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Não assassine o blogueiro

Há várias formas de assassinato e a mais comum (a tiros mesmo) vem sendo aplicada por aí há tempos e agora com o governo do arminha tudo só tende a piorar.

Mas há outra forma de se matar o blogueiro - por inanição. O Blog do Mello não tem aquelas popups que saltam a todo momento, atrapalhando a leitura, mas que são uma forma legítima que muitos blogueiros encontraram para sua sobrevivência.

Como o lema do Blog do Mello, desde que o criei (vai fazer 14 anos agora em abril) é "direto do rio remando contra a maré", optei por dispensar as popups e contar com assinantes como forma de auxiliar a manutenção do blog.

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Até Igreja Católica faz mea culpa e reconhece seus crimes. Quando Estados Unidos reconhecerão os seus? Por Janio de Freitas

Crimes dos EUA em alguns países

Excelente a coluna de Janio de Freitas hoje na Folha, onde destaca e põe lupa num assunto que não está tendo a repercussão devida: a corajosa atitude do Papa Francisco de expor as entranhas da milenar Igreja Católica, reconhecer seus crimes e tentar corrigi-los, em praça pública.

Como bem destaca o jornalista, falta ver quando e se os Estados Unidos um dia farão seu mea culpa pelo crimes cometidos ao longo do tempo contra a humanidade.

Leia a coluna na íntegra:

Janio de Freitas: Nós, testemunhas


O interesse moderado da imprensa e a farta oferta de assuntos ao gosto da burocracia do jornalismo obscureceram, mundo afora, o gigantismo moral e histórico do que o papa Francisco fez agora no Vaticano. A reunião de quase 200 prelados para reconhecer, ouvir, narrar e debater, sem restrição ao conhecimento público, os abusos sexuais no clero é, talvez, o mais importante ato no âmbito da Igreja Católica desde o rompimento de Martinho Lutero, a completar 500 anos daqui a 14 meses.

São muitas as indicações de que testemunhamos, sem consciência disso, uma revolução global em que o ato de Francisco é um cume jamais imaginado.

Expor a instituição incomparável da Igreja Católica, e seus prelados de ares monárquicos e intangíveis, como campo tolerante do mais abjeto, é algo sem precedente sequer parecido. Pensei no que poderia ser equivalente, em nosso universo de agnósticos, ateus e religiosos, à grandeza moral e à coragem implícitas no ato do poder vaticano. Só me ocorreu uma possível (ou impossível) equivalência: os Estados Unidos fazerem o mesmo quanto ao seu belicismo, aos seus crimes de guerra em Hiroshima, Nagasaki, Tóquio, Vietnã. Além da destruição apenas vingativa, que até o obsessivo guerreiro Churchill denunciou, de cidades alemãs. E ainda a perversidade de sua dominação, direta ou indireta, de tantos países sem condições de enfrentamento.

Caso da América Latina. Os nomes espanholados indicam a propriedade original e legítima: Califórnia, Colorado, Alabama, Texas, Nevada, Flórida. O major general Smedley D. Butler fez outra lista: em 33 anos de ações militares, participou de guerras dos Estados Unidos ao México (várias invasões e ocupações), Haiti, Cuba, Nicarágua, República Dominicana, Honduras e China. Em outra lista, relaciona aos países os interesses que moveram tais ações bélicas: petróleo, National City Bank, Banco Brown Brothers, produtores/exportadores de açúcar, companhias frutíferas (United Fruit, Chiquita Banana), Standard Oil (para nós, Esso ou Exxon).

As palavras do general, reproduzidas por C. Wright Mills em "Listen, Yanqui" (assim mesmo), terminam com com esta comparação: "Al Capone só pôde operar em três distritos de uma cidade. Os "marines" operamos em três continentes". Os sucessores de Butler aumentaram a área para cinco continentes. Na segunda parte do século passado, estiveram outra vez na República Dominicana, aí também com tropas brasileiras oferecidas por Castello Branco; Nicarágua, Haiti, Granada, Guiana, Panamá, Cuba, Porto Rico, Venezuela, Colômbia, se não mais.

Os Estados Unidos apoiaram todas as ditaduras de direita na América Latina. Suas reservas aos ditadores Getúlio e Perón não eram de oposição. Como complemento desse repúdio à democracia, jamais colaboraram para a instalação da democracia em país algum da AL. Quando ajudaram a subida de novo governante, foi pela certeza de que teriam um títere ("laranja", para a intelectualidade brasileira). E sempre que um governante insinuou pretensões de soberania, os governos dos Estados Unidos o combateram, por ações diretas e por via das suas redes de nacionais subservientes por interesse.

Hugo Chávez sabia o que queria. Maduro, não. Chávez, na luta de poder, estava no seu ambiente. Maduro é neófito, entrou logo no jogo pesado, que não entendeu ainda. Donald Trump sabe o que quer e está bem em qualquer ambiente que não seja de pessoas de bem.

Nem por isso é preciso adulterar os fatos. Não é certo que só os militares estejam com Maduro. A miséria histórica do povo venezuelano recebeu de Chávez o que nunca lhe fora dado nem em pequena parte. As primeiras grandes e terríveis favelas da América do Sul surgiram em Caracas, circundando a cidade. A grande riqueza concentrada no poder econômico era fruto do petróleo e de entrega do patrimônio mineral.

Isso mudou com Chávez. Diminuiu. Antes, a Venezuela passara por uma fase de luta interna, e os militares se preocupavam com seu possível retorno. As atenções com a pobreza, embora insuficientes, reduziram esse risco —e por aí se entende parte da atual posição militar e se nega que Maduro só tenha apoio das Forças Armadas. Nem é Maduro. É o que resta do legado de Chávez.

E não esqueçamos que o desabastecimento já foi vitorioso aqui, contra o Plano Cruzado do governo Sarney. Aqui, foi o empresariado. Lá, foram os governos americanos e alguns europeus. Não é obra Chávez nem do perplexo Maduro.


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Eduardo Bolsonaro: 'Enquanto não se cobrar dos grandes devedores, não haverá moral para se aprovar Reforma da Previdência'



É como diz o ditado: Até um relógio parado está certo duas vezes por dia. Eduardo, o 03, acertou uma, pelo menos.


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Cabral quer delatar, mas Lava Jato não quer ouvir. Por quê?

Cabral com tarja preta na boca

Se tem coisa que a Lava Jato, os Procuradores e a PF adoram é a delação. É aquela preguiça macunaímica de não fazer o trabalho e receber de mão beijada o que o acusado que falar para se livrar e o trio (Lava Jato, Procuradores, PF) quer ouvir para condenar.

Mas, estranhamente, a Lava Jato não gosta de determinadas delações. Por exemplo, quando um delator falou em Aécio, Moro disse "não vem ao caso".

O mesmo aconteceu com as delações que Palocci disse que teria a fazer sobre o mercado financeiro e a Rede Globo. Ninguém quis ouvir.

Também não quiseram ouvir Tacla Durán, com provas documentais de que advogado, padrinho de casamento de Moro, teria pedido dinheiro para acertar sua posição com a Lava Jato. Durán chegou a falar ao Congresso, mas Lava Jato, Procuradores e PF não quiseram ouvi-lo. [Aqui neste link você vê todas as publicações do Blog sobre Tacla Durán]

Agora é a vez do ex-governador Sergio Cabral, que finalmente abriu sua sacola de delações, confessou sua participação em corrupção e deu nomes de políticos.

Mas, não apenas isso. Disse que tem a delatar também pessoas do judiciário que teriam levado sua parte no butim.

Mas aí a Lava Jato já disse que não quer saber de delação, Cabral só pode falar como réu confesso. Ou seja, falando ele se complica mais, só pode se ferrar mais, não vai conseguir benefício algum entregando membros do Judiciário.

Segundo o colunista de O Globo Bernardo Mello Franco, "Em conversas reservadas, Cabral tem indicado disposição para revelar segredos da magistratura. Além de influir em decisões do Tribunal de Justiça do Rio, ele apadrinhou a indicação de ao menos quatro ministros do STJ e um ministro do Supremo".

O ministro do STF é Luiz 'Mato no Peito' Fux.

Será que Cabral vai revelar que ele usa peruca ou é coisa mais cabeluda?

Mas a Lava Jato não quer ouvir.

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Ex-diretor do FBI: Trump quer invadir Venezuela e depor Maduro pelo petróleo



Ex-diretor do FBI, Andrew McCabe afirmou em entrevista à TV dos EUA que já em 2017 o presidente Trump manifestava interesse em derrubar o governo Maduro pelo petróleo.

Em uma reunião em que McCabe estava presente, Trump teria dito que não sabia por que os EUA ainda não estava em guerra com a Venezuela, "eles têm muito petróleo e estão em nossa porta dos fundos" (é assim que ele se refere a quem está ao sul dos Estados Unidos).

O comentarista da TV amplia a informação do ex-diretor do FBI e afirma que uma guerra contra a Venezuela é desejo não apenas de Trump mas de boa parte do Congresso e da mídia corporativa do país. Confira no vídeo.


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Estados Unidos prendem mãos e pernas da Venezuela e mandam bater. É isso que o Brasil de Bolsonaro apoia

Arte mostra prejuízo das sanções dos EUA à Venezuela
Empresas dos EUA bloquearam remessas de medicamentos e alimentos
Arte:Lucas Milagres e Fernando Bertollo/Brasil de Fato

Dona da maior reserva de petróleo do mundo, da segunda de ouro e outros metais valiosos, a Venezuela sempre foi uma colônia oficiosa dos EUA. Os ricos do país mandavam vir até verduras e legumes dos Estados Unidos, enquanto o povo chegava a comer ração de cachorro.

Não é de hoje que os Estados Unidos tentam trazer a Venezuela de volta a seu passado. Para isso, tentam de tudo, desde a época de Chávez, com manipulação midiática, candidatos fabricados (Caprilles, Leopoldo e agora Guaidó, um suplente de deputado que se autoproclamou presidente).

Já que nada parecia dar certo, com a chegada de Trump ao poder os Estados Unidos foram direto ao ponto, deixaram de hipocrisia e passaram a pressionar economicamente a Venezuela, como fizeram e fazem há anos com Cuba.

O bloqueio econômico dos EUA à Venezuela (em parte mostrado na ilustração acima) é extensivo a países aliados que também se veem obrigados a não negociar com a Venezuela para não sofrerem sanções de Trump.

E agora, com a eleição fraudada de Bolsonaro, o Brasil se alia ao esforço internacional de alimentar uma farsa, a deposição de um presidente eleito, alegadamente porque a eleição teria sido fraudada, já que o principal líder oposicionista, Leopoldo López, estava preso, e o povo estaria com fome.

Essas mesmas alegações se aplicam ao Brasil. Aqui as eleições foram fraudadas com milhões de disparos ilegais de fake news pelo WhatsApp, financiadas por empresários (o que é ilegal) e aqui o povo também passa fome.

Em setembro de 2018, o Brasil estava pior do que a Venezuela em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Logo, se é para derrubar alguém, acho que poderíamos começar por aqui.

Covardia


A palavra é essa e não outra a que explica a atitude do governo do presidente (eleito mediante fraude) Bolsonaro de apoiar o uso da força para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro na Venezuela, contrariando política brasileira de não interferência, que está definida inclusive em nossa Constituição, no seu Artigo 4º.

Artigo 4 da Constituição

O objetivo da estratégia de Bolsonaro é afastar os holofotes das acusações de corrupção de seu partido, com laranjas de toda espécie, das ameaças de Bebianno, das acusações de fraude de mais de R$ 1 bilhão sobre seu posto Ipiranga, Paulo Guedes, dos depósitos e enriquecimento suspeito de seu filho Flávio, e mais Queiroz e família, inclusive o cheque de R$ 24 mil da madame.

O problema da Venezuela tem que ser resolvido pelos venezuelanos, assim como devemos resolver os nossos.


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Por que Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro não mostram que são Brasil acima de tudo e vão para a fronteira da Venezuela?

Irmãos Bolsonaro fazendo arminha
Carlos, Eduardo e Flávio Bolsonaro

O pai e presidente já passou da idade e mesmo assim já teria um atestado médico prontinho para fugir da guerra como fugiu dos debates.

Mas os irmãos Flávio (37), Carlos (36) e Eduardo (34) estão no centro da faixa etária dos que podem ser convocados em vaso de guerra: 18 a 45 anos.

Por que os valentões, que vivem fazendo arminha com as mãos como o pai, não dão o exemplo e vão para a fronteira da Venezuela, para a aventura ridícula de uma guerra que estão incentivando e comprando pelo Brasil em benefício exclusivo dos Estados Unidos, que vai poder botar a mão no petróleo e ouro venezuelanos em caso de uma guerra e derrota da Venezuela?

Ou a valentia é só no Twitter e quando se veem diante do combate (ou mesmo de um debate) eles desmaiam?


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Previdência de Bolsonaro é cruel com os mais fracos: idosos e pessoas com deficiência de baixa renda

idosa bpc

Covardia. O projeto de reforma da previdência do presidente Jair Bolsonaro, além de seus inúmeros defeitos, é cruel com quem mais precisa, os idosos e as pessoas com deficiência de baixa renda.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é concedido a pessoa com mais de 65 anos ou com deficiência física, que viva com até um quarto do salário mínimo, é atualmente de um salário mínimo.

Com a reforma da Previdência de Bolsonaro, eles só passarão a receber o salário mínimo aos 70 anos. Até lá, menos de meio salário, R$ 400.

Sabendo-se dos salários e mordomias dos deputados e senadores, juízes, promotores, ter a coragem de oferecer R$ 13,34 por dia aos que se beneficiariam do BPC é cruel.

Ainda mais sem termos ainda explicação sobre a movimentação financeira de Queiroz e família, de Flávio Bolsonaro e do desvio bilionário em fraudes de que é acusado o ministro Paulo Guedes.


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Projeto anticrime de Moro está cheio deles: viola direitos fundamentais, legitima a letalidade policial e agride a Constituição


A Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (ANADEP), entidade representativa de cerca de 6 mil defensoras e defensores públicos de 26 unidades da federação vem a público externar sua preocupação com os projetos de lei reunidos no pacote anticrime divulgado pelo Ministério da Justiça e protocolado na Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (19/2), destacando os seguintes pontos:

1.FLEXIBILIZAÇÃO DE DIREITOS E GARANTIAS INDIVIDUAIS:
O projeto relativiza princípios como o da presunção de inocência,devido processo legal,ampla defesa e princípio da individualização da pena, assegurados na Constituição Federal. Ao longo do texto, seja ao permitir a prisão por decisão não definitiva de órgão colegiado, seja ao prescindir da entrevista do réu com seu defensor, ou ainda ao impedir a progressão de regime em razão de circunstâncias abstratas e de difícil constatação, a Constituição Federal é violada. 

2.AMPLIAÇÃO DO CONCEITO DE LEGÍTIMA DEFESA E REDUÇÃO DA PENA DO EXCESSO PUNÍVEL: 
O projeto legitima a elevada letalidade policial e iguala a polícia, que deve ter treinamento para atuar em situações extremas(onde estão presentes os sentimentos de medo, surpresa ou violenta emoção), a cidadãos comuns e sem formação, exonerando o Estado de capacitar seus agentes para a promoção da segurança pública do cidadão. 

3.INSTITUIÇÃO DO ACORDO PENAL (PLEA BARGAIN) TANTO NA FASE PRÉ-PROCESSUAL, QUANTO APÓS A DENÚNCIA,COM A APLICAÇÃO DE PENA, DISPENSADA A PROVA: 
Outra criação bastante polêmica no projeto de lei é o instituto do acordo de não persecução penal (plea bargain) tanto na fase pré-processual quanto durante o processo penal.Nessa última hipótese, o projeto prevê aplicação imediata da pena, com a dispensa da produção de provas e a renúncia ao direito de recorrer. Ocorre que a aceitação de acordo nesses termos deve ser sempre precedida da correta orientação jurídica ao réu, sendo certo que a Defensoria Pública se encontra presente em apenas 40% das comarcas em todo o país, o que pode agravar o super encarceramento no Brasil e fortalecer as facções criminosas, que atuam dentro de dentro dos presídios. 

4.INTERROGATÓRIO DO RÉU POR VIDEOCONFERÊNCIA:
A proposta não garante que o interrogatório ocorra em ambiente onde o preso tenha sua integridade preservada durante depoimento, nem assegura a entrevista prévia com o defensor. Ademais, a aplicação da medida à Audiência de Custódia, que tem por finalidade justamente a apresentação pessoal do preso ao juiz para que seja prevenida/coibida a tortura policial, bem como a analisada a necessidade da manutenção da prisão,desnatura o instituto.

5. ALTERAÇÃO DO RITO DO TRIBUNAL DO JÚRI
A modificação trazida pelo texto em relação aos efeitos da pronúncia, possibilitando o imediato julgamento pelo plenário do Júri, esvazia os institutos da despronúncia, absolvição sumária e desclassificação do delito. Ou seja, situações de grave injustiça podem ocorrer, com condenações açodadas e prisões desnecessárias sendo revistas apenas anos depois.

6. IDENTIFICAÇÃO DO ACUSADO POR PERFIL GENÉTICO
Outra questão trazida pelo projeto é a possibilidade de submeter os condenados por crime doloso à identificação do perfil genético, configurando falta grave a não submissão a tal procedimento. Tal previsão viola o direito de não produzir prova contra si mesmo.

7. POSSIBILIDADE DE GRAVAÇÃO DA ENTREVISTA COM DEFENSOR
Por fim, a possibilidade de gravação de atendimentos advogados e defensores viola o sigilo profissional e a privacidade que deve ser garantida entre o réu e seu defensor, constituindo interferência indevida e enorme violação ao princípio da ampla defesa.

DIRETORIA ANADEP
FEVEREIRO DE 2019
 Fonte: Nota da Anadep (aqui em pdf)

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Para acalmar Bebianno, Bolsonaro diz que pode ter que 'vender uma casa minha pra poder pagar'




O dito popular diz que quem não deve não teme. Logo, quem teme...

E o presidente (eleito mediante fraude) Jair Bolsonaro procurou ontem o único civil que lhe resta no Palácio para "acalmar" seu ex-ministro Bebiano, que provou que Bolsonaro é um mentiroso e  ameaça contar bastidores da campanha eleitoral, que o elegeu com disparos ilegais, apoio ilegal de empresários e fake news.

Mas, estranhamente, enquanto conversavam no viva-voz (sic), Onyx teria atendido uma ligação de um repórter de O Globo, que acabou gravando a conversa, que está reproduzida no vídeo acima.

Nela, vê-se a preocupação de Bolsonaro com o que pode vir de Bebianno. Onyx tenta acalmá-lo.

Mas este "acaso" da gravação vazar para um repórter da Globo pode ter sido a forma que Bolsonaro encontrou de enviar um recado cifrado a Bebianno.

Bolsonaro : Você vai conversar com ele sobre as ações?
Onyx : Vou conversar com ele sobre as ações.
Bolsonaro : Se ele me cobrar individualmente o mínimo, eu to fodido. Tem que vender uma casa minha para poder pagar.
O silêncio de Bebianno pode custar uma casa a Bolsonaro. Do contrário, ele pode perder o Palácio.


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Bebianno agora junta documentos com os bastidores da campanha de Bolsonaro

Bebianno

A divulgação de seus áudios com o presidente Jair Bolsonaro na Veja (Bebianno vaza áudio de WhatsApp e prova que Bolsonaro é um mentiroso) e que caíram como uma bomba no meio político e na Globo (chamada por ele no áudio de "inimiga") parece ter sido apenas o início de uma série de documentos que o ex-ministro Gustavo Bebianno vai trazer a público sobre Bolsonaro e seus filhos. Principalmente os bastidores da campanha.

Na coluna da Mônica Bergamo de hoje na Folha há a informação de que pessoas próximas a Bebianno afirmam que ele "pretende juntar documentos para embasar eventuais histórias que venha a contar sobre a campanha do presidente Jair Bolsonaro, e também sobre o período em que ficou no governo federal".

Como Bebianno era o responsável financeiro da campanha, não se deve esperar nada por aí. Mas, a respeito das contribuições ilegais de empresários, da contratação também ilegal de milhões de disparos por WhatsApp, da montagem das fake news contra Haddad e principalmente da tal facada misteriosa, até hoje ainda não devidamente esclarecida, pode vir chumbo grosso contra Bolsonaro.

Sobre esse assunto da facada, Bebianno já deu uma pista. Ele afirmou que Carlos Bolsonaro, filho do Jair e principal desafeto de Bebianno, não fez viagem alguma com o pai durante a campanha, a não ser uma para Juiz de Fora, onde ocorreu o atentado.

De tédio é que não se morre neste desgoverno.

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Bebianno vaza áudio de WhatsApp e prova que Bolsonaro é um mentiroso

Bebianno e Bolsonaro

O ex-ministro Gustavo Bebianno, primeiro a ser demitido no governo Bolsonaro, vazou áudio de suas conversas no WhatsApp com o presidente para provar que Bolsonaro mentiu quando disse que não havia falado três vezes com ele na terça-feira.

A Veja, que recebeu o áudio, publicou as três mensagens trocadas entre Bolsonaro e Bebianno.

Entre as três conversas que Bolsonaro disse que não teve, uma vai criar problemas ainda maiores para o presidente (eleito mediante fraude), em que ele diz que a Globo é sua inimiga e manda suspender a agenda que Bebianno teria com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo:
Bolsonaro – “Gustavo, o que eu acho desse cara da Globo dentro do Palácio do Planalto: eu não quero ele aí dentro. Qual a mensagem que vai dar para as outras emissoras? Que nós estamos se aproximando da Globo. Então não dá para ter esse tipo de relacionamento. Agora… Inimigo passivo, sim. Agora… Trazer o inimigo para dentro de casa é outra história. Pô,  tem que ter essa visão, pelo amor de Deus, cara. Fica complicado a gente ter um relacionamento legal dessa forma porque  tá trazendo o maior cara que me ferrou – antes, durante, agora e após a campanha – para dentro de casa. Me desculpa. Como presidente da República: cancela, não quero esse cara aí dentro, ponto final. Um abraço aí.”
Eleito com a ajuda de milhões de mensagens ilegais e repletas de fake news pelo WhatsApp, Bolsonaro foi desmascarado agora pelo ex-ministro com áudios do mesmo aplicativo.

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Pra tirar foco do laranjal dos Bolsonaro, Lava Jato caça tucanos sem asas: Paulo Preto e Aloysio

Bolsonaro e o laranjal

A tradição de corrupção no PSDB vem praticamente desde sua fundação em 1988. Nos anos de FHC na presidência (1995-2002), cresceu de tal modo, especialmente com as privatizações, que um livro chegou a ser publicado sobre o assunto, A Privataria Tucana, onde se conta a festa dos tucanos com dinheiro público, tudo devidamente engavetado pelo chamado engavetador mor, o procurador-geral da República Geraldo Brindeiro.

Aliás, um dos maiores especialistas - se não o maior - em corrupção no Brasil, o ex-deputado Eduardo Cunha, afirmou que a corrupção na Petrobras começou a ficar escancarada a partir de uma medida tomada por Fernando Henrique Cardoso, que teria aberto as porteiras da corrupção.

No entanto, de FHC a Aécio, passando por Serra, Alckmin e outros menos citados, todo mundo está livre, leve e solto.

Agora, para tentar abafar o escândalo do laranjal que ameaça derrubar o governo Bolsonaro (eleito mediante fraude), a Lava Jato e a PF de Moro partem para cima de dois tucanos menores, os idosos inimputáveis Paulo Preto e Aloysio Nunes. Ambos acusados de corrupção. Um, preso, e outro com seus imóveis vasculhados pela polícia, "em busca de provas"...

Por que inimputáveis? Em primeiro lugar, porque são tucanos. E também porque um já tem 73 anos (Aloysio) e o outro fará 70 agora, em 7 de março. Pela idade, terão a prescrição de seus crimes reduzida a metade e dificilmente pegarão alguma sentença, a não ser essa pequena exposição à opinião pública.

Já o Aécio, aquele que foi flagrado pedindo dinheiro e dizendo que mataria alguém que desse com a língua nos dentes, esse continua solto.

A Lava Jato segue em sua missão de ser o braço armado do golpe, trabalhando sempre a melhor maneira de criá-lo, abastecê-lo e incentivá-lo, num timing perfeito, em que a cada ação que prejudique o golpe corresponda uma da Lava Jato que o confirme.

A ideia agora é tirar o foco do laranjal, da família Bolsonaro, Bebbiano, ministros, Queiroz e família..

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Ex-candidata do laranjal dos Bolsonaro denuncia esquema e foge para Portugal: 'Eles são uma quadrilha de bandidos'

Cleuzenir Barbosa com Jair Bolsonaro


A professora aposentada Cleuzenir Barbosa foi candidata a deputada pelo PSL, partido dos Bolsonaro, e confessa à Folha como funcionou o esquema de laranjas do Partido, sem meias palavras:
“Era o seguinte: nós mulheres iríamos lavar o dinheiro para eles. Esse era o esquema. O dinheiro viria para mim e retornaria para eles”, afirmou em entrevista à Folha.
Aproveitando-se da obrigatoriedade da cota de candidatas do sexo feminino, o partidos dos Bolsonaro implantou um esquema de laranjas já denunciado ao menos em dois estados, Pernambuco e Minas.

A professora teria recebido R$ 60 mil de verba pelo PSL, mas teria que devolver R$ 50 mil a eles, todos nomes ligados ao atual ministro do Turismo de Bolsonaro e deputado mais votado de MG, o candidato que só tem nome, nenhum sobrenome, Marcelo Álvaro Antônio.

Ela diz que procurou a direção do Partido para denunciar o esquema, sem sucesso, e optou por se exilar em Portugal, com medo de retaliações:
Me mudei exclusivamente por causa dessa situação. Peço para as mulheres que denunciem. Não fiquem caladas, se exponham, sim. Eu vou entrar com pedido de proteção à vítima. Esse povo é perigoso. Hoje eu sei, eles são uma quadrilha de bandidos.
Não vai ser fazendo arminha nem chamando Bebianno de mentiroso num dia e o elogiando em vídeo acovardado em outro que o presidente (eleito mediante fraude) Jair Bolsonaro irá se livrar do esquema de laranjas usado fartamente por seu partido durante as últimas eleições. Isso sem contar os disparos ilegais de fake news com mensagens caluniosas contra Haddad.


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O que a queda de Bebianno tem a ver com a demissão de Boechat da Globo

coluna de Boechat no jornal O Globo

Em 2001, o jornalista Ricardo Boechat era colunista do jornal O Globo e comentarista do Bom Dia Brasil na TV Globo.

Ele foi flagrado num grampo conversando com um empresário sobre uma nota que seria publicada em sua coluna. Queria seu Ok. A Globo o demitiu por isso.

Nome do empresário: Paulo Marinho. O mesmo Paulo Marinho em cuja casa no Jardim Botânico eram gravados programas da campanha eleitoral de Bolsonaro.

O mesmo Paulo Marinho que foi trazido para o PSL e apresentado aos Bolsonaro por Bebianno, que é seu amigo há 30 anos. E que por conta disso se elegeu suplente de senador de Flávio Bolsonaro.

Os Bolsonaro acreditam que foi Bebianno quem vazou para a Globo as suspeitas do Coaf sobre Queiroz e a estranha movimentação da conta bancária de Flávio, ainda não explicadas.

Caso Flávio venha a ser cassado pelas suspeitas do Coaf, quem assume a vaga no Senado é seu primeiro suplente, o empresário Paulo Marinho.

Por isso os Bolsonaro fritaram e derrubaram Bebianno.


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Mensagem de amigos milicianos dos Bolsonaro para Bebianno, via Pablo Escobar





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Pai e filhos. Work in process


besouros rola-bosta




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De caixa 2 para caixa 2: Onyx diz a Bebbiano que ele continua no governo

Bebbiano, Onyx e Bolsonaro

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, é réu confesso no recebimento de caixa 2 em 2014, no valor de R$ 100 mil. Surgiu recentemente nova acusação de que teria recebido outros RS 100 mil, da JBS, em 2012. Esta ele nega. Sobre a outra, ele pediu desculpas e Moro perdoou...

Agora, Onyx foi o encarregado de contornar a crise que ameaçava o governo do presidente (eleito mediante fraude) Jair Bolsonaro com seu Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebbiano.

A cabeça de Bebbiano foi pedida por uns, por acusações de distribuição de verbas milionárias a candidaturas laranjas nas últimas eleições, o que poderia levar até, em extremo, a uma cassação do presidente,

Dizem que Bebbiano, que coordenou a parte financeira do PSL e da campanha de Bolsonaro, teria dito que cairia atirando.

Agora, tudo se normalizou, Bebbiano segue no governo, embora tenha sido chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro e pelo presidente.

A decisão foi comunicada a ele nesta sexta-feira durante reunião a portas fechadas no Palácio do Planalto com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz. A informação foi confirmada ao GLOBO por fontes do Palácio.

Na conversa, Onyx disse a Bebbianno que ele se manterá no cargo com suas atribuições integrais. O chefe da Casa Civil classificou a crise como "um acidente do percurso".[Fonte: O Globo]


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Quando Guedes vai depor sobre sua participação em fraude bilionária nos fundos da Caixa e da Petrobras?

ministro Guedes

Era para ter sido no início de dezembro, ainda no governo Temer. Mas o atual ministro da Economia (o Posto Ipiranga de Bolsonaro) Paulo Guedes ficou (providencialmente) doente, com uma virose, e adiou sua ida ao MPF.

Agora ele já anda lépido e fagueiro por aí. Houve até a troca de governo e ele virou ministro.

Mas a acusação de que ele teria participado de fraude bilionária nos fundos de pensão da Caixa (Funcef) e da Petrobras (Petros) continua de pé e Guedes simplesmente não compareceu ao Ministério Público para se explicar.

Quem não deve não teme, e o ministro deveria tratar de esclarecer o assunto para que não pairem dúvidas sobre sua idoneidade - por enquanto sub judice, à espera de seu depoimento.

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