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Bolsonaro manda enfiar cloroquina goela abaixo de pacientes em Manaus para tentar se livrar de crime de improbidade administrativa


Através de seu pau mandado, o general Cloroquina que ocupa o ministério da Saúde, Bolsonaro mandou enfiar goela abaixo cloroquina em todos os pacientes de COVID de Manaus. Embora o mundo inteiro tenha abandonado o medicamento por não ter eficácia alguma contra a COVID e ainda cause efeitos colaterais que podem levar à morte do paciente.
 
Bolsonaro sabe disso. O general Cloroquina também. Mas eles fizeram a burrada (vamos supor que seja só burrice, não tenha nenhum jabá no negócio) de comprar cloroquina numa quantidade tal que dá para abastecer as necessidades do país (a cloroquina serve para a malária, por exemplo, mas não para a COVID) por 18 anos. É crime.

Então o negócio é enfiar cloroquina nos pacientes de COVID para tentar fugir de um processo por improbidade administrativa, que é motivo elencado na Constituição para seu impeachment.
 
O povo que se... Afinal, "todo mundo vai morrer um dia"...
 
Veja a carta do ministério da Saúde à secretaria de Saúde de Manaus com a mentira de que existe comprovação científica para o uso da cloroquina (é o oposto) e dizendo que é "inadmissível" que a secretaria não ministre o medicamento aos pacientes.
 
Criminosos e mentirosos. Com assinatura. Confira.





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Bolsonaro é prova viva de que cloroquina não serve para COVID-19


Embora faça propaganda da cloroquina e diga que a está tomando desde que foi diagnosticado com COVID-19 (embora não tenha apresentado atestado médico algum, só de bico), Bolsonaro afirmou hoje que testou mais uma vez positivo para o vírus (talvez aí a única coisa positiva do seu governo...).

Como, segundo especialistas, em sua forma branda as pessoas infestadas costumam ficar boas de 10 a 14 dias, Bolsonaro se transforma na maior antipropaganda do produto que anuncia, porque ele funciona como prova viva de que a cloroquina não serve para combater o vírus COVID-19 ou ele já estaria curado.

E agora, como continuar a defender via Ministério da Saúde a desova dos milhões de comprimidos de cloroquina que tem em estoque em cima dos incautos brasileiros, inclusive indígenas?

O desperdício de dinheiro público, que veio da ordem de Bolsonaro para que o Exército produzisse massivamente cloroquina, tem que gerar uma punição que doa no bolso do presidente e é mais uma porta para seu impeachment por improbidade administrativa.



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Ordem de Bolsonaro faz Exército ter estoque de cloroquina para 18 anos. Prazo de validade é de apenas dois


Prejuízo milionário. É isso o que vai trazer ao Brasil a ordem absurda de Jair Bolsonaro, sem qualquer base médica ou científica, de ordenar ao Exército a produção em massa de cloroquina para combater o coronavírus o que se verificou ineficaz.

Resultado: hoje, o Exército tem estoque do produto que daria para uso regular em 18 anos. Só que o prazo de validade da cloroquina, segundo a Farmanguinhos, do Instituto Oswaldo Cruz, é de apenas dois anos.

Quanto dinheiro vai parar no lixo, ou, então, como fez Trump (que mandou dois milhões de comprimidos para o Brasil), vai ser desovado em países subalternos.

Bolsonaro deve responder por improbidade administrativa, lei 8429, que diz, em seu Artigo 10º:
Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei.
Já há pedido de investigação de Bolsonaro sobre isso:
O subprocurador-geral, Lucas Furtado, pede que seja apurada a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na determinação de que aumentasse a produção do medicamento, sem que houvesse evidências científicas comprovando sua eficácia no tratamento da Covid-19. [Extra]
Motivos não faltam para impeachment, interdição e afastamento de Bolsonaro do cargo para investigação. Falta apenas vontade política, pois o Centrão está faturando alto com o governante moribundo. E o Rodrigo "Botafogo" Maia talvez tenha medo do que pode vir no processo da Odebrecht.



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Ministro condenado de Bolsonaro faz propaganda ilegal de automóvel e ofende um dos maiores partidos do Brasil

Tweet de Ricardo Sales

O ministro do Meio Ambiente do presidente (eleito mediante fraude) Bolsonaro Ricardo Salles foi condenado por improbidade administrativa e teve os direitos políticos suspensos por três anos. Salles ocupava então o cargo de secretário estadual do Meio Ambiente do governo de Geraldo Alckmin (PSDB). [UOL]

A condenação deve ser a principal característica que levou Jair Bolsonaro a nomeá-lo ministro.

Condenado, o ministro papagueia seu chefe e gosta de postar gracinhas no Twitter. Comete até uma irregularidade ao fazer propaganda de um automóvel.


No Twitter, ele postou o vídeo, que não repito aqui para não fazer o que ele fez, propaganda do automóvel.

Como foi criticado, Salles, mais uma vez emulando seu chefe, partiu para o ataque, novamente no Twitter [imagem no alto], ao segundo maior partido do Brasil, com a maior bancada da Câmara e uma das maiores do Senado, que governou o país por 14 anos, período de maior crescimento e desenvolvimento humano da história do país - o PT, cujo candidato teve quase 60 milhões de votos.

Em respeito ao Brasil e aos eleitores de outros partidos, que não apoiaram Bolsonaro, e aos quase 70% que não apoiam o governo agora, segundo recentes pesquisas, o ministro deveria se recolher e tentar desfazer a imagem de condenado pela Justiça, em vez de arrumar outra condenação ao usar o cargo para fazer propaganda (foi remunerado?).

O ministro, se não se cuidar, pode acabar passeando no chiqueirinho também, porque numa coisa o Brasil tem sido pródigo: desmascarar os moralistas sem moral.





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