Comentário de Antonio Mello no Fórum Mídias, da TV Fórum.
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Quando faltam argumentos, as pessoas apelam para chavões que sabem que não vão levar a nada, que fogem do assunto principal, exatamente porque não têm argumentos para defenderem suas causas.
Durante o governo anterior, qualquer denúncia que se fazia sobre o descalabro da saúde, da educação, a corrupção descarada, o negacionismo, a cloroquina, eles sacavam o chavão:
— E o PT? E o Lula?
Agora, durante o extermínio cometido pelas Forças Armadas de Israel em Gaza, com todas as características de um genocídio, a mídia corporativa, defensora de Israel (pelo menos enquanto essa for a posição dos EUA e do mercado financeiro) vem com as perguntas:
— E o 7 de outubro? E o Hamas?
Como se pudesse haver comparação entre um grupo fracamente armado e um Exército regular com uma das mais bem montadas, treinadas e equipadas Forças Armadas do mundo, que conta inclusive com armas nucleares de destruição em massa.
A melhor resposta que vi a essas perguntas veio de um cidadão, perguntado por um repórter de TV exatamente sobre o "7 de outubro", como se o ataque daquele dia justificasse o criminoso genocídio de hoje. Confira.
Pro-Palestine protester shuts down reporter's question about October 7 with a perfect answer. pic.twitter.com/amPsJcAA5z
— The Cradle (@TheCradleMedia) November 23, 2023
Pro-Palestine protester shuts down reporter's question about October 7 with a perfect answer. pic.twitter.com/amPsJcAA5z
— The Cradle (@TheCradleMedia) November 23, 2023
PT e PSB firmaram um acordo: PT apoiaria o candidato do PSB ao governo do Rio, Marcelo Freixo, e em troca o PSB apoiaria o candidato do PT ao Senado, André Ceciliano.
No entanto, o deputado do PSB Alessandro Molon, que é presidente do PSB no Rio, lançou-se candidato ao Senado e insiste em manter sua candidatura, contrariando decisão acordada entre seu partido e o PT.
Segundo li, o PSB já teria retirado o fundo partidário da campanha de Molon, que vai ter que se virar com empresários e artistas amigos. Não poderia fazer outra coisa, porque o estatuto do Partido não permitiria. E Molon é presidente do Partido no Rio.
Indignada com a insistência de Molon, parte do PT ameaça romper o acordo com o PSB e o apoio a Freixo e partir para apoiar Rodrigo Neves, o que é responder a um erro com outro. Rodrigo é de um partido que tem outro candidato a presidente que não Lula, Ciro Gomes. Em seu horário eleitoral, vai dividir palanque, tela e microfone com Ciro, em detrimento de Lula. Ambos terão o mesmo número nas urnas, que não é o 13 de Lula. É trocar uma maluquice por outra.
Dizer que Rodrigo foi do PT não resolve, porque Molon também foi.
Tudo isso só desvia a campanha do foco principal: a eleição de Lula e de seus candidatos no Rio —Freixo governador e Ceciliano senador.
Especialmente as eleições de Lula e Freixo são fundamentais para o país e o Rio. É hora de focar no principal: Lula presidente 13 e Freixo governador 40.
"Minha relação com Mino Carta é tão forte e verdadeira que Mino pode falar o que quiser, escrever o que quiser. É um desejo dele, mas o que ele tem que aprender é que eu sou partidário. Meu partido teve um processo doloroso, sete candidatos disputando uma prévia e o Jilmar ganhou. Sou muito amigo do Boulos, muito mesmo. Mas o PT tem candidato e meu candidato é o Jilmar. Eu vou tentar trabalhar para que ele tenha mais voto que os outros adversários, é só isso. Se não tiver, paciência. Mas não dá para eu entrar em campo e, por o adversário ter marcado um gol, eu já sair de campo. Eu quero ganhar o jogo", disse Lula.
Vamos ser claros? Essa é uma família de mafiosos. Carluxo é só o testa de ferro, o pitbull raivoso. O cabeça do esquema criminoso de fake news, montado com dinheiro público dentro do Palácio do Planalto, é o capo do clã: Jair Bolsonaro. Ele é o dono da milícia digital."Um por todos e todos por um" é o lema da famiglia Bolsonaro, e o "Um" por quem são todos é o presidente Jair Mentira Bolsonaro, que colocou os três filhos na vida pública e os elegeu.
Alexandre Ramagem é amigo de Flávio Bolsonaro. Sua indicação para a chefia da PF deixa explícita a interferência de Bolsonaro na instituição. O presidente sabe que se não intervier, seu filho pode acabar preso por envolvimento com milícia.O cerco se fecha sobre o clã e os próximos dias (ou horas) serão decisivos.
Estou apresentado uma ação para impedir que Alexandre Ramagem assuma a chefia da Polícia Federal. Ramagem foi chefe da segurança de Bolsonaro em 2018 e é amigo dos filhos do presidente. Jair quer transformar a PF numa polícia política a serviço do clã. Não vamos deixar.
O QUE LULA DISSE E O QUE NÃO
— Blog do Mello (@blogdomello) October 19, 2019
Lula não convidou Marta para o PT, muito menos para ser prefeita pelo partido. Veja e ouça o que disse Lula sobre Marta https://t.co/adFq58lLra pic.twitter.com/SvfAv78tOv
"PARTIDOS DE OPOSIÇÃO ENTRAM COM NOTÍCIA CRIME CONTRA WITZEL
A letalidade observada nas operações militares comandadas pelo atual governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel tem despertado preocupação e revolta da sociedade civil em nível nacional e internacional.
A truculência em operações policiais era uma das pautas defendidas por Witzel quando ainda aspirava como candidato nas últimas eleições estaduais, adotada desde janeiro como política de governo.
A morte da pequena Aghata Vitória Salles Felix, de 8 anos de idade, com um tiro de fuzil nas costas, no complexo do Alemão, na última sexta-feira (21) somente reforçou nossa certeza de que é preciso parar essa política de extermínio da população pobre e das periferias do estado do Rio de Janeiro. Ághata foi a quinta criança morta em ações policiais neste ano.
Nesse sentido, os partidos de oposição, no compromisso com a democracia, com uma política de segurança pública responsável, com a defesa dos direitos da população vulnerável e com a vida das crianças, apresentam uma NOTICIA CRIME AO SUPERIOR TRIBUNAL JUSTIÇA contra o governador do Estado do Rio de Janeiro Wilson Witzel, para que responda pelos crimes que vem sendo praticados pela polícia militar do estado que governa, que ocorrem sob seu aval, estímulo e fomento.
A ação será protocolada nesta segunda-feira. Esperam os partidos que haja uma resposta do Poder Judiciário para fazer cessar essa guerra aberta, cuja vítima é a sociedade.
CARLOS LUPI – Presidente do PDT
CARLOS SIQUEIRA – Presidente do PSB
GLEISI HOFFMANN – Presidenta do PT
JULIANO MEDEIROS – Presidente do PSOL
LUCIANA SANTOS – Presidenta do PCdoB"
As novas revelações sobre as conversas secretas de Sérgio Moro com os procuradores e policiais federais da Lava Jato confirmam que ele comandou uma verdadeira organização criminosa para atacar o processo democrático no Brasil. Fizeram espionagem política dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, de ministros e ex-ministros, além de grampear ilegalmente as conversas de Lula com seus advogados.
Está comprovado, mais uma vez, que o ex-presidente só aceitou a nomeação para chefiar a Casa Civil, em março de 2016, porque tinha compromisso com a pacificação do país e com a superação dos desafios econômicos e políticos do governo. Não fugiu nem tentou jamais fugir da Justiça. As conversas que a Lava Jato escondeu provam, mais uma vez, como era falsa a tese de “desvio de finalidade”, utilizada para proibir a nomeação de Lula.
Essa farsa criminosa foi urdida em conjunto por Moro, Deltan Dallagnol, o delegado Luciano Flores, atual chefe da PF no Paraná, e seus colegas das forças-tarefas. Em cumplicidade com a Rede Globo, manipularam um grampo ilegal da presidenta da República para roubar os direitos políticos de Lula, para cassar a competência de Dilma de nomear ministros e para desfechar o golpe do impeachment.
Agentes do estado mentiram para a Procuradoria-Geral da República (PGR), para o Supremo Tribunal Federal (STF) e para o país, como se constata na reportagem da Folha de S. Paulo e do The Intercept Brasil. Traíram o compromisso com a Constituição, com a verdade e com o país para alcançar objetivos políticos. Não têm condições de exercer qualquer função pública e é inadiável que respondam na Justiça pelos crimes cometidos.
As revelações deste domingo somam-se aos robustos argumentos apresentados pela defesa de Lula ao STF, mostrando que é inadiável reconhecer a parcialidade de Moro e dos procuradores, anular um processo viciado desde o início e garantir o direito de Lula a um julgamento justo.
O Brasil não aceita mais conviver com a mentira e a injustiça contra sua maior liderança popular. O estado de direito não pode mais continuar suspenso para um cidadão, chamado Luiz Inácio Lula da Silva, por causa de interesses políticos, econômicos e midiáticos. E a democracia não pode mais ser refém dessa farsa, da qual tantos participaram por ação e até por omissão.
O Brasil só vai reencontrar a paz quando restabelecermos o estado de direito e a democracia na plenitude, com Lula livre. Só assim poderemos superar a gravíssima crise social, econômica, politica e de perda da soberania em que o país foi colocado pelos que prenderam Lula e abriram caminho para o governo de extrema-direita que destrói e envergonha o Brasil.
Pela Justiça, pela democracia e pelos direitos do povo!
A verdade vencerá!
Lula Livre!
Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT
Brasília, 8 de setembro de 2019
Reportagem publicada hoje (08/09) pela Folha de S. Paulo em parceria com o “The Intercept” (“Diálogos de Lula que a Lava Jato não expôs contrariam Moro”) auxilia a reconstrução da verdade histórica e expõe as grosseiras ilegalidades praticadas pelo ex-juiz Sergio Moro e pelos procuradores da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, contra os seus advogados, e também contra o Supremo Tribunal Federal, pois, dentre outras coisas:
1 – mostra que o ex-juiz Sergio Moro, os procuradores e o delegado da Lava Jato de Curitiba selecionaram conversas telefônicas mantidas por Lula, escondendo dos autos e do Supremo Tribunal Federal aquelas que mostravam a verdade dos fatos, ou seja, aquelas que deixavam claro que o ex-presidente aceitou o cargo de Ministro de Estado para ajudar o governo e o país e não para qualquer outra finalidade ligada às investigações da Lava Jato;
2 – mostra que os procuradores da Lava Jato tinham plena consciência da ilegalidade que estavam praticando ao postularem pela divulgação das conversas telefônicas grampeadas, inclusive aquelas captadas após a decisão judicial que determinou o encerramento das interceptações, mas mesmo assim decidiram levar adiante essa iniciativa, juntamente com o ex-juiz Sergio Moro, para alcançar resultados políticos e estranhos ao processo;
3 – mostra que além do grampo ilegal instalado no principal ramal do nosso escritório por autorizaçã do ex-juiz Sergio Moro para acompanhar a estratégia de defesa de Lula, a Lava Jato também ouvia as conversas telefônicas que mantivemos com o ex-presidente a partir de ligações por ele realizadas para outros telefones; vale dizer: a Lava Jato grampeou deliberadamente conversas entre advogados e Lula por mais diversos meios e usou dessas conversas para reforçar o “lawfare” contra o ex-presidente;
4 – a conversa mantida entre o advogado Cristiano Zanin Martins e o ex-Presidente Lula em 16/03/2016, gravada e ouvida ilicitamente pela Lava Jato, reforça que o ex-presidente Lula sequer tinha o objetivo de aceitar o cargo de Ministro de Estado e muito menos o de impedir qualquer investigação da Lava Jato.
A adoção de práticas ilegais e incompatíveis com o devido processo legal e com o “fair trial” pelos membros da Lava Jato contra Lula e contra nós, seus advogados, há muito tempo vem sendo demonstrada em diversos recursos e procedimentos jurídicos. Os membros da Lava Jato sistematicamente esconderam provas de inocência e estruturaram condenações pré-estabelecidas e medidas invasivas contra Lula e seus familiares com base em delações e outros elementos sem qualquer valor probatório, afrontando as garantias fundamentais do ex-presidente, a legislação internacional incorporada pelo Brasil (Estatuto de Roma, art. 54, 1, “a”), além de diretrizes das Nações Unidas sobre a atuação de membros do Ministério Público (“Guidelines on the Role of Prossecutors”, arts. 13 e 14).
Os habeas corpus que aguardam julgamento no Supremo Tribunal Federal tratando da suspeição do ex-juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Lava Jato são de grande importância para restabelecer o Estado de Direito e para dar a Lula a possibilidade de um julgamento justo e por isso devem ser julgados com urgência — embora sejam irreparáveis os prejuízos causados por tais agentes públicos não apenas ao ex-presidente, mas à própria democracia do país.
Cristiano Zanin Martins/ Valeska T. Zanin Martins
BBC News Brasil – O senhor sempre se disse orgulhoso por saber ler os desejos do povo. Na sua opinião, o que o povo quis dizer ao eleger Bolsonaro?
Lula – Eu acho que essa história está mal contada. Primeiro, o Bolsonaro foi eleito porque esse que vos fala foi impedido de ser candidato. O grande cabo eleitoral do Bolsonaro foi a minha condenação, e a decisão da Justiça Eleitoral (impedindo a candidatura de Lula por causa da Lei da Ficha Limpa).
Segundo, uma parte dos votos (do Bolsonaro) você sabe que foi à base do fake news, da maior campanha de mentira já conhecida no Brasil. Eu não sei por que (não fez), mas eu acho que o PT deveria ter feito uma briga para exigir uma apuração correta sobre a questão do fake news. O PT aceitou o resultado.
Diferentemente do Aécio (Neves, do PSDB), que não aceitou o resultado (da eleição em 2014) da Dilma, numa eleição legal, em que não teve fake news. Então, agora o seu Bolsonaro, ele só tem que governar. Ele ganhou para governar, ele governe.
Eu, como fui Presidente da República, não sou daqueles que fica torcendo para as pessoas que governam dar errado, porque quem paga o pato é o povo. O que eu quero é que ele resolva o problema do povo brasileiro. Porque estamos há um ano só ouvindo falar em corte e ajuste, corte e ajuste, corte e ajuste, e não se ouve falar em desenvolvimento, em emprego, em política industrial. Isso não existe. Então, eu não sei onde vai parar o país.
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| Walter Delgatti Neto, o 'hacker' preso |
Em relação à fala do advogado [de que teria procurado o PT], cada um é responsável pelo que diz e faz... Minha defesa irá tomar as medidas cabíveis no que tange a essa calúnia. Vale ressaltar, mais uma vez, que nunca procurei nenhum integrante do PT e tampouco tive a intenção de vender o material. Alguém pretende provar o contrário?A fake new de que o material fora oferecido ao PT, espalhada pelo advogado de outro dos presos, recebeu alta divulgação da imprensa, agora o desmentido do "hacker" não teve destaque algum.
Reafirmo que entendo ter cumprido as minhas obrigações como cidadão: utilizei da minha formação técnica para acessar informações públicas, online. Espantei-me com o seu conteúdo e tornei, pequena parte do acervo, domínio público, via jornalista competente.
Ainda não entendo a razão pela qual personalidades públicas, bem como funcionários públicos, tanto temem a revelação das suas atividades online. Por qual razão esconder-se? Afinal, pleiteiam e recebem atenção pública. Prestaram concursos públicos, sob regras conhecidas e pré-definidas. Muitos são selecionados por associações político-partidárias ou por laços familiares. Têm benefícios das suas exposições públicas.
Nos USA [Estados Unidos], depois do atentado às duas torres em Nova York, quase todos são monitorados por agências de Estado. Há quase 20 anos! Insisto: por qual razão parcela das autoridades e personalidades públicas brasileiras tanto temem a revelação das suas atividades online?
Na minha opinião —posso?—, para figuras públicas, quase tudo que fazem é matéria de interesse público. Tudo que fazem no exercício das suas funções públicas pode e deve ser conhecido pela sociedade. [Folha]
Haddad diz, em tom de indignação, que sofre há quatro anos os efeitos da acusação que foi afastada pelo juiz eleitoral. “Agora vou sofrer mais dois. E a repercussão na minha vida? No meu ganha pão? Na vida da minha família? Vou eu agora explicar que fui condenado por algo de que não fui acusado. Como aguenta isso?”. [Folha]Segundo os advogados de Haddad, a sentença é nula por tratar de suspeitas que não estavam na acusação.
Quem começou foi o Congresso. O novo presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), andou falando que os ministros do Supremo ganham bem, e não os deputados. O ministro Marco Aurélio Mello reagiu. Disse que é o contrário. Mas achou pouco e foi além. Resolveu redistribuir a verba a que têm direito os partidos. Essa verba era dividida da seguinte maneira: 1% era rateado entre todos os partidos. Os outros 99% eram divididos proporcionalmente. O ministro propôs que o rateado passasse a 42%, enchendo de verba os pequenos partidos. Mexeu assim no bolso dos grandes, PMDB, PT, PSDB e PFL. Só que, quando se trata de dinheiro, não há diferença ideológica entre eles. Todos querem o seu e já preparam uma reação.
Já vimos esse filme inúmeras vezes. Legislativo e Judiciário vão bater boca, até que, ao final, chegam a um consenso. O Legislativo propõe mais verbas para o Judiciário. Este aprova mais verbas para aquele.
E nós, ó...