Comentário de Antonio Mello no Fórum Mídias, da TV Fórum.
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O super premiado ator Robert De Niro resolveu fazer um pronunciamento público diante da ameaça que representa uma possível reeleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Ameaça não apenas aos Estados Unidos, mas ao mundo e à vida no planeta.
Trump é um negacionista e um narcisista que é capaz de qualquer coisa para chamar atenção e fazer valer seus desejos. Não admite ser contrariado e tem uma visão particular do que seja realidade: é sempre aquilo que atende a seus interesses. O que não for assim, deve ser destruído.
Foi assim quando se recusou a aceitar a derrota para Biden em 2020 e insuflou seus apoiadores à invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021 para que não permitissem a posse do presidente eleito. Semelhante ao nosso 8 de janeiro aqui.
Robert De Niro, milionário graças a seu trabalho como um ator genial de filmes inesquecíveis, decidiu que aos 80 anos de idade deveria sair do conforto a que poderia estar recolhido para expor ao público o perigo que representa gente como Donald Trump e a extrema direita que o apoia.
Para nós brasileiros, as palavras de De Niro sobre Trump soam estranhamente familiares. Se trocarmos o nome de Trump pelo de Bolsonaro, o discurso segue válido palavra a palavra, exceto pelo poder de destruição do planeta — recurso só disponível a quem possua armamentos nucleares, como os Estados Unidos.
Aqui no Brasil a mídia corporativa mandou às favas a moderação e partiu para guerra aberta ao governo do presidente Lula, para uma tentativa de passada de pano na História apoiando agora até em editoriais a candidatura de um Bolsonaro de sapatênis — o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas.
Mas não tenham dúvidas: não hesitarão em lançar mão de nova candidatura do próprio Inelegível, caso a opção com sapatênis não decole.
Nossa mídia vocaliza o mercado financeiro, de que é não apenas porta-voz mas ativa participante, sendo que o dono da Folha hoje é mais conhecido por ser banqueiro do que jornalista — o que se reflete diretamente na linha editorial do jornal.
Pesquisas mostram a desaprovação do governo Lula pelo mercado financeiro, mesmo diante de todas as concessões do ministro Haddad à banca. Isso acontece graças aos "gastos" (como eles chamam) com programas sociais, com a melhoria do salário mínimo, ou qualquer coisa que não seja garantir ganhos financeiros sempre e cada vez maiores.
Como eles não precisam de governo e, em última instância, do país, preferem um presidente que ceda tudo ao mercado financeiro, como o de Bolsonaro, mesmo que mate de fome a população, destrua Pantanal, Cerrado e Amazônia, queimem matas, sequem rios.
Temos que fazer como De Niro: denunciar e dizer que não permitiremos, que desejamos a punição de todos os criminosos. Sem anistia.
Ou, como alerta o ator:
"Nós não queremos acordar depois da eleição dizendo: o quê, de novo?! Meu Deus, o que diabos fizemos?! Nós não podemos permitir que isso aconteça novamente."
Definitivamente: Nós não podemos permitir que isso aconteça novamente.
Na edição deste domingo, o jornal O Globo, braço impresso do grupo Globo, publica mais um perfil na sua série denominada "Persona".
"Persona", segundo o próprio Globo, "é uma série de perfis mensais feitos por colunistas, editores e principais repórteres do Globo com as mais relevantes figuras da República".
O nome diz muito sobre a série. Persona, na teoria junguiana, é a personalidade que a pessoa apresenta em público, que pode ser totalmente diferente de sua personalidade verdadeira.
Seria esse o perfil que se busca numa entrevista para "traçar perfil", o verniz, a máscara, a persona? Não seria, por outro lado, mostrar o que se esconde por trás da "persona"?
No mundo corporativo também se usa a palavra"persona". Ela é aquele consumidor padrão, aquele que é o foco a quem deve ser direcionada a campanha. Cria-se uma "persona" para sintetizá-lo e enxergá-lo como uma pessoa. Por exemplo: Dona Maria, casada, 3 filhos, moradora em tal bairro, renda mensal X, etc.", e criam-se anúncios e projetos de vendas e até produtos direcionadas a essa "persona".
Mais uma vez, "persona" não é uma pessoa real. Ela é, no caso do mundo corporativo, idealizada; no caso do mundo político, forjada.
Pois é essa "Persona" que O Globo apresenta em três páginas e oito fotos escritas por Bela Megale:
"Tarcísio de Freitas. Equilíbrio entre radicais e instituições mobiliza o governador preferido da direita para voo em 2026."
Já havíamos comentado aqui que a Globo tem pré-candidato para 2026: Tarcísio. O perfil em grande estilo no domingo, dia de maior comercialização de jornais, confirma o nome do pré-candidato da Globo e da mídia.
O perfil mostra a "persona" como grande negociadora, que convive em harmonia com opostos como Jair Bolsonaro e Alexandre de Moraes.
Fala de Tarcísio numa conversa descontraída com o ministro Alexandre na época do comício de Bolsonaro na Paulista em fevereiro, que ele teria tornado possível com habilidade:
Tarcísio deu sua palavra a Moraes, ao decano Gilmar Mendes e ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso, de que tudo correria “sob controle” na Paulista. Teve que levar o recado para o outro lado de que, se houvesse ataques ao tribunal, os ministros não hesitariam e seriam obrigados a responder.
Na verdade, enxugando a "persona", Tarcísio serviu de mensageiro de Bolsonaro para tranquilizar o STF e tornar possível a manifestação.
Assim como cedeu ao bolsonarismo raiz na montagem de seu governo:
Para a secretaria de Segurança, escolheu um perfil ‘linha-dura’: o capitão da Polícia Militar e deputado federal Guilherme Derrite. Ex-comandante da Rota, atraiu milhões de seguidores nas redes sociais com falas controversas sobre mortes de bandidos nas operações policiais. Em uma delas, defendeu que “é vergonhoso” para um policial não ter ao menos “três ocorrências” por homicídio no currículo. Para a secretaria da Mulher colocou a vereadora Sonaira Fernandes, que já postou na internet mensagens classificando o feminismo como “a sucursal do inferno” ou “ideologia imunda que mata mais que guerras e doenças”.
Em relação aos assassinatos em série cometidos por policiais na Baixada Santista, Tarcísio declarou na época sobre a possibilidade de ser denunciado internacionalmente:
"Pode ir na ONU, na Liga da Justiça, no raio que o parta, que eu não tô nem aí".
Nesse episódio, a persona saiu de controle e deixou antever sua personalidade real.
A repórter comenta o episódio assim:
Em conversas reservadas, contudo, Tarcísio faz um mea-culpa. Admite que errou ao afirmar que não estava “nem aí”. Pressionado, também tem tentado mostrar que não é omisso aos abusos cometidos pela polícia, que ele costuma classificar como “erros de procedimento” que tiram a razão da corporação. Neste mês, condenou publicamente a ação do PM que agrediu uma mulher no metrô, em São Paulo, e o afastou. Também determinou o afastamento de policiais que agrediram um cadeirante em uma operação no início de abril, em Piracicaba (SP). O governador não verbalizou em público sua irritação, mas, nos bastidores, descreveu a ação policial como “horrorosa”.
A repórter não conseguiu uma mísera declaração dele sobre o tema. O que acha das mortes? Preferiu off, conversas reservadas com amigos falando sobre a "persona". O homem que não estava "nem aí" para a violência, de repente vira um legalista. Mas na real, o que ele disse à repórter:
O governador avalia que há uma “romantização” por parte da imprensa e da população sobre o enfrentamento ao crime organizado. Chega a dizer que bandidos, muitas vezes, ganham o rótulo de “preto, pobre e trabalhador” apenas depois de serem mortos.
Ou seja... quando se defende tratamento humanitário estamos "romantizando"...
Mais adiante, chegam ao ponto central, que motivou a entrevista: as eleições de 2026.
Fala-se sobre a pesquisa feita entre bolsonaristas que mostra que Tarcísio tem a preferência deles disparado: 61%.
Mas, como todo pré-candidato, ele diz que não o é, e apela à modéstia: "Um cavalo selado não passa duas vezes". A repórter vai aos amigos:
Aliados e integrantes do governo descrevem o “cavalo selado” possível em três cenários: um pedido explícito de Bolsonaro para que o pupilo concorra, Lula fora da disputa ou com grande reprovação nas pesquisas, fruto de uma economia indo de mal a pior e sem perspectiva de melhora.
Aqui, a "persona" deixa vir à tona a personalidade:
Hoje, Tarcísio avalia que a economia perderá fôlego até 2025, sem chances de recuperação. Considera o Lula 3 mais parecido com a era Dilma do que com os governos anteriores do petista.Em outras palavras: é candidatíssimo. Com bolsonaristas e a mídia em peso a seu lado, porque ele é um Bolsonaro de sapatênis — o que significa que pode ser bem pior do que Bolsonaro, se é que isso é possível.
Mas é a aposta da mídia, que é absolutamente contrária a um governo popular, que priorize especialmente o mais pobre e não o mercado financeiro.
A mídia corporativa, porta-voz dos interesses do mercado financeiro, vem tentando colar a palavra "crise" na Petrobras e no governo, mesmo após a empresa alcançar um recorde de seu valor histórico no governo do presidente Lula, em 19 de fevereiro de 2024: R$ 567 bilhões.
Quando Lula assumiu, em janeiro de 2023, a Petrobras era avaliada em R$ 345,9 bilhões. Ou seja, o governo Lula aumentou o valor da Petrobras em um ano em R$ 221,1 bilhões.
Foi quando saiu a decisão da Petrobras que contrariou o mercado financeiro: a empresa decidiu não distribuir dividendos extraordinários referentes ao lucro, optando pelo pagamento mínimo.
O objetivo da Petrobras era usar o lucro para reinvestir na empresa, mas o mercado financeiro não gostou, porque isso mexia no seu bolso. E ocorreram dois movimentos de queda nas ações:
Começou então o ataque da mídia à decisão da Petrobras e por extensão ao governo Lula, de que eles estariam prejudicando a empresa.
Mentira. Na verdade, a Petrobras vai muito bem, obrigado. Os acionistas é que estavam chiando porque queriam botar a mão no dinheiro e não que ele fosse investido na empresa.
De lá para cá, foram ataques diários, com um show de "informações em off" falando na crise da Petrobras, na troca do presidente da empresa, no bate cabeça entre ministros.
Hoje, o presidente Lula tem uma reunião com o ministro Haddad para tratar, entre outros assuntos, do caso Petrobras. Um caso de sucesso transformado em crise porque acionistas tiveram seus desejos contrariados.
Qualquer que seja o resultado da reunião, a mídia comemora ter conseguido mais um desgaste do governo.
Detalhe: a Petrobras tem no dia de hoje o valor de mercado de R$ 504,94 bilhões. R$ 159,04 bilhões a mais do que valia quando Bolsonaro saiu do governo.
Desde que o presidente Lula recebeu os últimos brasileiros que estavam em Gaza e deu suas declarações criticando o Hamas e ao mesmo o governo de Israel, principalmente o assassinato de crianças pelas Forças Armadas israelenses, a mídia brasileira em peso atacou e continua a atacar o presidente.
No mínimo dizem que ele cometeu uma gafe diplomática. Outros, que ele fez uma ofensa irreparável a Israel ao comparar um estado democrático a um grupo terrorista.
E os jornais de Israel? Como viram as palavras de Lula?
Pelo menos os que publicam em inglês não deram sequer uma nota sobre o assunto, não o considerando nem ao menos relevante. Ou noticiaram a chegada e a recepção de Lula assim:
Lula do Brasil dá as boas-vindas a cidadãos resgatados de Gaza e condena 'violência desumana'
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu na segunda-feira 32 cidadãos que seu governo conseguiu resgatar da Faixa de Gaza esta semana após um mês de negociações, recebendo-os na Base Aérea de Brasília após um voo de quase um dia.
Os brasileiros cruzaram no domingo a fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito, e foram levados ao Cairo, onde embarcaram esta manhã em um avião presidencial da Embraer, emprestado por Lula, e viajaram para o Brasil via Las Palmas, na Espanha.
Lula cumprimentou os passageiros com abraços e beijos após sua chegada na noite de segunda-feira, oferecendo seu apoio aos brasileiros que ainda estão na Faixa de Gaza ou que chegam da Faixa de Gaza e condenando o assassinato de civis em Gaza.
“Nunca vi uma violência tão brutal e desumana contra pessoas inocentes”, disse Lula num breve discurso na pista.
O voo foi o décimo de uma operação lançada pelo país sul-americano no mês passado para repatriar cidadãos em Israel, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, após o início de uma guerra na região no mês passado.
O voo de segunda-feira eleva o total de resgatados para 1.477 pessoas, incluindo três bolivianos, 11 palestinos e um cidadão jordaniano, além de 53 animais de estimação.
Presidente do Brasil afirma que a resposta israelense ao 7 de outubro é “tão grave” quanto as atrocidades do Hamas
O presidente do Brasil acusa Israel de “matar pessoas inocentes sem qualquer critério” na Faixa de Gaza, considerando as suas ações ali “tão graves” como os ataques de 7 de outubro do grupo terrorista palestino Hamas.
“Depois do ato de terrorismo provocado pelo Hamas, as consequências, a solução do Estado de Israel, são tão graves como as do Hamas. Estão matando inocentes sem nenhum critério”, disse Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia oficial em Brasília.
O líder do maior país da América Latina também acusa Israel de “lançar bombas onde há crianças, hospitais, sob o pretexto de que ali está um terrorista”.
“Isso é inexplicável. Primeiro você tem que salvar as mulheres e as crianças, depois você briga com quem você quiser”, diz Lula.
Representantes da comunidade judaica do Brasil denunciam estas observações como “errôneas”, “injustas” e “perigosas”, acrescentando que “colocam Israel e o Hamas no mesmo nível”.
Defendem os esforços “visíveis e comprovados” das autoridades israelitas “para salvar os civis palestinos”.
“Nossa comunidade espera equilíbrio de nossas autoridades”, acrescenta em comunicado a Confederação Israelita do Brasil, que afirma representar cerca de 120 mil judeus brasileiros, a segunda maior comunidade da região.
* * * * *
Compare com a quase histeria da cobertura de nossa mídia. Muito mais realista que o rei, o que mostra que o que praticam é jornalismo de guerra contra Lula.
- É preciso combater a proliferação de notícias falsas. A coisa está fora de controle. Olha o Brexit, a eleição de Trump. Ninguém sabe onde isso vai parar.
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| Ministro Celso de Mello |
"HÁ ALGUNS QUE AINDA INSISTEM EM DIZER , cinicamente, QUE NÃO FUI EXPOSTO A UMA BRUTAL PRESSÃO MIDIÁTICA ..... BASTA LER, NO ENTANTO, OS ARTIGOS E EDITORIAIS PUBLICADOS EM DIVERSOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (os "mass media") PARA SE CONCLUIR DIVERSAMENTE! ALGUNS DOS QUE FORAM (E SÃO) CONTRÁRIOS À ADMISSIBILIDADE DOS EMBARGOS INFRINGENTES ESQUECEM-SE DE QUE ESSA DECISÃO DO STF , consolidada e viabilizada pelo meu voto de desempate, REPRESENTA, pelo que nela se contém e pela autoridade do Tribunal de que emana , A REAFIRMAÇÃO DE PRINCÍPIOS UNIVERSAIS E ETERNOS CONCEBIDOS , de um lado, PARA PROTEGER AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES CONTRA A OPRESSÃO DO ESTADO E O ABUSO DE PODER E DESTINADOS, de outro, A GARANTIR, em favor de qualquer pessoa, independentemente da acusação criminal contra ela formulada (e qualquer que seja a sua condição social , profissional, financeira ou política) , A POSSE DE DIREITOS FUNDAMENTAIS E O GOZO DAS LIBERDADES CONSTITUCIONAIS! ESSE FOI O CLARO SENTIDO DO VOTO DE DESEMPATE QUE PROFERI !!!!! E QUE SEJA ASSIM PARA SEMPRE, para que tempos sombrios , que tanto estigmatizaram gerações passadas e conspurcaram a pureza do regime democrático, JAMAIS voltem a obscurecer e a asfixiar os direitos básicos do ser humano!!!! JAMAIS". [Fonte]
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| A Velhinha, as notícias do STF e a mídia corporativa |
- A senhora me desculpe, mas eu estou ficando louco, sonho com isso. Tenho certeza que a senhora é contrabandista. Vamos fazer o seguinte, a senhora me conta o que é e eu vou liberá-la toda vez.
- O senhor promete, seu guarda?
- Prometo, prometo. É contrabando de quê?
A Velhinha, mordaz:
- Lambreta.
O caso teve início em 2005 a partir de denúncia dos veículos Jornal do Brasil e O Dia. Segundo as acusações, a prática anticompetitiva adotada pela Infoglobo consistiria na imposição de exclusividade na compra de espaços para publicação de anúncios publicitários; concessão de descontos condicionados à compra de espaços publicitários em mais de um jornal editado pelo grupo Globo; concessão de condições diferenciadas para divulgação de propaganda em televisão aberta, em decorrência de a Rede Globo de Televisão pertencer ao mesmo grupo econômico da acusada; comercialização do jornal Extra com preço de venda ao leitor abaixo do custo; e fornecimento de espaço de propaganda abaixo do preço de custo no Extra.[Fonte: CADE]
O BV é o pagamento de um bônus às agências, proporcional ao investimento total feito pelos seus clientes em um determinado veículo. Em outras palavras, quanto mais publicidade destinada a um veículo, maior é o BV recebido. Como exemplo, tomemos uma agência que possua cinco anunciantes que somam uma verba de mídia de R$ 50 milhões em um ano, e que direcione pouco mais de 50% desse total (R$ 25 milhões) ao veículo X. Este, por sua vez, adota uma tabela para o pagamento de BV progressivo, segundo a qual investimentos de até R$ 20 milhões dão direito a um bônus de 5%; de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões, um bônus de 7,5%; para investimentos acima de R$ 25 milhões, o incentivo é de 10%. Assim, no início do ano seguinte, a agência receberá do veículo X R$ 2,5 milhões como bonificação. Em alguns setores, como o de internet, a tabela de bonificação é calculada com base em percentuais de crescimento das contas da agência no veículo, em relação ao ano anterior, e não em volumes absolutos de investimento.[Fonte]
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