moderação e partiu para guerra aberta ao governo do presidente Lula, para uma tentativa de passada de pano na História apoiando agora até em editoriais a candidatura de um Bolsonaro de sapatênis — o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas.

Mas não tenham dúvidas: não hesitarão em lançar mão de nova candidatura do próprio Inelegível, caso a opção com sapatênis não decole.

Nossa mídia vocaliza o mercado financeiro, de que é não apenas porta-voz mas ativa participante, sendo que o dono da Folha hoje é mais conhecido por ser banqueiro do que jornalista — o que se reflete diretamente na linha editorial do jornal.

Pesquisas mostram a desaprovação do governo Lula pelo mercado financeiro, mesmo diante de todas as concessões do ministro Haddad à banca. Isso acontece graças aos "gastos" (como eles chamam) com programas sociais, com a melhoria do salário mínimo, ou qualquer coisa que não seja garantir ganhos financeiros sempre e cada vez maiores.

Como eles não precisam de governo e, em última instância, do país, preferem um presidente que ceda tudo ao mercado financeiro, como o de Bolsonaro, mesmo que mate de fome a população, destrua Pantanal, Cerrado e Amazônia, queimem matas, sequem rios.

Temos que fazer como De Niro: denunciar e dizer que não permitiremos, que desejamos a punição de todos os criminosos. Sem anistia. 

Ou, como alerta o ator:

"Nós não queremos acordar depois da eleição dizendo: o quê, de novo?! Meu Deus, o que diabos fizemos?! Nós não podemos permitir que isso aconteça novamente."

Definitivamente: Nós não podemos permitir que isso aconteça novamente.




Contribua com o blog que está com você há 19 anos
PIX: blogdomello@gmail.com






Em 3 páginas na edição de domingo, Globo apresenta seu anti-Lula para 2026

Na edição deste domingo, o jornal O Globo, braço impresso do grupo Globo, publica mais um perfil na sua série denominada "Persona".

"Persona", segundo o próprio Globo, "é uma série de perfis mensais feitos por colunistas, editores e principais repórteres do Globo com as mais relevantes figuras da República". 

O nome diz muito sobre a série. Persona, na teoria junguiana, é a personalidade que a pessoa apresenta em público, que pode ser totalmente diferente de sua personalidade verdadeira. 

Seria esse o perfil que se busca numa entrevista para "traçar perfil", o verniz, a máscara, a persona? Não seria, por outro lado, mostrar o que se esconde por trás da "persona"?

No mundo corporativo também se usa a palavra"persona". Ela é aquele consumidor padrão, aquele que é o foco a quem deve ser direcionada a campanha. Cria-se uma "persona" para sintetizá-lo e enxergá-lo como uma pessoa. Por exemplo: Dona Maria, casada, 3 filhos, moradora em tal bairro, renda mensal X, etc.", e criam-se anúncios e projetos de vendas e até produtos direcionadas a essa "persona".

Mais uma vez, "persona" não é uma pessoa real. Ela é, no caso do mundo corporativo, idealizada; no caso do mundo político, forjada.

Pois é essa "Persona" que O Globo apresenta em três páginas e oito fotos escritas por Bela Megale: 

"Tarcísio de Freitas. Equilíbrio entre radicais e instituições mobiliza o governador preferido da direita para voo em 2026."

Já havíamos comentado aqui que a Globo tem pré-candidato para 2026: Tarcísio. O perfil em grande estilo no domingo, dia de maior comercialização de jornais, confirma o nome do pré-candidato da Globo e da mídia.

O perfil mostra a "persona" como grande negociadora, que convive em harmonia com opostos como Jair Bolsonaro e Alexandre de Moraes.

Fala de Tarcísio numa conversa descontraída com o ministro Alexandre na época do comício de Bolsonaro na Paulista em fevereiro, que ele teria tornado possível com habilidade:

Tarcísio deu sua palavra a Moraes, ao decano Gilmar Mendes e ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso, de que tudo correria “sob controle” na Paulista. Teve que levar o recado para o outro lado de que, se houvesse ataques ao tribunal, os ministros não hesitariam e seriam obrigados a responder.

Na verdade, enxugando a "persona", Tarcísio serviu de mensageiro de Bolsonaro para tranquilizar o STF e tornar possível a manifestação.

Assim como cedeu ao bolsonarismo raiz na montagem de seu governo:

Para a secretaria de Segurança, escolheu um perfil ‘linha-dura’: o capitão da Polícia Militar e deputado federal Guilherme Derrite. Ex-comandante da Rota, atraiu milhões de seguidores nas redes sociais com falas controversas sobre mortes de bandidos nas operações policiais. Em uma delas, defendeu que “é vergonhoso” para um policial não ter ao menos “três ocorrências” por homicídio no currículo. Para a secretaria da Mulher colocou a vereadora Sonaira Fernandes, que já postou na internet mensagens classificando o feminismo como “a sucursal do inferno” ou “ideologia imunda que mata mais que guerras e doenças”.

Em relação aos assassinatos em série cometidos por policiais na Baixada Santista, Tarcísio declarou na época sobre a possibilidade de ser denunciado internacionalmente:

"Pode ir na ONU, na Liga da Justiça, no raio que o parta, que eu não tô nem aí".

Nesse episódio, a persona saiu de controle e deixou antever sua personalidade real. 

A repórter comenta o episódio assim:

Em conversas reservadas, contudo, Tarcísio faz um mea-culpa. Admite que errou ao afirmar que não estava “nem aí”. Pressionado, também tem tentado mostrar que não é omisso aos abusos cometidos pela polícia, que ele costuma classificar como “erros de procedimento” que tiram a razão da corporação. Neste mês, condenou publicamente a ação do PM que agrediu uma mulher no metrô, em São Paulo, e o afastou. Também determinou o afastamento de policiais que agrediram um cadeirante em uma operação no início de abril, em Piracicaba (SP). O governador não verbalizou em público sua irritação, mas, nos bastidores, descreveu a ação policial como “horrorosa”.

A repórter não conseguiu uma mísera declaração dele sobre o tema. O que acha das mortes? Preferiu off, conversas reservadas com amigos falando sobre a "persona". O homem que não estava "nem aí" para a violência, de repente vira um legalista.  Mas na real, o que ele disse à repórter:

O governador avalia que há uma “romantização” por parte da imprensa e da população sobre o enfrentamento ao crime organizado. Chega a dizer que bandidos, muitas vezes, ganham o rótulo de “preto, pobre e trabalhador” apenas depois de serem mortos.

Ou seja... quando se defende tratamento humanitário estamos "romantizando"...

Mais adiante, chegam ao ponto central, que motivou a entrevista: as eleições de 2026.

Fala-se sobre a pesquisa feita entre bolsonaristas que mostra que Tarcísio tem a preferência deles disparado: 61%. 

Mas, como todo pré-candidato, ele diz que não o é, e apela à modéstia: "Um cavalo selado não passa duas vezes". A repórter vai aos amigos: 

Aliados e integrantes do governo descrevem o “cavalo selado” possível em três cenários: um pedido explícito de Bolsonaro para que o pupilo concorra, Lula fora da disputa ou com grande reprovação nas pesquisas, fruto de uma economia indo de mal a pior e sem perspectiva de melhora.

Aqui, a "persona" deixa vir à tona a personalidade:

Hoje, Tarcísio avalia que a economia perderá fôlego até 2025, sem chances de recuperação. Considera o Lula 3 mais parecido com a era Dilma do que com os governos anteriores do petista.
Em outras palavras: é candidatíssimo. Com bolsonaristas e a mídia em peso a seu lado, porque ele é um Bolsonaro de sapatênis — o que significa que pode ser bem pior do que Bolsonaro, se é que isso é possível.

Mas é a aposta da mídia, que é absolutamente contrária a um governo popular, que priorize especialmente o mais pobre e não o mercado financeiro.





Contribua com o blog que está com você há 19 anos
PIX: blogdomello@gmail.com






Petrobras tem valor recorde com Lula. Por que a mídia fala em crise?

A mídia corporativa, porta-voz dos interesses do mercado financeiro, vem tentando colar a palavra "crise" na Petrobras e no governo, mesmo após a empresa alcançar um recorde de seu valor histórico no governo do presidente Lula, em 19 de fevereiro de 2024: R$ 567 bilhões.

Quando Lula assumiu, em janeiro de 2023, a Petrobras era avaliada em R$ 345,9 bilhões. Ou seja, o governo Lula aumentou o valor da Petrobras em um ano em R$ 221,1 bilhões.

Foi quando saiu a decisão da Petrobras que contrariou o mercado financeiro: a empresa decidiu não distribuir dividendos extraordinários referentes ao lucro, optando pelo pagamento mínimo.

O objetivo da Petrobras era usar o lucro para reinvestir na empresa, mas o mercado financeiro não gostou, porque isso mexia no seu bolso. E ocorreram dois movimentos de queda nas ações:

  • 28 de fevereiro – queda de R$ 30 bilhões em valor de mercado depois do presidente da companhia, Jean Paul Prates, pregar “cautela” na distribuição de dividendos;
  • 8 de marçoqueda de R$ 55,3 bilhões depois de o Conselho de Administração da Petrobras decidir não distribuir dividendos extraordinários referentes ao lucro de 2024, optando pelo pagamento mínimo. [Poder 360]

Começou então o ataque da mídia à decisão da Petrobras e por extensão ao governo Lula, de que eles estariam prejudicando a empresa. 

Mentira. Na verdade, a Petrobras vai muito bem, obrigado. Os acionistas é que estavam chiando porque queriam botar a mão no dinheiro e não que ele fosse investido na empresa.

 


De lá para cá, foram ataques diários, com um show de "informações em off" falando na crise da Petrobras, na troca do presidente da empresa, no bate cabeça entre ministros.

Hoje, o presidente Lula tem uma reunião com o ministro Haddad para tratar, entre outros assuntos, do caso Petrobras. Um caso de sucesso transformado em crise porque acionistas tiveram seus desejos contrariados.

Qualquer que seja o resultado da reunião, a mídia comemora ter conseguido mais um desgaste do governo.

Detalhe: a Petrobras tem no dia de hoje o valor de mercado de R$ 504,94 bilhões. R$ 159,04 bilhões a mais do que valia quando Bolsonaro saiu do governo.

E vai continuar a crescer porque a "crise" é artificial, criada por acionistas contrariados e pela mídia que os vocaliza.

Contribua com o blog que está com você há 19 anos






Lula sob ataque. Jornais de Israel mostram que jornalismo brasileiro é de guerra contra Lula

Desde que o presidente Lula recebeu os últimos brasileiros que estavam em Gaza e deu suas declarações criticando o Hamas e ao mesmo o governo de Israel, principalmente o assassinato de crianças pelas Forças Armadas israelenses, a mídia brasileira em peso atacou e continua a atacar o presidente. 

No mínimo dizem que ele cometeu uma gafe diplomática. Outros, que ele fez uma ofensa irreparável a Israel ao comparar um estado democrático a um grupo terrorista.

E os jornais de Israel? Como viram as palavras de Lula?

Pelo menos os que publicam em inglês não deram sequer uma nota sobre o assunto, não o considerando nem ao menos relevante. Ou noticiaram a chegada e a recepção de Lula assim:

 

Haaretz


Lula do Brasil dá as boas-vindas a cidadãos resgatados de Gaza e condena 'violência desumana'

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu na segunda-feira 32 cidadãos que seu governo conseguiu resgatar da Faixa de Gaza esta semana após um mês de negociações, recebendo-os na Base Aérea de Brasília após um voo de quase um dia.

Os brasileiros cruzaram no domingo a fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito, e foram levados ao Cairo, onde embarcaram esta manhã em um avião presidencial da Embraer, emprestado por Lula, e viajaram para o Brasil via Las Palmas, na Espanha.

Lula cumprimentou os passageiros com abraços e beijos após sua chegada na noite de segunda-feira, oferecendo seu apoio aos brasileiros que ainda estão na Faixa de Gaza ou que chegam da Faixa de Gaza e condenando o assassinato de civis em Gaza.

“Nunca vi uma violência tão brutal e desumana contra pessoas inocentes”, disse Lula num breve discurso na pista.

O voo foi o décimo de uma operação lançada pelo país sul-americano no mês passado para repatriar cidadãos em Israel, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, após o início de uma guerra na região no mês passado.

O voo de segunda-feira eleva o total de resgatados para 1.477 pessoas, incluindo três bolivianos, 11 palestinos e um cidadão jordaniano, além de 53 animais de estimação.

 

Times of Israel


Presidente do Brasil afirma que a resposta israelense ao 7 de outubro é “tão grave” quanto as atrocidades do Hamas

O presidente do Brasil acusa Israel de “matar pessoas inocentes sem qualquer critério” na Faixa de Gaza, considerando as suas ações ali “tão graves” como os ataques de 7 de outubro do grupo terrorista palestino Hamas.

“Depois do ato de terrorismo provocado pelo Hamas, as consequências, a solução do Estado de Israel, são tão graves como as do Hamas. Estão matando inocentes sem nenhum critério”, disse Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia oficial em Brasília.

O líder do maior país da América Latina também acusa Israel de “lançar bombas onde há crianças, hospitais, sob o pretexto de que ali está um terrorista”.

“Isso é inexplicável. Primeiro você tem que salvar as mulheres e as crianças, depois você briga com quem você quiser”, diz Lula.

Representantes da comunidade judaica do Brasil denunciam estas observações como “errôneas”, “injustas” e “perigosas”, acrescentando que “colocam Israel e o Hamas no mesmo nível”.

Defendem os esforços “visíveis e comprovados” das autoridades israelitas “para salvar os civis palestinos”.

“Nossa comunidade espera equilíbrio de nossas autoridades”, acrescenta em comunicado a Confederação Israelita do Brasil, que afirma representar cerca de 120 mil judeus brasileiros, a segunda maior comunidade da região.


* * * * * 

Compare com a quase histeria da cobertura de nossa mídia. Muito mais realista que o rei, o que mostra que o que praticam é jornalismo de guerra contra Lula.

Assine e apoie o blog que resiste há 18 anos, direto do Rio remando contra a maré.





Fim do Nocaute e do Conversa Afiada acende luz amarela para a mídia alternativa e seus leitores


O fim no mesmo dia 31 de julho de dois excelentes veículos de comunicação fora da mídia corporativa o Nocaute, do jornalista Fernando Morais, e o Conversa Afiada, do PHA e sua equipe , acendeu um sinal de alerta para a comunicação alternativa às corporações e principalmente a seus leitores.

Não é possível que um contingente de cidadãos críticos à informação divulgada pela Globo e seus irmãos de mídia, cidadãos que elegeram por quatro vezes governos comprometidos com a cidadania e o povo brasileiro, que levaram Haddad ao segundo turno, contra essa mesma mídia corporativa, um judiciário cooptado e o capital, deixe morrer à míngua os veículos alternativos que lhes dão uma outra visão sobre os acontecimento do Brasil e do mundo.

Se um escritor mundialmente conhecido como Fernando Morais, com um batalhão de livros de leitura fundamental, como Olga, A ilha, Chatô, Os Últimos Soldados da Guerra Fria, não consegue manter o seu Nocaute, imagine nosotros.

Já comentei com leitores que me perguntam sobre isso, que se todos os que leem o Blog do Mello há 15 anos em suas várias plataformas assinassem o blog (R$ 10), eu viveria folgadamente dele. Até se a metade disso o fizesse. E poderia inclusive enriquecer o blog com vídeos, entrevistas, coisas que demandam produção, e com os quais não me comprometo, porque me arrisco a ficar devendo às pessoas.

Mas é difícil, as pessoas acham sempre que sua contribuição não importa, que outros dão, etc., e quando percebem perdem dois veículos de comunicação de uma vez, como agora.

Assim como nas eleições cada voto importa, na batalha da comunicação alternativa vale cada contribuição: com uma assinatura, doação ou, para quem estiver duraço (a crise já estava braba e piorou com a pandemia), com a divulgação dos blogs para seus amigos, num trabalho de formiguinha contra os gigantes da comunicação corporativa.

Vamos em frente.




Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui
Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos




Recentes:


Assine a newsletter do Blog do Mello.
É grátis.

Mídia corporativa mundial lança combate às fake news nas redes sociais para manter o monopólio delas


Quem vê de fora sem um olhar crítico tem a impressão de que um disco voador desceu numa reunião de mídias corporativas do planeta e deu o comando:

- É preciso combater a proliferação de notícias falsas. A coisa está fora de controle. Olha o Brexit, a eleição de Trump. Ninguém sabe onde isso vai parar.

Então, Facebook (até o Zucka!), NYT, Guardian, ..., e aqui no Brasil Folha, O Globo, todo mundo ao mesmo tempo saiu dizendo que criou equipes de jornalistas e aplicativos para combater as fake news. Com um detalhe importantíssimo: Combater fake news nas redes sociais.

Na verdade, a mídia corporativa está apavorada porque perdeu o monopólio das notícias falsas, das manchetes manipuladas, das fichas falsas de Dilma com que destruíam adversários, elegiam comparsas e companheiros de butim.

O objetivo agora é tentar recuperar as rédeas das redes para que tudo volte a ser como antes no quartel de Abranches.

O reaciocínio (neologismo de reaça + raciocínio) é primário, mas visa atingir exatamente aquele povo do reaciocínio que sempre foi na onda deles e que agora anda meio perdido.

Então (é isso o que as mídias corporativas pretendem) o sujeito lê alguma notícia viralizando nas redes socias e sai correndo para o colo do papai Globo, da mamãe Folha ou da boimate Veja para que eles deem seu veredicto...

Mas eles são tão bandeirosos, que, um dia antes de lançar seu "É isso mesmo?" (nome que todos os jornalistas de O Globo se juntaram e passaram dias em intermináveis reuniões para batizar o grupo de combate às fake news...), um dia antes, O Globo produziu uma tremenda notícia falsa, reproduzida na imagem acima.

A manchete diz: "Mulher de Moro afirma que provas indicam que Lula é dono do sítio em Atibaia". Você lê a matéria e o que ela diz é que foram encontrados alguns objetos de Lula no sítio o que sugere que ele aparentemente é dono do imóvel". FAKE!

Querendo inverter o jogo, a mídia corporativa se comporta como aquele ladrão que após cometer o crime sai correndo e gritando "pega ladrão".

Mas a blogosfera está de olho e há muito tempo vem travando esse combate e denunciando as notícias falsas produzidas pela mídia corporativa mundial, como essa nova de que eles são combatentes contra a mentira e a favor da verdade...É fake!



Celso de Mello diz que foi exposto a 'brutal pressão midiática' e defende seu voto 'em favor dos direitos básicos do ser humano'


Ministro Celso de Mello


O ministro do STF Celso de Mello, que desempatou a votação em favor dos embargos infringentes, deu sua primeira declaração sobre seu voto ao jornal de sua cidade natal Tatuí, interior de São Paulo. Nela, o ministro confirma brutal pressão midiática.

O ministro, que se encontra na Suíça, deu a declaração ao blogueiro do Jornal, José Reiner. Segue a transcrição, preservando o estilo do ministro, com caixa alta e exclamações em abundância - um verdadeiro desabafo:

"HÁ ALGUNS QUE AINDA INSISTEM EM DIZER , cinicamente, QUE NÃO FUI EXPOSTO A UMA BRUTAL PRESSÃO MIDIÁTICA ..... BASTA LER, NO ENTANTO, OS ARTIGOS E EDITORIAIS PUBLICADOS EM DIVERSOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (os "mass media") PARA SE CONCLUIR DIVERSAMENTE! ALGUNS DOS QUE FORAM (E SÃO) CONTRÁRIOS À ADMISSIBILIDADE DOS EMBARGOS INFRINGENTES ESQUECEM-SE DE QUE ESSA DECISÃO DO STF , consolidada e viabilizada pelo meu voto de desempate, REPRESENTA, pelo que nela se contém e pela autoridade do Tribunal de que emana , A REAFIRMAÇÃO DE PRINCÍPIOS UNIVERSAIS E ETERNOS CONCEBIDOS , de um lado, PARA PROTEGER AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES CONTRA A OPRESSÃO DO ESTADO E O ABUSO DE PODER E DESTINADOS, de outro, A GARANTIR, em favor de qualquer pessoa, independentemente da acusação criminal contra ela formulada (e qualquer que seja a sua condição social , profissional, financeira ou política) , A POSSE DE DIREITOS FUNDAMENTAIS E O GOZO DAS LIBERDADES CONSTITUCIONAIS! ESSE FOI O CLARO SENTIDO DO VOTO DE DESEMPATE QUE PROFERI !!!!! E QUE SEJA ASSIM PARA SEMPRE, para que tempos sombrios , que tanto estigmatizaram gerações passadas e conspurcaram a pureza do regime democrático, JAMAIS voltem a obscurecer e a asfixiar os direitos básicos do ser humano!!!! JAMAIS". [Fonte]


Madame Flaubert, de Antonio Mello

A Velha da Lambreta, as notícias do STF e a mídia corporativa na fronteira do Paraguai


A Velhinha, as notícias do STF e a mídia corporativa


Todo mundo conhece a piada da velhinha da Lambreta. Toda semana ela atravessava a fronteira com o Paraguai e na volta trazia um grande saco. O que será que havia ali? Contrabando? Isso intrigava um guarda da fronteira.

Um dia, ele resolveu parar a Velhinha. Ela mostrou... Aqui, a piada varia: areia, pedras... A minha carregava esterco.

O guarda a liberou, mas seguiu intrigado. A velhinha tinha cara de contrabandista. Resolveu pará-la mais uma vez. Esterco de novo. E outra vez. E outra, e outra, semana após semana, a Velhinha atravessando a fronteira e nada de contrabando, apenas esterco.

Até que um dia o guarda não aguentou mais a curiosidade:

- A senhora me desculpe, mas eu estou ficando louco, sonho com isso. Tenho certeza que a senhora é contrabandista. Vamos fazer o seguinte, a senhora me conta o que é e eu vou liberá-la toda vez. 
- O senhor promete, seu guarda?
- Prometo, prometo. É contrabando de quê?
A Velhinha, mordaz:
- Lambreta.

E o que isso tem a ver com o STF e a mídia corporativa, Mello? - pergunta o guarda.



Madame Flaubert, de Antonio Mello

Demora na ação do CADE beneficiou Globo, levou ao fim o Jornal do Brasil e quase leva O Dia junto

Em 2005, Jornal do Brasil e O Dia, ambos diários do Rio de Janeiro, entraram com uma ação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) contra a Infoglobo Comunicações e Participações S/A, que publica os jornais "O Globo" "Extra" e "Expresso" [negrito meu]:

O caso teve início em 2005 a partir de denúncia dos veículos Jornal do Brasil e O Dia. Segundo as acusações, a prática anticompetitiva adotada pela Infoglobo consistiria na imposição de exclusividade na compra de espaços para publicação de anúncios publicitários; concessão de descontos condicionados à compra de espaços publicitários em mais de um jornal editado pelo grupo Globo; concessão de condições diferenciadas para divulgação de propaganda em televisão aberta, em decorrência de a Rede Globo de Televisão pertencer ao mesmo grupo econômico da acusada; comercialização do jornal Extra com preço de venda ao leitor abaixo do custo; e fornecimento de espaço de propaganda abaixo do preço de custo no Extra.[Fonte: CADE]

Ou seja, além de oferecer descontos aos clientes que também anunciassem nos outros veículos do grupo oligopólico, exigiam exclusividade.

O CADE só respondeu à ação agora, em setembro de 2013, oito anos após a denúncia. Nesse tempo, o Jornal do Brasil caiu de 100 mil leitores/dia para 10 mil e acabou optando por ficar apenas com sua versão online. O Dia, que foi um dos cinco maiores jornais do país em vendas nas bancas, caiu de 250 mil/dia para pouco mais de 40 mil, e só não quebrou porque foi vendido na bacia das almas.

Rede Globo de Televisão, mais rádio Globo, CBN, Globo FM, além dos jornais e revistas do Grupo oferecem uma pressão irresistível sobre anunciantes e agências. Sem contar o conhecidíssimo e sempre citado BV (Bônus por Volume), que não foi objeto da ação, mas a permeia.

Rápida entrada para uma explicação sobre o BV. Se você já sabe o que é, pule o próximo parágrafo.

O BV é o pagamento de um bônus às agências, proporcional ao investimento total feito pelos seus clientes em um determinado veículo. Em outras palavras, quanto mais publicidade destinada a um veículo, maior é o BV recebido. Como exemplo, tomemos uma agência que possua cinco anunciantes que somam uma verba de mídia de R$ 50 milhões em um ano, e que direcione pouco mais de 50% desse total (R$ 25 milhões) ao veículo X. Este, por sua vez, adota uma tabela para o pagamento de BV progressivo, segundo a qual investimentos de até R$ 20 milhões dão direito a um bônus de 5%; de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões, um bônus de 7,5%; para investimentos acima de R$ 25 milhões, o incentivo é de 10%. Assim, no início do ano seguinte, a agência receberá do veículo X R$ 2,5 milhões como bonificação. Em alguns setores, como o de internet, a tabela de bonificação é calculada com base em percentuais de crescimento das contas da agência no veículo, em relação ao ano anterior, e não em volumes absolutos de investimento.[Fonte]

Com a demora do CADE, as Organizações Globo praticamente dizimaram a concorrência (como já haviam feito anteriormente com emissoras de rádio, O Jornal, e TVs Tupi, Excelsior e Manchete).

Com o apoio firme e constante da ditadura civil-militar que destruiu o Brasil de 1964 a 1985, mais o apoio mais - ou menos - discreto dos governos que precederam Lula e Dilma, as Organizações Globo cresceram, como as máfias, na penumbra, à sombra do poder.

Infelizmente, contrariando nossas expectativas, nem Lula em seus oito anos nem Dilma até o momento conseguiram frear o oligopólio midiático, como - diga-se - determina a Constituição.

Enquanto isso, as Organizações Globo e suas coirmãs praticam o pior tipo de sequestro que existe, o sequestro da realidade. Enquanto no sequestro comum o indivíduo é retirado de sua realidade, no sequestro midiático a realidade é que é retirada do indivíduo, que vive completamente alienado do que acontece em seu entorno, e repete, como papagaio, o lixo informativo que lhe é despejado diariamente pela mídia corporativa, sendo as Organizações Globo a mais poderosa delas.

Como já se falou inúmeras vezes, justiça que tarda não é justiça. Esse episódio é mais um a confirmar a verdade do ditado. Os oito anos entre o início da ação e a decisão tomada agora (que proíbe a Infoglobo de continuar a fazer o que vinha fazendo até o momento) foram fatais para os impetrantes - Jornal do Brasil e O Dia.

Quem se beneficiou foi O Globo, os demais jornais e o grupo como um todo, como vem ocorrendo incessantemente desde o golpe de 1964. Sempre atuando na contramão dos interesses do povo brasileiro, o poder dos cartéis midiáticos não permite a informação livre e põe em risco a democracia no Brasil.


Madame Flaubert, de Antonio Mello

Por que prefiro ser tratado por médicos brasileiros. Ou não




Eu prefiro ser tratado por médicos brasileiros, embora 54,5%  dos 2400 formandos que fizeram a prova do Conselho Regional de Medicina de SP não atingiram a nota mínima. O pior é que os erros se concentraram em áreas básicas. Mesmo assim vão poder exercer a profissão e atender aos infelizes que caírem em suas reprovadas mãos. Mas eu não moro em São Paulo.

Prefiro médicos brasileiros, porque eles são coisa nossa. Por exemplo, a gente liga pra marcar consulta e a telefonista do doutor pergunta: - é particular ou plano? Se for plano, empurram sua consulta lá pra frente. Particular, eles dão um jeitinho. Coisa nossa.

Prefiro médicos brasileiros, porque quando chego ao consultório, fico esperando mais de uma hora pra ser atendido. É porque eles são bonzinhos, gostam de atender a todo mundo, e sabem que ali, no calor apertado da sala de espera, sempre pode rolar uma conversa agradável sobre sintomas e padecimentos com outros médicos. E a socialização é muito importante. Sem contar que podemos adquirir informação, com a leitura daquela Veja em que Airton Senna e Adriane Galisteu ainda estão namorando. Ah, tempo bom! É coisa nossa.

Denúncia: Multada em US$ 19 bi, Chevron-Texaco contra-ataca e acusa indígenas do Equador de formação de quadrilha


A Texaco explorou petróleo na Amazônia Equatoriana de 1964 a 1990. Durante esse período, lançou cerca de 18 bilhões de galões de resíduos da extração de petróleo nas terras do Equador, destruindo vastas áreas de floresta e espalhando doença e morte entre plantas, animais e humanos. Mais de mil habitantes da área foram vítimas de câncer de estômago.

Foi constatado que a Texaco não fazia o trabalho de impermeabilização das piscinas onde eram despejados os resíduos, o que os fez espalharem-se pelo subsolo atingindo as águas dos rios. E foram quase mil piscinas dessas construídas pela Texaco. Na saída, fizeram como gato, jogaram terra em cima e deram o trabalho por terminado.

Sucessivos governos não tomaram medida alguma para proteger o país e seus cidadãos. Com a chegada ao poder do presidente Rafael Correa, a situação mudou, habitantes da região buscaram seus direitos na Justiça e a multinacional, agora adquirida pela Chevron, foi condenada ao pagamento de uma indenização de US$ 19 bilhões.

Como não tem defesa local, já que não pode ocultar a sujeira que deixou (é possível encontrar resíduos de petróleo por toda a área), a Chevron-Texaco partiu para o ataque nos EUA acusando indígenas e seus advogados de formação de quadrilha.

A Chevron nós conhecemos pelo que andou fazendo por aqui.

Veja no vídeo a seguir a sujeira que fizeram no Equador e que tentam esconder, não mais jogando terra por cima, mas a lei dos EUA.




Madame Flaubert, de Antonio Mello

Aviso Importante: Não alimente o PIG, seja a mídia

Seja em suas páginas de papel ou na internet, todo dia a mídia corporativa, a tal “grande imprensa”, os jornalões e vejas da vida lhe pedem alguma coisa: querem que você envie uma foto de um acontecimento que presenciou, que dê sua opinião em enquetes, que escreva, que denuncie. Ou seja, que os ajude na pauta ou na cobertura das notícias. Tudo isso de graça.
No entanto, eles não lhe oferecem nada de graça. Você tem que comprar o jornal ou a revista nas bancas ou assiná-los. Tem que pagar ao provedor para ter acesso ao conteúdo online. Se não for assim, eles só lhe oferecem notícia velha, como pão dormido, que na internet não serve nem para embrulhar peixe.
Então, por que colaborar com eles de graça, se lhe cobram por tudo? Se você gosta de notícias, seja a mídia. Crie seu blog (é de graça e é facílimo) e espalhe pela internet suas fotos, suas reportagens e opiniões sobre o que lhe motiva.
Não alimente o PIG, porque, além de utilizarem seu trabalho de graça (e com isso desvalorizarem o mercado dos jornalistas – perguntem aos fotógrafos profissionais sobre isso), eles ganham dinheiro com ele duas vezes: quando cobram pelo conteúdo que conseguiram de graça de você e quando revendem o material para outras agências nacionais e internacionais, sem lhe repassar uma migalhinha sequer.
Não acredita? Repare no que está escrito no contrato que o portal do Globo, por exemplo, pede que seja assinado pelo candidato ao que eles chamam de “Eu repórter”. Todos os que enviam fotos, vídeos ou matérias têm que assiná-lo.
Confira aqui (você já vai ter que fornecer um e-mail válido, pra começar) e depois leia a íntegra do “termo de compromisso”, que vou resumir a seguir.
Primeiro, definem o projeto:
"Eu-Repórter" é a seção de jornalismo participativo do site O Globo, através da qual os leitores interessados, após avaliação editorial, seguindo os critérios da Infoglobo, poderão ter textos, fotografias, ilustrações, áudios e vídeos, de sua autoria, e desde que tenham conteúdo noticioso, publicados no site e em veículos de imprensa da Infoglobo e/ou das demais empresas que compõem as chamadas Organizações Globo.
Aí vem a parte do leão (a deles), onde lhe informam o tamanho do direito que você está cedendo a eles, repito, de graça (os grifos são meus).
3. - Cessão de Direitos - Pelo presente termo, o colaborador devidamente identificado e cadastrado no endereço eletrônico www.oglobo.com.br transfere à Infoglobo, a título gratuito e por prazo indeterminado, os direitos sobre as obras artísticas, fotográficas, audiovisuais e literárias que tenha encaminhado para o Projeto "Eu-Repórter", autorizando a sua utilização e reprodução, total ou parcial, em qualquer mídia ou meio físico, visual ou sonoro, inclusive eletrônico, cabo, fibra ótica, satélite, ondas e quaisquer outros existentes ou que venham a existir [querem ganhar até sobre o que ainda não existe!], e compreendendo, exemplificativamente, as seguintes atividades: publicação, comunicação, reprodução, divulgação (inclusive em seus produtos e campanhas de propaganda e de publicidade), oferta a terceiros (inclusive pela internet), exposição, edição, reedição, emissão, transmissão, retransmissão, comercialização, distribuição, circulação, tradução para qualquer idioma (com ou sem legendas), realização de versões e derivações, restauração, revisão, atualização, adaptação, inclusão em produção audiovisual, radiodifusão sonora e visual, exibição audiovisual e por processo análogo, inclusão em base de dados, armazenamento em computador, microfilmagem e demais formas de armazenamento do gênero.
3.1. O colaborador cede e transfere à Infoglobo, em caráter exclusivo, definitivo, irrevogável, irretratável e sem qualquer ônus, todo e qualquer direito patrimonial de autor relativo ao material encaminhado ao Projeto "Eu-Repórter", para utilização em território nacional e no exterior, concordando com que a obra cuja titularidade declara deter seja utilizada em associação com outros textos, títulos, documentos, gráficos e demais materiais de propriedade da Infoglobo, sendo possível a alteração do formato de textos, por exemplo, desde que inalterado o conteúdo principal.
3.2. O colaborador concorda e aceita que, em decorrência da cessão de direitos patrimoniais em questão, a Infoglobo transmita a terceiros, do seu grupo econômico ou não, os direitos ora cedidos, por cessão ou concessão, total ou parcialmente, de forma gratuita ou onerosa, mas sempre para as finalidades constantes da cláusula 3 supra.
Agora vem a parte mais incrível do contrato. Repare só:
3.3. A exclusividade de que se investe a Infoglobo será oponível mesmo contra o próprio colaborador, que não poderá reproduzir a obra cedida ao Projeto "Eu-Repórter" por qualquer forma ou a qualquer título, notadamente publicá-las, fornecê-las e comercializá-las a terceiros, a não ser para fins particulares e de caráter não econômico.
Você perde até o direito de publicar aquilo que originalmente era seu, e que deixou de ser, e, portanto, você poderá ter até que pagar para ter acesso a ele.
Queria que advogados esclarecessem: se isso não é roubo, é o quê?
Não vale dizer que não é roubo porque o sujeito concorda com o contrato quando o assina. A maioria das pessoas não o lê, às vezes até por dificuldade de leitura, deficiência de educação escolar, e assina apenas para ter sua foto exibida no jornal ou no portal. Não seria, pelos menos, abuso da boa fé das pessoas?
Portanto, meu caro, use como lema aquele anúncio dos zoos: não alimente os animais, no caso, o PIG. Seja a mídia, ou então colabore com aqueles que distribuirão seu material da mesma forma que o receberam: gratuitamente e com o crédito de sua autoria.


Com seu apoio o Blog do Mello é e vai continuar a ser de livre acesso a todos, e sem propaganda.



Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui
Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos


Assine a newsletter do Blog do Mello