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Ingrid Betancourt pode estar morta

Quem teme que isso possa ter acontecido é seu ex-marido, Fabrice Delloye, em reportagem de El Diário/La Prensa Online.

Delloye diz que não tem nenhuma prova disso, nem lhe chegou alguma informação secreta, mas estranha a atitude de Uribe, que sempre se negou a fazer a troca de Ingrid por prisioneiros das FARC e passou a defendê-la agora.

Para corroborar seus temores, Delloye cita declaração do vice-presidente, Francisco Santos, que recentemente afirmou que se Ingrid Betancourt vier a morrer, a culpa é das FARC.

Junte-se a isso o depoimento de Luis Eladio Pérez Bonilla, um dos seqüestrados que foram recentemente liberados pelas FARC. Bonilla afirmou que o estado de saúde de Ingrid era preocupante, seu quadro gravíssimo e que acreditava que ela não resistiria a mais algumas semanas de cativeiro.

Em minha opinião, Uribe se aproveitou do atordoamento das FARC e lhes deu este que pode ser o golpe final.

Escrevi aqui que a chance das FARC, após a morte de Reyes, estava condicionada à liberação de Ingrid Betancourt, o quanto antes.

Eles não agiram e agora estão nas mãos de Uribe.

Se a libertam agora, é ponto para o presidente colombiano, que fez a distensão. Se não a libertam, ficam queimados perante a opinião pública internacional, que é diariamente bombardeada com informações contrárias a eles. Se ela vier a morrer, ou mesmo, se já estiver morta - o que é bastante possível – aí f...

Uribe é tudo, menos bobo. Lembrem-se do caso do menino Emanuel, filho da seqüestrada Clara Rojas. Quando Uribe disse que ele não estava com as FARC, sabia o que dizia, porque o menino estava com ele.

O serviço de informação americo-colombiano pode ter passado a Uribush a notícia da morte de Ingrid Betancourt, e ele agiu rápido, oferecendo a libertação dos prisioneiros, em troca de uma mercadoria que sabe que as FARC não lhe vão poder entregar.

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BBC: 'Colômbia diz ter encontrado urânio das Farc'. Agora só falta Bin Laden

A manchete da BBC é esta: Colômbia diz ter encontrado urânio das Farc. Aí você começa a ler a reportagem e percebe que a história não é bem assim. A Colômbia (entenda-se, governo Uribush) alega que encontrou o material num terreno que “fica em uma área próxima a uma região tida como reduto das Farc”.

Por que o material estaria “numa área próxima” e não na “área tida como das FARC” a BBC não informa. Nem o governo Uribush.

Tampouco informa o que seja uma “área tida”. Área onde os guerrilheiros estariam? Onde militares colombo-americanos dizem que eles estariam? Ou onde a mídia corporativa diz que as FARC estariam?

Mais adiante, ficamos sabendo que “Segundo as autoridades, pode se tratar de mais de 30 quilos de urânio...”. Por que o “pode”? 30 quilos são 30 quilos, isso não se discute. Então o “pode” só “pode” estar relacionado ao material, que “pode” ou não “pode” ser urânio empobrecido...

"Pode"?

Pelas notícias da dupla Uribe-Bush, só está faltando agora um depoimento de Bin Laden em apoio às FARC, a Correa, a Evo Morales e – principalmente – a Chávez.

Mas isso é uma questão de tempo. Já, já, aparece uma foto do barbudo, que foi financiado pelos EUA no Afeganistão, com uma voz ao fundo afirmando tudo isso. E os serviços de inteligência americanos – entenda-se CIA – atestarão a veracidade da fita...

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Happy End no Far West colombiano: Assassino vai receber US$ 2,6 mi

Pedro Pablo MontoyaIván Ríos

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Bush e Uribe levam a Colômbia de volta ao Velho Oeste

Uma polêmica está dividindo a opinião pública colombiana. O governo Uribush oferece recompensa a quem dê pistas ou colabore para a prisão de membros das FARC. A recompensa para a captura de Ivan Rios, que participava da cúpula da organização, estava estipulada em US$ 2,6 milhões.

Pedro Pablo Montoya, que fazia parte das FARC, resolveu mudar de lado e receber a recompensa. Mas adotou um método radical para isso. Assassinou Ivan Rios e esposa, decepou a mão direita do líder, pegou seus documentos e laptop, entregou-se ao exército colombiano e agora reclama a recompensa, ao estilo Velho Oeste. Quer receber US$ 2,6 milhões por duplo assassinato, roubo e violação de cadáver.

Pagar ou não pagar, é o hamletiano dilema de Uribush, que já declarou que está “à espera do resultado das investigações sobre a morte de Rios”, para verificar o direito de Montoya à recompensa.

Pelo menos nos jornais, as opiniões estão divididas. Alguns acham que na oferta da recompensa não estava especificado se a entrega da encomenda exigia que o guerrilheiro estivesse vivo. Outros afirmam que na Colômbia não existe pena de morte (oficialmente, na letra da Lei – entenda-se), portanto, a recompensa não deve ser paga.

É um exemplo de onde a política “olho por olho, dente por dente” pode levar um país. Se os guerrilheiros das FARC agem de forma covarde e desumana, quando seqüestram e mantém prisioneiros em situação degradante, o governo não pode responder com mais irracionalidade e violência.

Qualquer que seja a solução do dilema uribushiano, a Colômbia perde, perdem os colombianos, quando um assassino se acha com direito a recompensa por seu gesto covarde.

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A farsa dos US$ 300 mi que Chávez teria dado às FARC

Quem desmonta a farsa montada por Álvaro Uribe é um dos maiores jornalisdtas investigativos do mundo, Greg Palast, da BBC e do The Observer.

Em sua página pessoal, Palast mostra o conteúdo do que estaria no computador apreendido de Raúl Reyes, assassinado pelas forças colombianas na selva do Equador.

Veja o trecho de onde Uribe criou os US$ 300 milhões, e também de onde ele disse que o codinome de Chávez na operação seria Ángel.

Camaradas secretariado. Cordial saludo. Por dos días nos reunimos con
Rodríguez. Conclusiones principales:
1- Con relación a 300, que en adelante llamaremos ossierya hay
gestiones adelantadas por instrucciones del jefe del cojo, las cuales
comentaré en nota aparte. Al jefe lo llamaremos Ángel, y al cojo Ernesto.
2- Para recibir a los tres liberados, Chávez plantea tres opciones: Plan A…[O documento está reproduzido aqui, na íntegra.]

Como se vê, o número 300 está relacionado à gestão para liberação de reféns. Provavelmente, segundo Palast, seria o número de reféns a serem libertos. E Chávez é citado como Chávez e não como Ángel.

A reportagem está na página de Palast desde 7 de março. No entanto, nossa grande imprensa não deu uma mísera notinha sobre a farsa.

OBS 1: Quem conseguiu esse furo por aqui foi o Abundacanalha, e em seguida o Argemiro Ferreira, na Tribuna da Imprensa.
OBS 2: Sempre dou os créditos e links de minhas fontes, o que, infelizmente, não tem acontecido com algumas postagens minhas, que são distribuídas sem o devido crédito. Por isso, a partir de agora, todas as minhas postagens terão o antipático aviso abaixo:

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Pablo Escobar sobre Uribe: 'Se não fosse por esse rapaz bendito, ainda estaria trazendo pasta de cocaína em porta-malas de carros'


A frase completa é:

Pablo Escobar sobre Uribe: 'Se não fosse por esse rapaz bendito, ainda estaria trazendo pasta de cocaína em porta-malas de carros e nadando até Miami para levar cocaína aos gringos’

A afirmação do maior traficante de drogas de todos os tempos não deixa dúvidas sobre o caráter do atual presidente da Colômbia.

Quem revelou essa ligação tão íntima e lucrativa entre Escobar e Uribe foi Virginia Vallejo, amante do traficante colombiano.

Vallejo disse que, como amigo íntimo de Escobar, Uribe dirigia o Departamento de Aviação Civil da Colômbia e liberava a construção de pistas e os vôos carregados de drogas sem investigação policial, para que Escobar pudesse enviar sua mercadoria para os EUA. Daí o traficante ter feito a afirmação que dá título a esta postagem.

Diante disso, pensa você, meu leitor perspicaz, indaga-me você, minha sagaz leitora, como é que os americanos foram fazer o Plano Colômbia de combate às drogas logo com o homem que foi responsável pela grande alavancada do negócio ilegal?

Porque o negócio dos americanos é fazer negócios. Eles estão na Colômbia, como no Iraque, no Afeganistão e em qualquer lugar do mundo para vender armas, munição, veículos bélicos, desfolhantes e controlar o lucrativo negócio do tráfico – não só de drogas, como de armas.

O incrível é que governantes brasileiros vivem em romaria à Colômbia para ouvir Uribe, que chegou a aconselhar o governador de Minas Aécio Neves a assumir como tarefa de segurança nacional o combate ao narcotráfico. Dá pra levar a sério?

E, perguntaria um direitista aflito, um pitblogueiro convicto, um “indignado útil” perdido, onde está essa informação? Em algum veículo esquerdista? Algum panfleto das Farc? Foi divulgada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez?

Nada disso, é uma reportagem do Fantástico, em parte reproduzida acima, que pode ser assistida na íntegra no site da Globo. E mesmo assim a Globo apóia Uribe.

Leia também:

» Por que Chávez chama Uribe de peão do império americano?

» Chávez ou Uribe, quem colabora com os narcotraficantes?

» Bush defende a tortura

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Por que Chávez chama Uribe de peão do império americano?


Ontem publiquei aqui uma postagem em que mostrava que um relatório do Departamento de Defesa dos EUA denunciava o atual presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de estar envolvido com o tráfico de drogas e ser amigo íntimo do megatraficante Pablo Escobar.

O vídeo aí acima aprofunda as informações. Mostra mais ligações de Álvaro Uribe com o tráfico. Inclusive a acusação de que era o responsável pela facilitação do transporte aéreo da droga.

Por que então os Estados Unidos apóiam Uribe agora e acusam Chávez de estar associado ao narcotráfico?

Por que a Operação Colômbia, realizada em conjunto pelos governos dos Estados Unidos e da Colômbia, não conseguiu diminuir a exportação de drogas da Colômbia para a os EUA, nem diminuir o consumo de cocaína entre os americanos - ao contrário, ambos aumentaram?

A resposta é: porque esse não é o interesse norte-americano. Eles estão de olho no país vizinho, a Venezuela, que – como o Iraque – nada em petróleo. Chávez seria o Saddam Hussein da vez.

Os Estados Unidos são uma guerra à procura de um pretexto. Assim como no Irã.

Leia também:

» Por que as FARC não abandonam a luta armada, fundam um partido e disputam eleições democráticas?

» Chávez ou Uribe, quem colabora com os narcotraficantes?

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Chávez ou Uribe, quem colabora com os narcotraficantes?

Um relatório do departamento de Defesa dos Estados Unidos de setembro de 1991 faz uma espécie de Quem é Quem no mercado de cocaína na Colômbia. A lista inclui o chefe do cartel de Medellín Pablo Escobar e mais 100 outros criminosos, assassinos, traficantes e advogados pra lá de suspeitos. O número 82 da lista é ninguém menos que Álvaro Uribe Velez, descrito como um político e senador que faz uma ponte entre o cartel de Medellín e a alta cúpula governamental.

Diz ainda o relatório, divulgado pela revista Newsweek em 9 de agosto de 2004, que Uribe esteve envolvido em negócios com drogas nos Estados Unidos, trabalhou para o cartel de Medellín e era amigo íntimo do chefão Pablo Escobar.

Escobar morreu em 1993. Em 2002, Uribe assumiu a presidência da Colômbia. Em 2005, conseguiu uma mudança na Constituição tornando possível sua reeleição. O que aconteceu. Agora está tentando nova mudança que lhe permita buscar um terceiro mandato.

Você, meu arguto leitor, minha sagaz leitora, havia lido essas informações na nossa “grande imprensa”?

Porque para a nossa imprensa democrática, Uribe é um democrata, luta contra os chamados narcoterroristas (assim são chamados os guerrilheiros das FARC). E Chávez está ligado aos traficantes, terroristas e é um ditador que quer se perpetuar no poder.

Leia também:

» Jornal Nacional joga Chávez contra guerrilheiros das FARC

» TV Venezuelana mostra entrevista com refém das FARC

» Confederação de Trabalhadores da Imprensa pede que jornalistas trabalhem com ética

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Uribe mentiu: Clara e Consuelo afirmam que movimentação de tropas do exército da Colômbia foi o que não permitiu libertação no final do ano

Clara e Consuelo na entrevista coletiva

Você leu isso em algum lugar? Não. Nossa “grande imprensa” continua a dizer que Chávez se expôs ao ridículo no final do ano, quando não houve a libertação acordada com os guerrilheiros das FARC. Somam a isso o mico verdadeiro do caso Emanuel, para tentar diminuir a importância do presidente venezuelano na negociação que culminou com a libertação de Clara Rojas e Consuelo Gonzáles.

Mas essa é a verdade cristalina, confirmada pelas duas reféns libertadas, que desmentem o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe. Elas afirmaram em entrevista coletiva que só não estão livres desde o final do ano passado porque tropas do exército colombiano realizaram operações na área onde estava acertada a libertação.

"Yo no sabia que estaban allí, pero asumo por la actitud de las FARC", dijo [Clara Rojas]. "Asumo que la presencia militar en el punto" era lo que impedía el operativo. "Nuestra vida corría peligro".

Leia também:

» Vídeo: Clara e Consuelo, o momento da libertação pelos guerrilheiros na selva

» Vídeo: Reféns liberadas e entrevista com Chávez

» Chávez, o rei e a direita feliz

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As FARC confirmam que menino é mesmo Emanuel

Podem parar as pesquisas de DNA e as especulações. Em comunicado, datado de 2 de janeiro, mas só divulgado agora à noite na Venezuela, as FARC confirmam que o menino “encontrado” num orfanato é mesmo Emanuel. E afirmam que ele foi seqüestrado pelo presidente colombiano Álvaro Uribe. No item 3 do comunicado está escrito:

A opinião pública nacional e internacional entende muito bem que Emanuel não podia estar no meio das operações bélicas do Plano Patriota, dos bombardeios e combates, a mobilidade permanente e as contingências da selva. Por isso este menino, de pai guerrilheiro, tinha sido deixado em Bogotá sob o cuidado de pessoas honradas, enquanto se assinava o acordo humanitário. Uribe, que já seqüestrou na capital as provas de vida [dos reféns] que se destinavam ao Presidente Chávez, seqüestra agora Emanuel. Assim como capturou e encarcerou os correios humanitários, agora procede do mesmo modo com as pessoas encarregadas de cuidar do menino. Emanuel ia ser entregue, junto com sua mãe, ao Presidente Chávez de Venezuela. (clique aqui para ler a íntegra do comunicado das FARC, em espanhol).

Seqüestrado ou não por Uribe, o fato é que o presidente da Colômbia está com Emanuel e as FARC - que afirmavam que iriam entregar o menino a Chávez - não.

Agora só resta às FARC liberarem rapidamente os dois outros reféns, conforme haviam prometido, para tentar conter a avalanche da mídia internacional, que vai desacreditar a guerrilha e deitar e rolar na sopa de Chávez.

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TV Venezuelana mostra entrevista com refém das FARC

A emissora de TV "Telesur" exibiu na noite deste domingo uma entrevista com o capitão da Polícia Guillermo Solórzano, em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde junho.

A entrevista, incluída em uma reportagem intitulada "Vozes da Floresta", foi feita há um mês e meio, segundo um comunicado da "Telesur", que tem sede na Venezuela.(Portal Terra)

Na entrevista, o capitão fala na esperança da mediação de Chávez “para conseguir um consenso”.

Só que a esperança do capitão, e também dos demais reféns, já era. Uribe cortou a intermediação de Chávez, um dia após o presidente venezuelano ter-se comprometido com o presidente francês Nicolas Sarkozy a apresentar provas de que está viva a ex-senadora franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada desde 2002.

Como afirmei aqui, a Colômbia, que está sob intervenção branca dos Estados Unidos, teme que Chávez consiga das FARC o que pretende e assim firme ainda mais sua liderança e desmoralize de vez o governo colombiano, que vive num impasse com as guerrilhas, sem solução à vista.

Com a decisão de Uribe, volta tudo à estaca zero. Os 45 reféns que estão nas mãos das FARC que se danem. Na queda de braço geopolítica, eles são como o gol no futebol para o Parreira – apenas um detalhe.

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Uribe dispensa ajuda de Chávez

Com um simples comunicado, o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pôs fim à intermediação do presidente venezuelano Hugo Chávez com os guerrilheiros da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Segundo o comunicado, Chávez teria rompido um acordo em que se comprometia a não falar diretamente com o alto comando colombiano.

Mas é curioso que a dispensa da ajuda de Chávez, que iria até o final do ano, ocorra um dia após o presidente venezuelano ter afirmado na França ao presidente Sarkosy que a FARC ofereceria provas de que está viva a ex-candidata presidencial franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada desde 2002.

Na verdade, a Colômbia, que está sob intervenção branca dos Estados Unidos, teme que Chávez consiga da FARC o que pretende e assim firme ainda mais sua liderança e desmoralize de vez o governo colombiano, que vive num impasse com as guerrilhas, sem solução à vista.

Com a decisão de Uribe, volta tudo à estaca zero. Os 45 reféns que estão nas mãos da FARC que se danem. Na queda de braço geopolítica, eles são como o gol no futebol para o Parreira – apenas um detalhe.

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