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Livro do presidente do México revela que golpistas bolivianos tentaram assassinar Evo Morales

Em livro recém lançado, A la mitad del camino, o presidente do México Lopes Obrador denunciou que golpistas bolivianos tentaram de várias formas assassinar o ex-presidente da Bolívia Evo Morales.  O próprio Evo divulgou a denúncia em seu perfil no Twitter.
 
Evo diz que livro informa que golpistas tentaram subornar um de seus seguranças com US$50 mil para que o entregasse a eles. 
 
Sabotaram o plano de voo do avião enviado pelo presidente mexicano para resgatá-lo. Atiraram na aeronave e atacaram a tripulação.
 
Os golpistas também tiveram apoio dos governos de direita do Peru (hoje não mais de direita) e Equador, que fecharam seus céus para o sobrevoo do avião com Evo, obrigando-o a voar por uma distância maior.
 
Agora, com a vitória do MAS de Evo Morales nas eleições bolivianas, com o presidente Arce no comando do país, todos os golpistas estão presos ou a caminho da prisão, inclusive os comandantes das Forças Armadas e a presidente golpista Jeanine Añez.
 
O presidente Arce disse que todos serão exemplarmente punidos, de acordo com a Constituição, sem anistia, porque pensa que a anistia dos golpistas da ditadura dos anos 70 está na raiz do golpe de 2019.
 
O mesmo deveria valer para os que pretendem o golpe dentro do golpe no Brasil.






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Da Bolívia, um alerta aos milicianos brasileiros


Com o derretimento de Bolsonaro, que acompanha a destruição do Brasil, aparecem bravateiros com ameaças, convocações para golpes e mesmo mortes de "comunistas", como já foi chamado até o pavão real do STF, ministro Barroso. 
 
Mas a direita é cruel, mastiga e cospe fora todos aqueles que utiliza em determinado momento, como bem o sabem Sara Winter, o deputado marombado, agora o lamentável cantor Sergio Reis e generais abandonados pelo caminho por Bolsonaro.
 
Da Bolívia, vem o aviso do que os espera com o fracasso do golpe, num artigo de Moisés Mendes no Jornalistas pela Democracia, que reproduzo a seguir.
 
Na mesma linha, há uma postagem minha aqui: Jeanine Anez, o fantasma que apavora Jair Bolsonaro.

Pretensos milicianos com ambições políticas, que planejam cumprir missões paramilitares no Brasil, com Bolsonaro acima de tudo, devem prestar atenção no que aconteceu na Bolívia.

Não são apenas os líderes civis e militares do golpe de 2019 que estão encarcerados. Há milicianos presos. Todos foram abandonados na cadeia pela direita e pela extrema direita que desfrutavam dos seus serviços.

Os milicianos bolivianos são trastes sem utilidade. Esta aí, sem máscara, à esquerda na foto, é Milena Soto, a Sara Winter deles, líder da temida RJC, a Resistência Juvenil Cochala. É uma dessas figuras que ficaram inúteis.

A RJC foi um braço paramilitar ativo e poderoso da extrema direita. Sara Winter tinha tochas, capuzes e meia dúzia de militantes gritando na frente do Supremo. A RJC de Milena tinha centenas de ‘soldados’ mascarados, que vestiam jaquetas com as cores da Bolívia e espalhavam o terror pelas ruas e diante das casas de inimigos.

Eram jovens que sumiram com suas motos e seus coquetéis molotov depois do golpe de novembro de 2019 (na foto, Milena está na garupa). Participavam de ações violentas e só seguiam em frente com financiamento de empresários e partidos, mesmo que tudo fosse clandestino.

Milena está presa com mais dois líderes da milícia, Yassir Molina e Marco Antonio “Tonchy” Bascopé. É acusada de ter participado do ataque de outubro de 2019 contra a sede do Ministério Público em Sucre, pouco antes do golpe que derrubou Evo Morales.

O grupo tentou incendiar o prédio para forçar a renúncia do então procurador-geral Juan Lanchipa. A milícia teve participação decisiva, ao lado da Polícia Nacional e do Exército, na queda de Morales.

Cochala é como se designa o cidadão de Cochabamba. Apesar do nome Resistência Juvenil, o grupo é liderado por trintões e até por quarentões.

Todos os presos preventivamente foram denunciados pelo Ministério Público por formação de organização criminosa, agressões físicas, uso de explosivos em manifestações e destruição de bens públicos.

Líderes da direita e mesmo da extrema direita, como o governador de Santa Cruz de la Sierra, Luiz Fernando Macho Camacho, não querem conversa com os delinquentes.

Eles são perdedores. Milena chora na cadeia e manda cartas aos jornais em que acusa o governo de perseguição.

Era ligada a Camacho e depois se bandeou para a turma da senadora Jeanine Añez, quando esta se ofereceu para o cargo de ‘presidente provisória’, depois do golpe contra Morales.

Presa em março e também abandonada pelos companheiros de golpe, Jeanine teria hoje apenas uma utilidade para a direita boliviana. Morrer na prisão e ser a mártir dos golpistas.

Há nos jornais conservadores da Bolívia a antecipação de uma tragédia. Jeanine também passa o dia chorando e indo e vindo da cadeia para os hospitais, está mal.

Tem depressão, problemas cardíacos e perda de peso. Carolina Ribera, filha dela, diz que a mãe pode morrer a qualquer momento.

Carolina é acusada do desvio de doações aos pobres, quando ocupou um cargo honorífico (geralmente entregue à primeira-dama) na área social durante o governo provisório da mãe.

A direita boliviana desistiu de salvar Jeanine e alguns devem torcer mesmo pela sua morte. A ex-senadora não tem serventia nem liderança.

Tentou ser candidata a presidente na eleição de outubro do ano passado, vencida pelo Movimento ao Socialismo do agora presidente Luis Arce e de Morales, e desistiu por aparecer mal nas pesquisas.

Cumpriu a tarefa de ser mandalete dos chefes do golpe que durou apenas um ano e hoje é um arquivo com segredos da corrupção e com pelo menos seis crimes nas costas.

A extrema direita precisa se livrar de Jeanine. Seus crimes mais graves são as ordens para que policiais e militares reprimissem com violência nas ruas os manifestantes pró-Morales, depois do golpe.

Mataram 36 pessoas a tiros, a maioria nas chacinas de Senkata e Sacaba. Nesta sexta-feira, a Procuradoria-Geral a denunciou por esses crimes, classificados como genocídio, com pena de até 20 anos de prisão.

Jeanine é a ‘mártir’ que o fascismo tenta produzir, enquanto Camacho continua caçando Evo Morales, para que não seja candidato nas próximas eleições. A extrema direita está mais preocupada em atacar Morales do que em salvar os amigos presos.

Os candidatos a miliciano no Brasil precisam saber o que, quando um golpe fracassa, a direita faz com paramilitares derrotados e presos.






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Eleição no Peru cada vez mais parecida com a da Bolívia em 2019 pode gerar novo golpe


Faltando menos de 10% das urnas a serem computadas, a direitista Keiko Fujimori lidera com uma diferença de 0,45% de vantagem sobre o professor comunista Pedro Castillo as eleições presidenciais no Peru, que aconteceram neste domingo. 
 
Na divulgação anterior, a vantagem de Fujimori sobre Castillo era de mais de 5%, e as urnas a serem computadas são da área rural, de onde vem Castillo.
 
Assim como aconteceu nas eleições bolivianas em 2019, Evo Morales (com quem Pedro Castillo tem muitas semelhanças, inclusive quanto a planos de governo) estava atrás e virou nos votos rurais ocasionando a contestação de sua vitória e o subsequente golpe.
 
O mesmo pode acontecer no Peru agora. Pois os interesses dos Estados Unidos no país costumam agir como em qualquer outro do continente, usando de todas as armas para fazer valer sua vontade.
 
A única chance de Castillo levar a eleição seria uma vitória consagradora, o que infelizmente não aconteceu.
 
É esperar para ver se Castillo vira e ultrapassa os pouco mais de 300 mil votos que Fujimori tem de vantagem nos quase 2 milhões a serem apurados. E se sua vitória, se vier, será respeitada ou teremos novo golpe made in USA.





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Documentário 'Fue Golpe' conta história recente da Bolívia: o golpe, os massacres contra o povo, até a vitória de Arce e a volta de Evo ao país


O ex-presidente Evo Morales, em sua página no Facebook, escreveu que “Fue Golpe” é um documentário autogerido e independente, é uma homenagem ao povo boliviano e sua luta pela recuperação da democracia. O trabalho mostra como se desenrolou o golpe de Estado na Bolívia em novembro de 2019, com a participação da Organização dos Estados Americanos (OEA) ”.

A seguir, na íntegra.



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Bolívia prende ex-presidente, chefe das Forças Armadas, todos os que participaram do golpe e quer punição para secretário geral da OEA


Não se ataca a democracia impunemente. Essa a lição que a Bolívia está dando ao mundo, especialmente à América Latina e que se encaixa como luva em nosso Brasil golpeado e depois vítima de uma eleição fraudada, sem que pudesse concorrer o homem que liderava todas as pesquisas, e com uma enxurrada de dezenas de milhões de fake news contra Haddad patrocinadas por empresários, o que é duplamente ilegal.
 
Já foram presos a ex-presidente Jeanine Áñez, o comandante em chefe das Forças Armadas Williams Kaliman, o general Pastor Mendieta, que foi quem solicitou a entrega do cargo por Evo Morales. Todos acusados de terrorismo, sublevação e conspiração.
 
Agora a Promotoria estuda ajuizar ação contra o secretário geral da OEA, Luis Almagro, que na ocasião, sem provas, disse que havia indícios de fraudes na eleição que elegeu Evo Morales para um novo mandato, o que acabou disparando o golpe.
 
Tempos depois, relatório da própria OEA confirmou a lisura da eleição de Morales. Mas tarde demais. Como aconteceu aqui com o reconhecimento de que Lula não poderia sequer ser julgado por Moro e pela república da Curitiba por não ser o foro adequado.
 
Esperemos que quando tudo isso acabar ("isso" é Bolsonaro e sua turma), o Brasil mande a julgamento todos os golpistas, desde o primeiro traíra, Temer, passando por Eduardo Cunha, o ex-comandante do Exército Villas Boas, Bolsonaro e todos os que desrespeitaram e desrespeitam a democracia.




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Ex-presidente golpista da Bolívia presa com outros comandantes do golpe de 2019

A ex-presidente golpista da Bolívia, Jeanine Ánez, está presa e demais ministros e comandantes do golpe de Estado de 2019 estão com ordem de prisão decretada pelo governo democrático recém eleito na Bolívia.
A Promotoria Departamental de La Paz, Bolívia, emitiu na sexta-feira um mandado de prisão contra o ex-presidente de fato e vários de seus ministros acusados ​​de crimes de "terrorismo, sedição e conspiração".

O ex-comandante da Polícia, coronel Yuri Calderón, e o ex-comandante das Forças Armadas, general Williams Kaliman Romero, entre outros, também são procurados pela Justiça.

Depois de vencer as eleições de outubro de 2019, Evo Morales foi vítima de um golpe em novembro daquele ano, que o obrigou a deixar o país para o exílio, primeiro no México e depois na Argentina.

Añez, que na época era a ex-segunda vice-presidente do Senado, se autoproclamou presidente interina da Bolívia, em sessão legislativa que não teve quorum.

Um ano depois, o país sul-americano realizou eleições gerais vencidas pelo atual presidente Luis Arce, do Movimento pelo Socialismo (MAS), partido liderado por Morales, que assim pôde retornar do exílio.[TeleSur]

Mais dia, menos dia, os comandantes do golpe no Brasil, os que dele se beneficiaram em detrimento da vontade popular e o atual presidente (eleito mediante fraude) também serão julgados e presos por seus crimes.



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Argentina cobra novos impostos sobre grandes fortunas e espera arrecadar até R$16 bi para ajudar no combate à pandemia. Bolívia também


Começou na sexta passada a cobrança de nova alíquota sobre as grandes fortunas na Argentina. A medida é excepcional para ajudar no combate à pandemia.
A lei, aprovada em dezembro passado, estabelece uma contribuição única que será tributada progressivamente sobre as pessoas cujo patrimônio supera 200 milhões de pesos (aproximadamente R$ 11 milhões). 

Estima-se que a lei atingirá cerca de 12 mil dos 44 milhões de habitantes do país.  Cerca de 40,9% da população vive abaixo da linha da pobreza. 

Pela norma, o imposto incidirá sobre uma alíquota progressiva de até 3,5% sobre os bens declarados na Argentina e de até 5,25% sobre os que estiverem fora do país.

A arrecadação extraordinária será aplicada para fins específicos, segundo a lei.

Um total de 20% da receita irá para insumos médicos para a pandemia, outros 20% para pequenas e médias empresas (PMEs), 15% para desenvolvimentos sociais, 20% para bolsas de estudo e 25% para empresas de gás natural. 

A estimativa é que a lei arrecade cerca de US$ 3 bilhões (aproximadamente R$ 16 bilhões).[Estadão]

A Bolívia vai pelo mesmo caminho.

Na Bolívia, o imposto de natureza “permanente” vai alcançar as pessoas com patrimônio superior a US$ 4,3 milhões. A estimativa do presidente Luis Arce é que a tributação arrecade cerca de US$ 15,1 milhões por ano.
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Aqui no Brasil, sob o genocida, busca-se eliminar a pobreza matando os pobres.



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Antes de Evo Morales, indígenas eram maltratados e humilhados, e é isso o que a direita racista está trazendo de volta. Assista


O presidente golpeado da Bolívia Evo Morales postou em seu perfil no Twitter imagens do passado da Bolívia, que estão novamente se fazendo presente com a chegada da direita ao poder.

São racistas e sempre desprezaram indígenas e camponeses, que são a imensa maioria da população daquele país.

 Repare nas imagens o desprezo e as agressões infames a um povo pacífico, que com a chegada de Evo Morales (que é um deles) ao poder, viu sua dignidade reconhecida.

Por isso, por mais que reprima, o governo golpista e racista não consegue paz na Bolívia. Os povos originários não querem o passado de volta. Querem, ao contrário, a volta do MAS, partido de Evo e do povo boliviano.

Aqui no blog (procurem na caixa de pesquisa aqui do blog), denuncio essa turma desde os primeiros anos do blog, que começou em 2005.

Você pode descobrir uma postagem como esta que fiz em janeiro de 2008 e repito agora:
Dois anos de governo Evo Morales. O que você nunca leu
Evo Morales assumiu o poder em 22 de janeiro de 2006 [Ok, isso você já leu...].
Gás boliviano, por ano: 2003: 451 milhões de dólares. 2004: 685 milhões. 2005: 987 milhões. Com Evo. 2006:1 bilhão e oitocentos milhões de dólares. 2007: 1 bilhão e 930 milhões de dólares.
Dívida externa: A dívida externa da Bolívia baixou de 4,9 bilhões de dólares para 2,1 bilhões, menos da metade.
O PIB per capita da Bolívia, em 2005, era de 876 dólares. Em 2006, passou a 1153 e em 2007, a 1308 dólares.
Superávit comercial. Em 2005, 605 milhões de dólares. Em 2006, mais que dobrou: 1,3 bilhão de dólares. Em 2007, 1,4 bilhão.
Terras. Em dois anos de governo, Evo Morales titulou mais de 10 milhões de hectares. Mais do que os 9,2 milhões titulados pelos governos neoliberais, no período de dez anos, entre 1996 e janeiro de 2006.
Em dois anos, diminuiu em mais de 60% o analfabetismo na Bolívia.
Em conjunto com um programa solidário de Cuba, denominado Operacion Milagro, devolveu a visão a 200 mil pessoas de baixa renda, com operações gratuitas.
Com os novos recursos dos impostos dos hidrocarbonetos, criou dois programas: um voltado para a infância e outro para os idosos.
O Juancito Pinto é um bônus, para manter a criança na escola. Beneficia mais de 1,4 milhão de crianças.
O Renda Dignidade garante aos idosos acima de 60 anos que não têm direito à aposentadoria cerca de 310 bolivianos por ano, enquanto os aposentados ganharão aproximadamente 235 bolivianos. Antes, somente os aposentados acima de 65 anos tinham direito a 235 bolivianos.
É contra esses chamados desvios populistas e assistencialistas - o Juancito Pinto e O renda Dignidade - que se bate a direita racista, preconceituosa e golpista.
Você, meu arguto leitor, minha sagaz leitora, havia tomado conhecimento de alguma dessas informações na nossa mídia democrática?
Assista ao vídeo postado por Evo no Twitter.

Nojo desses racistas covardes.




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Bilionário da Tesla e senador de Trump confirmam participação dos EUA em golpe na Bolívia 'e em quem quisermos. Lide com isso'


A arrogância dos bilionários foi exposta num tweet do dono da Tesla e do Space X, Elon Musk.

Musk tweetou contra medidas protetivas de governos e recebeu resposta de um tweeteiro, que denunciou o golpe de Estado na Bolívia.

A resposta de Musk ao tweet [veja imagem abaixo] não só confirmou a participação dos EUA e do capitalismo financeiro e seus bilionários (como o próprio Musk) no golpe, como deixou o rabo do gato de fora ao vir à tona sua arrogância, quando arrematou:
"We will coup whoever we want". Vamos golpear quem quisermos. "Deal with it." (Lide com isto ou chupa essa manga ou e daí?)
O presidente da Bolívia golpeado por Musk e outros, Evo Morales, publicou um print da conversa em seu perfil no Twitter [imagem abaixo] e comentou:


Elon Musk, dono da maior fábrica de carros elétricos, fala sobre o golpe em #Bolivia : "Vamos golpear quem quisermos." Outra prova de que o golpe foi devido ao lítio boliviano; e dois massacres como saldo. Sempre defenderemos nossos recursos!
A repercussão foi instantânea e mundial, a ponto de o bilionário afinar e apagar sua tweetada, mas tarde demais, pois já havia sido printada por todo o planeta.

Aproveitando a onda, o senador republicano (partido de Trump) Richard Black deu uma declaração confirmando a participação dos Estados Unidos no golpe na Bolívia [imagem lá em cima].

A participação dos EUA no golpe no Brasil da deposição de Dilma ainda não foi assumida, mas está clara com a participação ilegal do FBI na Lava Jato, sem contar as verbas bilionárias que impulsionaram manifestações de rua, compraram deputados da "turma do Cunha"e dispararam milhões de mensagens via WhatsApp para eleger o genocida Bolsonaro.

Mas a verdade é como a água, vai se infiltrando, persistindo, até que deságua.




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Na Bolívia, golpe e partidos de direita pressionam Tribunal Eleitoral para que casse registro do MAS, Partido de Evo Morales


O presidente da Bolívia Evo Morales, destituído do poder por um golpe de Estado, com apoio dos EUA, direita racista e milicianos bolivianos, faz nova denúncia de mais um golpe contra o povo boliviano.

Partidos de direita unidos entraram na Justiça para cassar o registro do Movimiento al Socialismo (MAS), Partido de Evo, dos indígenas e de Luis Arce, líder nas pesquisas e possível novo presidente eleito em primeiro turno se não houver novo golpe.

Escreveu Evo em seu perfil no Twitter:
Ao longo da história, durante a colônia e a república, o movimento indígena foi excluído e difamado. Agora, existem aqueles que tentam proibi-lo porque ainda não entendem que ao banir a maioria estão banindo a democracia.
Partidos de direita, incluindo o governo de fato de Áñez, ameaçam aprisionar membros do @TSEBolivia se não proibirem o MAS-IPSP, o maior movimento político da história da # Bolívia, que está levando um candidato vencedor às eleições como @LuchoXBolivia , Luis Arce.
Os Partidos de direita querem cassar o MAS porque dizem que o Partido fraudou a Justiça quando da vitória de Evo nas últimas eleições, que foram impugnadas sem provas de fraude, mas pelo golpe. 
No total, seis partidos políticos, incluindo Somos Pueblo, Comunidade Ciudadana, Creemos, Juntos, Libre 21 e 21F, entraram com ações judiciais nesse sentido com a mais alta autoridade eleitoral. Dessa forma, todos os recursos foram admitidos e o MAS-Ipsp foi notificado para responder dentro de 48 horas, que expiram nesta quinta-feira.

Da mesma forma, o governo de fato liderado pela auto-intitulada presidente Jeanine Áñez ameaçou diretamente os magistrados do TSE de colocá-los na prisão se a participação dos MAS-Isps nas próximas eleições não for invalidada. [TeleSur]



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Com 100% das urnas apuradas, Evo Morales vence no 1º turno

Print de gráfico com vitória de Evo Morales

Em apuração cercada de polêmica, Evo Morales vence Carlos Mesa por diferença que lhe garante a eleição em primeiro turno


Com 100% das unas apuradas, foi confirmada a vitória de Evo Morales [imagem acima, que é print da página do TSE da Bolívia].

Evo Morales 47,08% e Carlos Mesa 36,51%, uma diferença de 10,57%, bastante para a eleição.

Na Bolívia, a eleição é definida em primeiro turno quando o vencedor consegue 50% mais um voto ou mais de 40% dos votos com uma diferença de mais de 10% sobre o segundo.


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Evo Morales reeleito em primeiro turno na Bolívia

Evo presidente reeleito

Com os votos da área rural, Evo abre vantagem necessária para vitória em primeiro turno



Com 95,22% dos votos computados, Evo Morales colocou mais de 10 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Carlos Mesa: 46,86 a 36,73.

Ontem, os números indicavam um possível segundo turno entre os dois. Mas os analistas não levaram em conta que 70% das urnas restantes eram do meio rural. E aí o índio Evo Morales arrancou para a vitória.

Na Bolívia, o presidente é eleito se conseguir 50% mais um de votos ou mais de 40% dos votos, desde que com mais de 10% de vantagem sobre o segundo. Exatamente o que aconteceu.

Ainda restam aproximadamente 4,8% dos votos a serem computados, mas são da mesma área que tem dado expressiva votação a Evo, o que deve aumentar ainda mais a distância que o separa de Mesa.

Como aconteceu em 2014 no Brasil, quando Aécio cantava vitória, mas viu Dilma passá-lo com os votos do interior do Brasil, Mesa começa a dizer que não aceita o resultado do pleito e incentiva a violência na população.

Fontes: Telesur e o jornal de direita La Razón.

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Evo abre 18 pontos de vantagem na Bolívia, em pesquisa Ipsos

Pesquisa Ipsos com vantagem de Evo

A uma semana das eleições presidenciais, Evo Morales abre 18 pontos de vantagem sobre Mesa


Neste próximo domingo, 20 de outubro, serão realizadas eleições gerais para escolher 352 autoridades nacionais, 36 senadores, 130 deputados, presidente e vice-presidente da Bolívia, além de nove representantes perante órgãos supraestaduais, cada um com seus respectivos suplentes.

Pesquisa desta semana do Instituto Ipsos, realizada em Beni, Cochabamba, La Paz, Oruro, Potosí e Tarija, apontou 40% para o candidato do Movimento ao Socialismo (MAS), Evo Morales, seguido por Carlos Mesa, da coalizão Comunidad Ciudadana (CC), com 22%; do candidato da Bolívia, diz Não, Oscar Ortiz, com 10%; e do candidato do Partido Democrata Cristão, Chi Hyun Chung, com 6%.

Fonte: TeleSur.

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Direita racista boliviana não é solidária nem na tragédia

Nelson Rodrigues dizia que o mineiro só é solidário no câncer. Pois a direita boliviana, nem na tragédia.

A Bolívia é um país pobre. Em algumas regiões, paupérrimo. Vem sendo castigado de forma inclemente pelo fenômeno conhecido como La Niña, chuvas intensas que alagam ruas e casas e desalojam milhares de bolivianos, especialmente – como sempre - os mais pobres.

São 32 mil famílias afetadas, 35 mortos e quatro desaparecidos.

Mas a direita racista boliviana não está nem aí para isso. A Coordenadoria de Povos Étnicos de Santa Cruz e a Central de Povos Étnicos Mojeños acusam os governos de Santa Cruz e Beni de colocarem os interesses políticos acima da solidariedade, negando-se a oferecer ajuda humanitária aos que não apóiam a luta pela autonomia dessas cidades.

Como se sabe, a direita racista boliviana quer dar um golpe de Estado e tirar do poder o índio presidente. Mas enquanto não conseguem esse intento, querem autonomia administrativa total, como se fossem países independentes. Querem separar-se do governo central. Exatamente o oposto do que querem os mais pobres – em sua imensa maioria índios e descendentes – que têm pela primeira vez na História da Bolívia a possibilidade de fazer parte da sociedade, serem ouvidos e terem suas reivindicações atendidas. A direita quer se excluir, enquanto a imensa maioria da população quer a inclusão social.

Segundo o dirigente dos mojeños Ernesto Sanchez “las prefecturas de Cochabamba y Santa Cruz en el río Ichilo, sólo están ayudando a las personas que firmaron para el estatuto autonómico y no así con las comunidades que rechazaron este documento”.

Como se não bastasse, os meios de comunicação desses locais desinformam a população e dizem que a ajuda humanitária é local, quando na verdade vem do governo Evo e da comunidade internacional – inclusive brasileira.

Lá como aqui, o golpismo e a mídia andam de mãos dadas, usando a desinformação ou a informação manipulada para seqüestrar a população da realidade que a cerca, como afirmei em outra postagem, que repito agora:

O presidente Lula deu uma declaração em Cuba condenando os seqüestros como forma de luta política, o que foi repercutido por toda a nossa “grande imprensa”.

Mas, e quando não é a pessoa que é retirada da realidade? Quando a realidade é que é seqüestrada da pessoa, como vem acontecendo no Brasil?

Quem acompanha o Brasil pelos jornalões, pelas emissoras de TV – em especial pela Rede Globo – tem sua realidade seqüestrada.

Quer prova maior disso que a absurda correria da população aos postos de vacinação para se prevenir de uma epidemia de febre amarela que só existe na mídia? Duas pessoas já foram internadas com overdose de vacina por conta disso.

Ambas as formas de seqüestro são condenáveis, mas a população desinformada pela mídia corporativa só toma conhecimento de uma, enquanto é manipulada pela outra.

Leia também:

» Dois anos de governo Evo Morales. O que você nunca leu

» Golpistas bolivianos vão ter que enfrentar as urnas

» Golpistas bolivianos plagiam projeto de Estatuto da Catalunha

» Vídeo: Racistas bolivianos agridem covardemente um ‘índio de mierda’

Dois anos de governo Evo Morales. O que você nunca leu

Evo Morales

Evo Morales assumiu o poder em 22 de janeiro de 2006 [Ok, isso você já leu...].

Gás boliviano, por ano: 2003: 451 milhões de dólares. 2004: 685 milhões. 2005: 987 milhões. Com Evo. 2006:1 bilhão e oitocentos milhões de dólares. 2007: 1 bilhão e 930 milhões de dólares.

Dívida externa: A dívida externa da Bolívia baixou de 4,9 bilhões de dólares para 2,1 bilhões, menos da metade.

O PIB per capita da Bolívia, em 2005, era de 876 dólares. Em 2006, passou a 1153 e em 2007, a 1308 dólares.

Superávit comercial. Em 2005, 605 milhões de dólares. Em 2006, mais que dobrou: 1,3 bilhão de dólares. Em 2007, 1,4 bilhão.

Terras. Em dois anos de governo, Evo Morales titulou mais de 10 milhões de hectares. Mais do que os 9,2 milhões titulados pelos governos neoliberais, no período de dez anos, entre 1996 e janeiro de 2006.

Em dois anos, diminuiu em mais de 60% o analfabetismo na Bolívia.

Em conjunto com um programa solidário de Cuba, denominado Operacion Milagro, devolveu a visão a 200 mil pessoas de baixa renda, com operações gratuitas.

Com os novos recursos dos impostos dos hidrocarbonetos, criou dois programas: um voltado para a infância e outro para os idosos.

O Juancito Pinto é um bônus, para manter a criança na escola. Beneficia mais de 1,4 milhão de crianças.

O Renda Dignidade garante aos idosos acima de 60 anos que não têm direito à aposentadoria cerca de 310 dólares bolivianos por ano, enquanto os aposentados ganharão aproximadamente 235 dólares bolivianos. Antes, somente os aposentados acima de 65 anos tinham direito a 235 dólares bolivianos.

É contra esses chamados desvios populistas e assistencialistas - o Juancito Pinto e O renda Dignidade - que se bate a direita racista, preconceituosa e golpista.

Você, meu arguto leitor, minha sagaz leitora, havia tomado conhecimento de alguma dessas informações na nossa mídia democrática?

Não quero perpetuar-me no poder, nem que meu passado se repita em milhões de pobres, em indígenas marginalizados. Queremos vencer esse passado colonial com a arma da justiça e da igualdade. [Evo Morales, em seus discurso de dois anos de governo]

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Golpistas bolivianos plagiam projeto de Estatuto da Catalunha

Não basta que seja golpista, preconceituosa, racista e violenta. A direita boliviana é preguiçosa. Para dar o golpe e declarar a independência da província de Santa Cruz, eles simplesmente plagiaram descaradamente (em vários trechos simplesmente copiaram) o “Estatuto de Autonomia da Catalunha [Espanha]”, de 1979.

Repare nas coincidências. Trecho do Estatuto da Catalunha:

En el proceso de recuperación de las libertades democráticas, el pueblo de Cataluña recobra sus instituciones de autogobierno.

Cataluña, ejerciendo el derecho a la autonomía que la Constitución reconoce y garantiza a las nacionalidades y regiones que integran España, manifiesta su voluntad de constituirse en comunidad autónoma.

En esta hora solemne en que Cataluña recupera su libertad, es necesario rendir homenaje a todos los hombres y mujeres que han contribuido a hacerlo posible.

El presente Estatuto es la expresión de la identidad colectiva de Cataluña y define sus instituciones y sus relaciones con el Estado en un marco de libre solidaridad con las restantes nacionalidades y regiones. Esta solidaridad es la garantía de la auténtica unidad de todos los pueblos de España.

Agora o Estatuto de Santa Cruz:

En el proceso de recuperación de las libertades democráticas, el pueblo cruceño recobra sus instituciones de autogobierno.

Santa Cruz, ejerciendo el derecho a la autogestión, que eligió a través del voto, con un Si rotundo a la pregunta del Referéndum vinculante sobre Autonomías Departamentales, de manera soberana ha determinado constituirse en Departamento Autónomo.

En esta hora solemne en que Santa Cruz recupera su Libertad, es necesario rendir homenaje a todos los hombres y mujeres que han contribuido para hacerlo posible, pues la Libertad, la Democracia y la Justicia, son fundamentos de la forma de vida que nos enseñaron nuestros próceres.

El presente Estatuto es la expresión de la identidad colectiva de Santa Cruz y define sus instituciones, así como las relaciones con el Estado, en un marco de libre solidaridad con todos los departamentos de la República. Esta solidaridad es la garantía de la auténtica unidad de todos los pueblos de Bolivia. [leia mais sobre as coincidências aqui]

Aos racistas bolivianos, como já mostrei aqui, só interessa a violência. E são apoiados pelos EUA e pela Espanha, via PRISA, logo, Opus Dei.

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Na Bolívia, encontro marcado entre a fome e a vontade de comer

Do Portal Terra:

Os líderes da rica região boliviana de Santa Cruz convocaram nesta quarta-feira o resto do país a iniciar "uma greve de fome geral e indefinida" a partir de segunda-feira para protestar contra o presidente Evo Morales.

Felizes dos que podem se dar ao luxo de marcar dia e hora em que terão fome.

O Blog do Mello sugere ao presidente Evo Morales que mande ao encontro dos que convocam para a greve de fome todos os que querem acabar com ela.

Talvez com esse fantástico encontro entre a fome e a vontade de comer o mundo entenda o que está acontecendo na Bolívia.

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Na votação da Nova Constituição boliviana, a farsa se repete como farsa

Nas últimas eleições parlamentares na Venezuela, a oposição sem votos tentou uma jogada contra Chávez. Em vez de disputar, fugiu das urnas e simplesmente não indicou candidatos. Resultado: só se elegeram, obviamente, simpatizantes de Chávez e “neutros”.

A partir daí, a mesma oposição que não lançou candidatos passou a dizer que na Venezuela não existe democracia, porque Chávez controla o Poder Legislativo...

Como na América Latina não é a história que se repete como farsa, mas uma farsa que se repete em outra, a oposição sem votos na Bolívia está tentando o mesmo contra Evo Morales.

Como são minoria na Assembléia da Nova Constituição Boliviana, trataram, desde o início, de dificultar as coisas para Evo. A cada dia faziam uma nova exigência para votar a reforma. Evo cedia. Até que finalmente o presidente boliviano percebeu que o objetivo da oposição sem votos não era conseguir colocar suas reivindicações na Nova Constituição, mas simplesmente adiar sua votação para que o prazo final para que ela fosse votada, 14 de dezembro, fosse ultrapassado. Com isso, não haveria reforma alguma.

Evo Morales percebeu que o que tinha a fazer era acelerar a aprovação da Nova Constituição. A oposição sem votos foi às ruas, com manifestações violentas. Restou ao presidente, para garantir a votação, instalar a Assembléia num quartel.

Acuada, a oposição sem votos fez como sua co-irmã na Venezuela, simplesmente não mandou seus representantes para a votação. A Nova Constituição foi aprovada e agora eles dizem que ela não pode ser referendada.

Existe uma forma de conseguirem isso. A Nova Constituição irá a referendo popular. Por que não tentam recusá-la nas urnas?

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Jornalista da BBC de Londres morre na Bolívia

A notícia foi divulgada agora há pouco pela Agência Boliviana de Informação e ainda não está nem no site da BBC. [É o Blog do Mello na frente da BBC, sorry...]

A Lola Lola Almudevar morreu, após o veículo em que viajava envolver-se em um triplo acidente hoje pela manhã, em Ayo Ayo, no caminho entre La Paz e Oruro. Também estava com ela um correspondente da Reuters, Eduardo Garcia Gil, que está ferido.

Além dos dois jornalistas, morreram mais três pessoas no acidente, que, segundo informações, foi provocado por um caminhão de frutas. Lola Almudevar e Garcia Gil estavam indo cobrir os últimos acontecimentos na cidade de Sucre.

Certamente isso vai trazer novas complicações para o presidente Evo Morales, pois a oposição sem votos, que se absteve de votar a Nova Constituição e agora quer derrubá-la no tapetão, vai tentar colocar a morte da jornalista na conta de Evo.

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Bolívia vai acabar com o analfabetismo até o final do ano que vem

Li no Blog do Emir a notícia de que até o final do ano que vem não haverá mais analfabetos na Bolívia.

Utilizando-se do método cubano de alfabetização (em Cuba, é bom lembrar, não há analfabetos), chamado “Yo, si Puedo” (Eu, sim, Posso) o governo de Evo Morales está conseguindo cumprir a meta de acabar com o analfabetismo em 30 meses, lançada em março de 2006.

Além da ajuda de Cuba, Evo conta com a da Venezuela (onde, também é bom lembrar, não há analfabetos). O governo de Chávez colaborou com quase dez mil geradores a energia solar e 200 mil livros.

O fato é tão espetacular que mesmo o principal jornal de oposição a Evo Morales (La Razón) o elogia em editorial.

Por que o presidente Lula não lança algo semelhante no Brasil? Acabar com o analfabetismo no país até o final de seu governo seria uma bela conquista.

Se “eles, sim, podem”, por que nós não podemos?

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