Mostrando postagens com marcador Real. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Real. Mostrar todas as postagens

Jovem fingindo de morto para não ser morto. Real ou fake? Veja e opine

Vídeo é simplesmente sensacional e vem acumulando cada vez mais views no X, ex-Twitter. É tão inacreditável que parece fake. Mas tão bem feito que parece verdade.

Se for encenação, parabéns à equipe, porque é um trabalho perfeito, desde a movimentação de cena até a interpretação dos atores.

Mas é tão bem feito que é mais provável que seja real.

O que só viria a provar uma reclamação habitual da pessoa em situação de rua: sua invisibilidade.

As pessoas em países como o nosso e este na América Latina onde a ação transcorre estão de tal modo habituadas a ver outras pessoas pelas ruas, abandonadas, dormindo, que de vez em quando temos notícia de uma que foi descoberta morta várias horas após ter morrido.

Pode ser o caso do jovem que para fugir da morte adotou o manto da invisibilidade da pessoa em situação de rua.

Ou o truque muito usado por mágicos a partir do conto " A Carta Roubada" de Edgar Allan Poe, onde um criminoso "esconde" uma carta roubada, que ele sabia que seria procurada, de uma maneira diferente: deixa-a bem à vista, junto a outras em cima da escrivaninha do quarto. O comissário responsável pelo caso vasculha o quarto todo, abrindo armários, gavetas, procurando entre as páginas de livros, menos onde ela está, à sua vista. O que é feito pelo detetive Dupin.

Pesquisando sobre a marca d'água impressa no vídeo, descobri a página do "Beiby calle tv" no Facebook. É uma página com pegadinhas, mas nenhuma com o nível de qualidade e produção que chegue perto desta do homem invisível.

Pode ser que eles tenham colocado essa "carta roubada" como uma  carta fake (como acontece no conto de Poe) sendo verdadeira. 

O que você acha? Assista e opine.


Assine e apoie o blog que resiste há 19 anos.





Bolsonaro consegue jogar o Real a um patamar pior do que no período da grande especulação sobre eleição de Lula em 2002


Jair Bolsonaro é um destruidor, que está transformando nosso país num lixo mundial, dilapidando nossas riquezas, nossas florestas, nossos indígenas, nossa população e até nossa moeda.
 
A situação do Real hoje está pior do que na época da grande especulação de 2002, quando o Mercado fez terrorismo cambial para tentar conter a possibilidade da vitória de Lula, felizmente sem sucesso. 
 
O Real chegou a se depreciar em 30% frente ao dólar à toa, apenas por especulação e terrorismo, com "medo" de Lula, e nossa moeda só voltou ao padrão em 2005.
 
Agora a mesma situação se repete com Bolsonaro, só que em ponto maior: a depreciação é de 40%, mesmo sendo ministro da Economia um homem do Mercado, um especulador nato e conhecido, um neoliberal raiz.
 
No entanto, o Mercado já descolou Guedes de Bolsonaro, percebeu que ele já não apita nada, e trata de jogar o Real lá embaixo, com fuga recorde de capitais, numa aposta de que com Bolsonaro as coisas que estão mal só tendem a piorar.
 
De acordo com cálculos do pesquisador do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) Livio Ribeiro a moeda brasileira entrou em uma trajetória de desalinhamento em relação aos fundamentos econômicos de longo prazo. 
Segundo Livio Ribeiro, esse descasamento representa uma depreciação de quase 40%. Ou seja, para um câmbio médio em torno de R$ 5,40, o valor sugerido pelos fundamentos estaria próximo de R$ 3,90. Em 2002, esse desalinhamento foi de cerca de 30%.
“Essa incapacidade do Brasil de absorver uma melhora no mundo ou, colocando de outra forma, a nossa capacidade de nos atrapalharmos não é uma propriedade dos últimos dias, tem acontecido há bastante tempo. Qualquer corte que você queira usar na avaliação dos fatores domésticos e externos, consistentemente, com pouquíssimas exceções, os fatores domésticos operam na direção de depreciar a moeda”, afirmou. [Folha]
Ou seja, o Mercado nem olha para o Real real, mas para a realidade do governo Bolsonaro, que destrói o país, não tem política alguma a não ser tentar livrar os filhos, a mulher e ele mesmo da cadeia, proteger milicianos e militares que o mantêm no poder e, agora, dar guarita ao Centrão, pelo mesmo motivo dos militares.




Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui

Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos




Recentes:


Assine a newsletter do Blog do Mello.
É grátis.

Bolsonaro conseguiu: Real é a pior moeda do mundo em 2020. E pode piorar. Sua reeleição pode levar o dólar a R$ 10


Bolsonaro nunca escondeu seus planos de ninguém. Nunca escondeu quem era, quem defendia e o que defendia. Preconceituoso, misógino, defensor de torturador, da ditadura e do assassinato de adversários políticos, logo em seus primeiros meses de governo, em visita aos Estados Unidos, Bolsonaro disse claramente que seu intuito na presidência era desconstruir o Brasil.

Ninguém pode acusá-lo de não fazer o que diz. Está aí o país desconstruído e se desconstruindo a cada dia.

Hoje, a notícia é que o Real é a pior moeda do mundo no ano.
Entre as 33 divisas mais negociadas do mundo, o real ficou entre as oito que perderam a chance de surfar na onda de um dólar mais fraco entre julho e setembro - a moeda americana encerrou o trimestre com valorização de 3,28% no Brasil. E, com isso, o real se mantém como a pior divisa de 2020. No ano, o dólar sobe 40,11% em relação à moeda brasileira, alta muito mais intensa do que a registrada contra a segunda colocada, a lira turca (+29,80%). 
E para os que a despeito de tudo estão lucrando com isso e apostam numa reeleição de Bolsonaro, um aviso: o que já é o pior vai piorar.
A deterioração fiscal ficaria mais evidente a partir de um segundo mandato do atual presidente Jair Bolsonaro, reeleito sacrificando o compromisso fiscal e apostando em políticas como o Renda Cidadã. “A partir daí, seria a sequência já conhecida na América Latina de descontrole fiscal levando a fuga de capitais, pressão cambial e volta da inflação”, diz o relatório.
Neste ambiente, semelhante ao vivido pela Argentina na década passada, a taxa de câmbio poderia chegar a R$ 10 por dólar.[Valor Econômico]
Bolsonaro sabe que o auxílio emergencial está segurando e até aumentando sua popularidade. Só que ele chegou ao fim e as pessoas estão recebendo suas últimas parcelas.

As novas virão para um número muito menor de pessoas e com o valor pela metade.

Ele precisa de mais. Por isso já pensaram no Renda Brasil e agora no Renda Cidadã.

Mas sua equipe econômica e sua visão de país, além do Teto de Gastos, colocam o governo numa camisa de força.

Bolsonaro não tem escrúpulos e não hesitará em destruir o país para se perpetuar no poder.



Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui
Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos




Recentes:


Assine a newsletter do Blog do Mello.
É grátis.

Tucanos não querem apurar denúncia de Itamar contra FHC

Em declaração reproduzida no JB de hoje, o líder (e pré-candidato à presidência) tucano no Senado, Arthur Virgílio, afirma o seguinte sobre a denúncia do ex-presidente Itamar Franco de que o também ex-presidente Fernando Henrique teria assinado as notas de Real, quando já não era mais ministro:

- Não tem porque entrar nestas questões agora. Sinceramente, precisa ficar claro para todos é que a participação tanto de Itamar quanto de Fernando Henrique permitiu esta estabilização da economia que vivemos há 15 anos. O Itamar deu o ponto inicial para o plano, Fernando Henrique estruturou e o presidente Lula mantém.

Por que não discutir o assunto? Por que não polemizar, logo Virgílio, que adora uma polêmica? A resposta está um pouco adiante, na mesma reportagem do JB, e é dada pelo especialista em Direito Eleitoral da Universidade de Brasília, Tarcisio de Carvalho:

- Do ponto de vista eleitoral houve algo ilícito. Agora, para a configuração do abuso de poder político, não basta a simples prática da conduta ilícita, sendo necessário verificar se ela teve potencialidade de influenciar na lisura do pleito - considera Carvalho.

Alguém tem alguma dúvida da influência do Real na campanha? Lembram-se de FHC autografando cédulas?

ATENÇÃO: Se você ler esta postagem em outro local que não este blog, sem o devido link para cá, é ROUBO.

Para votar no Blog do Mello no Ibest clique aqui

imagem RSSimagem e-mail

¿Por qué no te callas, Gustavo Franco?

O jornal O Globo está fazendo uma série de reportagens sobre a Reforma Constitucional na Venezuela. O tema hoje é a nova redação para o artigo 318, que cuida do Banco Central.

Para comentá-lo, o jornal convidou dois economistas, ex-presidentes do BC brasileiro: Carlos Langoni e Gustavo Franco.

É como se perguntassem a duas zebras o que elas pensam do leão. O resultado não foi outro: pau no artigo.

Em certo trecho de seu depoimento, Gustavo Franco diz que “isso cai no ridículo. Não há nada parecido no mundo”.

Eu já acho que outras coisas parecem ridículas e que não existe no mundo nada parecido a elas. Por exemplo: Em que outro país, que tenha uma mídia decente (o que não é o caso do nosso), Franco estaria dando entrevista sobre o BC alheio? Num país desses, ele estaria virado para a parede, com um chapéu cônico sobre a cabeça, onde estaria escrito “BC donkey”.

Quando esteve à frente do BC no governo FHC, Franco quase quebrou o país, teimando no real supervalorizado, dando uma de Napoleão de hospício, bancando o valente com o exército (o dinheiro) dos outros (no caso, o nosso, do Brasil).

Mais adiante, Gustavo Franco afirma que o fato de o BC venezuelano ficar subordinado ao presidente pode provocar o enriquecimento ilícito de Chávez e de pessoas ligadas a ele.

Mas, o que ele tem a dizer sobre acusações feitas por Luis Nassif em seu livro Cabeças de Planilha? Nassif afirma categoricamente que André Lara Rezende, da mesma equipe de que Gustavo fazia parte – operava com o dólar nas duas pontas: dentro do governo, estabelecendo a política econômica, e no mercado, ganhando rios de dinheiro com o dólar.

Até hoje não há notícia de que ele tenha processado Nassif. Ou que alguém da equipe – Franco, por exemplo - o tenha defendido.

Quem fez o papel de bode na sala, como Franco quando esteve à frente do BC, segurando a desvalorização do real para garantir a reeleição de FHC, deveria ao menos tomar cuidado ao usar a palavra ridículo.

Clique aqui para ir ao Player de Vídeos do Blog do Mello

Clique aqui e receba gratuitamente o Blog do Mello em seu e-mail