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Barriga da Globo cai como uma 'uva' nas pretensões ditatoriais de Bolsonaro

Barriga da Globo

Há 13 anos, Kamel escreveu ao Blog do Mello dizendo que a Globo 'não põe nada no ar sem checar autenticidade'


A imensa barriga do Jornal Nacional de anteontem, que afirmou que motorista envolvido no assassinato de Marielle pediu para ir à casa de Bolsonaro no dia do crime, o que se provou erro colossal em menos de 12 horas, custa mais caro à empresa do que perda de credibilidade — ajuda Bolsonaro em sua luta pelo obscurantismo e controle da imprensa.

O Jornal Nacional teve que gastar grande parte de sua edição de ontem na tentativa de limpar a barrigada e tentar justificar o injustificável: como a maior emissora de TV do país em seu principal produto informativo comete um erro crasso desses envolvendo o presidente da República, ainda que esse presidente seja Jair Bolsonaro (eleito mediante fraude)?
Curioso que, em 2006, quando do acidente da Gol, abalroado em pleno voo pelos estadunidenses do Legacy, o diretor de Jornalismo da Globo Ali Kamel escreveu ao Blog do Mello criticando uma postagem feita aqui que afirmava que o Jornal Nacional não dera a notícia do acidente porque não queria ofuscar a montanha de dinheiro vazada pelo delegado Bruno ao JN e que acabou levando a disputa entre Lula e Alckmin a um segundo turno improvável.
"Porque a Globo não põe nada no ar sem checar autenticidade. Mesmo recebendo de uma fonte credenciada. É zelo. É cuidado" escreveu Kamel.
Parece que o zelo e o cuidado não foram levados em conta na hora da produção da reportagem sobre o presidente, e a Globo está pagando por isso, mas, pior, o país inteiro paga junto, pois vai aumentar ainda mais o ataque de Bolsonaro a qualquer notícia que o desagrade, como sendo fake news para derrubá-lo.

Lamentável.

* Por que a "uva" no título você confere nas palavras do Queiroz aqui.

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O dia em que Kamel preferiu não testar hipóteses

O professor Ali Kamel, diretor de jornalismo de Rede Globo, aquele que ensina que não existe racismo no Brasil (mas, segundo ele, pode vir a existir, caso o movimento negro continue a defender a política de cotas); que Bush fez bem em testar a hipótese da existência de bombas no Iraque e, por isso mesmo, bombardear e invadir aquele país; que a Globo errou por incompetência e não por má-fé no escândalo Proconsult, em 1982; que não manipulou desavergonhadamente a edição do último debate entre Lula e Collor na eleição de 1989; este Kamel, para justificar a cobertura que o Jornal Nacional fez do acidente com o Airbus da TAM em Congonhas, disse que eles apenas estavam “testando hipóteses”.

"A grande imprensa se portou como devia. Como não é pitonisa, como não é adivinha, desde o primeiro instante foi, honestamente, testando hipóteses, montando um quebra-cabeça que está longe do fim".

Mas nem sempre Kamel age assim, testando hipóteses. Por exemplo: no ano passado, às vésperas do primeiro turno das eleições presidenciais, a Globo recebeu do delegado Bruno as fotos do dinheiro apreendido pela Polícia Federal, no polêmico caso do dossiê. Embora dispusesse do material desde cedo, a Globo aguardou o JN para que a notícia pudesse ser mais espetacular.

Mas aí, às 18h50, acontece o terrível acidente envolvendo o Boeing da Gol e o jatinho da ExcelAire. A Globo recebeu a notícia, ainda incompleta e vaga, mas se ela fosse ao ar na mesma edição disputaria a atenção do público com a montanha de dinheiro. E aí, em vez de testar hipóteses, como no acidente da TAM, o que fez Kamel?

"As primeiras informações sobre o desaparecimento de um avião nos chegaram quando o JN já estava havia muito no ar (o telejornal teve início às 20h). Imediatamente, nossas equipes saíram à cata de informações, que eram escassas e sem confirmação. Seria um avião de passageiros que estava desaparecido ou atrasado? Ele era da Gol ou da Embraer? Ele sumiu em Mato Grosso, indo para Brasília, ou no Pará, indo para Manaus? Em nossas redações, foi aquela correria, mas todos tínhamos uma convicção: só poríamos a informação no ar quando tivéssemos certeza dela."

Por que agiu assim? O leitor quer testar hipóteses?

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CPI aponta culpa dos pilotos americanos no acidente com o Boeing da Gol

Relatório preliminar da chamada CPI do Apagão Aéreo afirma que os pilotos americanos do jatinho Legacy foram os principais culpados pelo acidente com o Boeing da Gol, que resultou na morte de 154 brasileiros.

Isto é uma desgraça para os pitblogueiros e sua turma, por dois motivos. Primeiro, porque eles acham que o Brasil é um país de quinta categoria, com um povo que ainda não tem nem qualificação. Só livram a cara deles mesmos (é claro), dos patrões (sempre), da tchurma e de seus acólitos. O segundo motivo é mais óbvio. Apontando a culpa dos americanos, o relatório diminui a importância dos controladores como causadores do acidente, tirando assim o foco do governo do presidente Lula – que, como todos sabemos, é responsável por tudo o que acontece de ruim no mundo, desde que sugeriu a Eva que convencesse Adão a provar do fruto do paraíso...

O problema dos pitblogueiros é que eles costumam desancar a ignorância dos outros, sem perceber que pelo menos essa desculpa – da ignorância – eles têm. No caso dos pitblogueiros, nem ela.

Relatório da FAB já apontou que os americanos Paladino e Lepore desligaram o transponder, quando pensavam estar sintonizando o rádio. Assim ficaram sem uma coisa e outra. Deu no que deu.

Falem o que quiserem falar, mas se os americanos tivessem seguido o plano de vôo original estabelecido, se não tivessem desligado o transponder e tirado o rádio do ar, nada disso teria acontecido.

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Acidente do Boeing da Gol: FAB afirma que pilotos americanos do Legacy desligaram transponder

Está na Folha de hoje, reportagem de Eliane Cantanhêde que informa que a Comissão de inquérito da Aeronáutica concluiu que os pilotos americanos confundiram o aparelho anticolisão e o rádio do Legacy. Joe Lepore e Jan Paladino teriam digitado os códigos de freqüência do rádio no transponder, prejudicando o funcionamento de ambos. Como se vê, juntando os dois ao jornalista americano de aluguel que os acompanhava temos Os Três Patetas, em versão macabra, já que mataram 154 brasileiros.

Desde a primeira semana depois do acidente, tenho afirmado aqui que os grandes culpados são os pilotos americanos. Embora até hoje eu não tenha conseguido encontrar um motivo real (a não ser uma subserviência total aos EUA e uma necessidade de criticar o governo Lula de qualquer jeito) nossa imprensa tem praticamente livrado a cara dos americanos e culpado alternada ou cumulativamente os controladores de vôo brasileiros e nosso sistema de controle aéreo.

Até um oficial da FAB veio em defesa dos americanos, como mostrei aqui, chegando a levantar a inacreditável hipótese de que os aviões não teriam se chocado, o Boeing estaria se desfazendo sozinho no ar e uma peça dele teria caído sobre o jatinho...

Em maio passado voltei ao assunto, quando advogados dos americanos quiseram novamente livrar a cara deles. Reproduzo a postagem a seguir.







Estão querendo empurrar a culpa pelo acidente que envolveu o jato Legacy da empresa americana ExcelAire e um Boeing da Gol para as costas dos controladores de vôo brasileiros. O motivo é um só: o pagamento das milionárias indenizações às famílias das 154 vítimas do acidente – todas passageiros e tripulantes do Boeing da Gol.

No entanto, todos os laudos vão confirmando aquilo que já se sabe desde o início. O jatinho Legacy, pilotado pelos americanos Lepore e Paladino, voava desde São José dos Campos com destino a Manaus. O transponder (equipamento que transmite informações precisas sobre avião e vôo) funcionava normalmente. Até que, exatamente quando sobrevoava Brasília, o transponder pára de funcionar. A comunicação entre os americanos e o centro de controle de vôos, que estava em pleno funcionamento, também é misteriosamente interrompida. E isso acontece no instante em que os americanos não cumprem uma determinação do plano de vôo, a de mudança de altitude na entrada em Brasília. Vem o acidente e, milagrosamente, transponder e comunicação voltam a funcionar.

Não há relato de que algo semelhante tenha acontecido a qualquer outra aeronave que sobrevoava nosso espaço aéreo naquele instante. Portanto, o foco das investigações deve ser: por que transponder e comunicação não funcionaram durante aquele período, se estavam OK antes de Brasília e assim voltaram a ficar após o acidente? Falha do equipamento ou falha dos pilotos?

Foram realizados testes nos equipamentos. Eles estavam funcionando perfeitamente. Logo, o problema aconteceu com os pilotos americanos. E é para livrar a cara deles que vêm sendo expelidos documentos e aconselhamentos por diferentes órgãos americanos, de tempos em tempos.

A novidade da hora vem de um relatório do Conselho Nacional de Segurança dos Transportes dos Estados Unidos (NTSB, na sigla em inglês). Segundo o NTSB, o transponder, embora em perfeito estado (sic), não estava funcionando no momento do acidente porque estava em standby (quem o colocou em standby?...). Segue dizendo que este aviso estava escrito no painel da aeronave, mas os pilotos não perceberam (distraídos, não?). Então, sugere que um aviso sonoro ou equivalente passe a acompanhar o aviso visual.

Receitam, como se isso fosse uma falha do transponder do Legacy (não custa lembrar que o jatinho é fabricado pela Embraer). Só que o alerta unicamente visual é padrão em todos os aviões do mundo. Portanto, os pilotos sabem que têm de ficar de olho no monitor. Durante o intervalo de uma hora entre a perda de contato e o acidente, eles tiveram bastante tempo para olhar o monitor, mas não o fizeram.

Logo, concluem americanos, pilotos e seus advogados, os controladores do Brasil teriam de se comunicar com eles para avisá-los:

- Ei, acorda, se liga, o transponder está desligado!

Mas, como, se também não havia comunicação via rádio entre o jatinho e o Cindacta? Já li duas versões sobre o fato: uma diz que o rádio estava no volume mínimo (quem o teria diminuído?). A outra, que ele estava sendo operado em freqüências erradas (mais uma vez, quem?).

De qualquer maneira, querem nos fazer crer (e nossa bela mídia faz um grande esforço para que eles o consigam) que o problema aconteceu por causa dos nossos controladores, que não são nenhuma Brastemp, e por culpa de nosso sistema de controle aéreo (nós um país de botocudos e tupiniquins). Dão a entender que é um problema nosso, que se fosse nos Estados Unidos o acidente não aconteceria.

No entanto (e sobre isso a nossa grande mídia não dá uma palavra), nem um mês após o acidente aqui no Brasil, um aviãozinho deu um passeio por Nova Iorque e resolveu “estacionar” no meio de um prédio. Os controladores e o controle de vôo da maior potência do mundo (ainda por cima vivendo a paranóia do 11 de setembro) bateram cabeça, como mostra a reportagem da CNN acima.

Portanto, não me venham com essa. Tirem a mão do meu bolso, porque o que eles querem é que a culpa recaia sobre nosso controle do vôo, para que todos nós, brasileiros, tenhamos que pagar agora com dinheiro (das indenizações) o que antes já pagamos com as 154 vidas de brasileiros, que morreram simplesmente porque os americanos não leram o aviso no painel que afirmava que o transponder estava em standby.

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Repórteres nos aeroportos para provocar notícia

Vamos falar sério. Já está ridícula a cobertura da imprensa nos aeroportos. Chuva, nevoeiro, mau tempo sempre causaram atrasos em vôos – e não somente no Brasil, mas em qualquer lugar do mundo.

No entanto, para nossas emissoras de TV parece que não. Repórteres espalhados pelos principais aeroportos estão à procura de um fato espetacular, de preferência com vítimas. E ele certamente virá, mais dia, menos dia.

Há alguns meses, um covarde-valentão (ou valentão-covarde, se preferirem) agrediu a funcionária de uma companhia aérea. Na ocasião, pessoas intervieram e o tumulto parou por ali – ainda mais, porque o valentão ficou calminho quando confrontado por outro homem.

Mas as reportagens a todo momento, os Ao Vivo a toda hora funcionam como isca, parecem dizer “quem quer aparecer na TV?”, “quem quer ser notícia no Jornal Nacional?”. E há quem seja capaz de tudo para aparecer na telinha.

Mas o que a gente quer saber, ninguém responde: por que esses estranhos problemas sintomaticamente passaram a aparecer nos aeroportos brasileiros imediatamente após a colisão do Boeing da Gol com o jatinho pilotado por dois americanos e que causou a morte de 154 brasileiros?

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Acidente do Boeing da Gol: Americanos e grande mídia acham que somos os culpados







Estão querendo empurrar a culpa pelo acidente que envolveu o jato Legacy da empresa americana ExcelAire e um Boeing da Gol para as costas dos controladores de vôo brasileiros. O motivo é um só: o pagamento das milionárias indenizações às famílias das 154 vítimas do acidente – todas passageiros e tripulantes do Boeing da Gol.

No entanto, todos os laudos vão confirmando aquilo que já se sabe desde o início. O jatinho Legacy, pilotado pelos americanos Lepore e Paladino, voava desde São José dos Campos com destino a Manaus. O transponder (equipamento que transmite informações precisas sobre avião e vôo) funcionava normalmente. Até que, exatamente quando sobrevoava Brasília, o transponder pára de funcionar. A comunicação entre os americanos e o centro de controle de vôos, que estava em pleno funcionamento, também é misteriosamente interrompida. E isso acontece no instante em que os americanos não cumprem uma determinação do plano de vôo, a de mudança de altitude na entrada em Brasília. Vem o acidente e, milagrosamente, transponder e comunicação voltam a funcionar.

Não há relato de que algo semelhante tenha acontecido a qualquer outra aeronave que sobrevoava nosso espaço aéreo naquele instante. Portanto, o foco das investigações deve ser: por que transponder e comunicação não funcionaram durante aquele período, se estavam OK antes de Brasília e assim voltaram a ficar após o acidente? Falha do equipamento ou falha dos pilotos?

Foram realizados testes nos equipamentos. Eles estavam funcionando perfeitamente. Logo, o problema aconteceu com os pilotos americanos. E é para livrar a cara deles que vêm sendo expelidos documentos e aconselhamentos por diferentes órgãos americanos, de tempos em tempos.

A novidade da hora vem de um relatório do Conselho Nacional de Segurança dos Transportes dos Estados Unidos (NTSB, na sigla em inglês). Segundo o NTSB, o transponder, embora em perfeito estado (sic), não estava funcionando no momento do acidente porque estava em standby (quem o colocou em standby?...). Segue dizendo que este aviso estava escrito no painel da aeronave, mas os pilotos não perceberam (distraídos, não?). Então, sugere que um aviso sonoro ou equivalente passe a acompanhar o aviso visual.

Receitam, como se isso fosse uma falha do transponder do Legacy (não custa lembrar que o jatinho é fabricado pela Embraer). Só que o alerta unicamente visual é padrão em todos os aviões do mundo. Portanto, os pilotos sabem que têm de ficar de olho no monitor. Durante o intervalo de uma hora entre a perda de contato e o acidente, eles tiveram bastante tempo para olhar o monitor, mas não o fizeram.

Logo, concluem americanos, pilotos e seus advogados, os controladores do Brasil teriam de se comunicar com eles para avisá-los:

- Ei, acorda, se liga, o transponder está desligado!

Mas, como, se também não havia comunicação via rádio entre o jatinho e o Cindacta? Já li duas versões sobre o fato: uma diz que o rádio estava no volume mínimo (quem o teria diminuído?). A outra, que ele estava sendo operado em freqüências erradas (mais uma vez, quem?).

De qualquer maneira, querem nos fazer crer (e nossa bela mídia faz um grande esforço para que eles o consigam) que o problema aconteceu por causa dos nossos controladores, que não são nenhuma Brastemp, e por culpa de nosso sistema de controle aéreo (nós um país de botocudos e tupiniquins). Dão a entender que é um problema nosso, que se fosse nos Estados Unidos o acidente não aconteceria.

No entanto (e sobre isso a nossa grande mídia não dá uma palavra), nem um mês após o acidente aqui no Brasil, um aviãozinho deu um passeio por Nova Iorque e resolveu “estacionar” no meio de um prédio. Os controladores e o controle de vôo da maior potência do mundo (ainda por cima vivendo a paranóia do 11 de setembro) bateram cabeça, como mostra a reportagem da CNN acima.

Portanto, não me venham com essa. Tirem a mão do meu bolso, porque o que eles querem é que a culpa recaia sobre nosso controle do vôo, para que todos nós, brasileiros, tenhamos que pagar agora com dinheiro (das indenizações) o que antes já pagamos com as 154 vidas de brasileiros, que morreram simplesmente porque os americanos não leram o aviso no painel que afirmava que o transponder estava em standby.

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Defesa de americanos do Legacy culpa controle aéreo

José Carlos Dias e Theo Dias, advogados dos pilotos do jatinho Legacy da ExcelAire, os americanos Joe Lepore e Jan Paladino, entregaram um relatório ao delegado Renato Sayão, da Polícia Federa, responsável pelo caso da tragédia do acidente com o avião da Gol, que provocou a morte de 154 pessoas.

O relatório afirma que a principal causa do choque entre o Boeing da Gol e o jato Legacy foi a falha do sistema de controle de tráfego aéreo.

Segundo reportagem de Juliano Machado no Estadão os advogados apontam que o centro de controle de Brasília "alterou erroneamente" o nível de vôo em sua faixa de dados de 37 mil para 36 mil pés sem que houvesse autorizado os pilotos americanos a mudar para essa altitude.

Os advogados também apontam falhas que teriam ocorrido em equipamentos do jatinho Legacy e que não foram comunicadas à ExcelAire pela Embraer.

Falta apenas os doutores responderem:

Por que o transponder parou de funcionar em Brasília e voltou a funcionar, providencialmente, logo após o acidente? Por que o rádio de comunicação do Legacy funcionou normalmente até Brasília, depois ficou subitamente no volume mínimo (fato registrado na caixa-preta), e só voltou a funcionar normalmente após a colisão?

O resto é manobra de advogados para evitar o pagamento das milionárias indenizações.

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