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Comitê da ONU conclui o que todos já sabíamos: julgamento e prisão de Lula foram ilegais. Mas Moro não é o único juiz ladrão. Tem mais


Após seis anos de análise, o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas decidiu que foram ilegais o julgamento de Lula pelo juiz Serio Moro (como já o fizera há pouco tempo o STF), sua prisão e a proibição de que concorresse ao cargo de presidente em 2018. 

O prejuízo ao país já foi causado, com milhões de empregos fechados, milhares de obras paralisadas. E, no meio, a eleição ilegal de Jair Bolsonaro, já que o líder de todas as pesquisas na época (como hoje), Lula, não pôde concorrer, também em decisão ilegal.

Há notícia hoje de que o PT vai entrar na Justiça contra o ex-juiz Sergio Moro, que deve perder todo o dinheiro que ganhou com a Lava Jato (assim como o procurador de deus Dallagnol) e muito mais.

Moro foi peça fundamental no golpe que nos trouxe à tragédia de Bolsonaro. Mas ele não está sozinho nisso.

Tem Gilmar Mendes, que proibiu Lula de ser ministro de Dilma, em insólita decisão, porque é prerrogativa do presidente eleito nomear o ministro que quiser, e Lula foi proibido (ilegalmente, repito) de ser ministro, porque supostamente usaria o cargo para se blindar das ações de Moro contra ele. Anos depois, o próprio Gilmar reconheceu que errou, ao saber que a Lava Jato era um jogo de cartas marcadas, mas nunca assumiu que sua decisão foi ilegal.

Também errou o STF quando permitiu a prisão de Lula sem que todas as instâncias tivessem se esgotado, conforme determina a Constituição, ainda vigente.

Facchin sentou em cima do processo em que a defesa de Lula questionava a jurisdição do caso, em 2016, e só deu sua decisão no ano passado, como todas as outras, tarde demais.

Barroso e Fux proibiram Lula de dar entrevistas e o proibiram de pedir votos para Haddad em 2018, violando direitos constitucionais de Lula.

Lula também foi proibido de concorrer à presidência, quando não havia lei que o impedisse, mas apenas a vontade de uma maioria do STF.

Agora, com o caos formado, o país na lata de lixo e fedendo, ameaçados pela famiglia, milicianos e militares com milhares de cargos no governo, as Excelências veem o jogo virar contra o Supremo e a ameaça de um novo golpe dentro do golpe de 2016 ser anunciada diariamente pelo presidente e seus acólitos.

Sem falar na mídia corporativa, Rede Globo e seu Jornal Nacional à frente, responsáveis diretos pelo caos de hoje no país.

Como ironia, ontem, após nova condenação de Moro na Justiça, Bonner disse no Jornal Nacional que tentaram falar com o ex-juiz, mas não conseguiram. Logo ele, que vazava documentos e até o grampo ilegal de Dilma para o JN...

Com Rede Globo, Sergio Moro, o Supremo, com tudo, chegamos até aqui. Só a eleição de Lula no primeiro turno e uma grande bancada de esquerda e democrática, que permita a Lula uma maioria para governar, podem nos tirar da situação de anomia em que nos encontramos, com o presidente refém do Centrão, com medo da prisão —que certamente virá por todos os seus crimes e dos filhos— e refém dos militares, que agora não querem largar o osso.

ONU, STF, todos agora atestam o que sempre se soube: a inocência de Lula e o golpe. Pena que com muito atraso. 

"A justiça atrasada não é justiça; senão injustiça qualificada e manifesta.", Rui Barbosa.

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WhatsApp confirma envio massivo de mensagens nas eleições por empresas. Havan é uma delas. Falta mais o quê, TSE?

aRTE COM DIRETOR DO dATAFOLHA E wHATSaPP

Confirmação do envio massivo de mensagens por executivo do WhatsApp pode anular eleições no Brasil


Todo mundo sabe quem Luciano Hang, o Véio da Havan, apoia e apoiou nas eleições presidenciais do ano passado. Ele foi multado pelo TSE por impulsionar postagem em favor de Bolsonaro no Facebook. Ameaçou de demissão funcionários que não votassem em Bolsonaro. Apareceu em vídeo com outro empresário dizendo para que houvesse um esforço dos demais empresários para que Bolsonaro fosse eleito em primeiro turno, "pra economizar nosso dinheirinho" (prática que é ilegal).

Agora, o WhatsApp confirma o envio de milhões de mensagens ilegalmente pelo aplicativo nas eleições do ano passado. Entre as empresas envolvidas, a Havan.

O que falta mais ao TSE para juntar lé com cré e anular as eleições, cassar a chapa do presidente (eleito mediante fraude) Jair Bolsonaro e convocar novas eleições?

Abaixo, trecho do vídeo com executivo do WhatsApp.





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Campanha de Bolsonaro contratou 64 policiais para segurança, o que é ilegal

Bolsonaro

Mais ilegalidades na campanha presidencial de Bolsonaro


Não foram apenas as fake news, os disparos de milhões delas e o dinheiro de empresários para impulsionamento de sua campanha as ilegalidades cometidas pela campanha de Bolsonaro.

Reportagem de Felipe Bächtold na Folha mostra que foram contratados 64 policiais do Rio de Janeiro, entre civis e militares, para trabalhar como segurança na campanha, o que é ilegal.
O Diretório Nacional do PSL contratou no ano passado 64 policiais militares e civis do Rio de Janeiro para serviços de segurança privada em atos de campanha do então candidato Jair Bolsonaro. Os policiais atuaram em seus horários de folga, prática vedada a esses servidores pela legislação.
Foram pagas cerca de cem diárias a esses profissionais, em uma despesa total de mais de R$ 50 mil, custeada com recursos do fundo partidário do PSL, repassados pelos cofres públicos, e com receitas de campanha. Os dados constam da prestação de contas do PSL enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral.
Além dos 64 policiais contratados, há também na lista um ex-PM que foi expulso da corporação acusado de receber propina para não combater o tráfico [sic].
A legislação, porém, proíbe a atuação de PMs e policiais civis como segurança privado, sem deixar brecha. 
Os estatutos dos policiais civis e militares do Rio de Janeiro exigem dedicação exclusiva, o que veda a atuação como segurança privada em horários de folga. Na Polícia Militar, decreto federal que regulamenta a atividade policial também estabelece a dedicação exclusiva. [Folha]
Como naquele ditado "cada enxadada uma minhoca", pode-se dizer da campanha de Bolsonaro: a cada investigação uma ilegalidade.

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Sobre condenação ilegal de Haddad: Dono da gráfica diz que verba foi utilizada por outros candidatos do PT, mas não por Haddad

Jerry Lewis, em O Professor Aloprado
Jerry Lewis, em O Professor Aloprado

Juiz escreveu 300 páginas de introdução e usou fórmulas de lógica em sentença sem pé nem cabeça


Soa cada vez mais absurda (no país dos absurdos em que se transformou o Brasil sob Bolsonaro) a sentença que condenou Fernando Haddad.

O empresário da gráfica onde teria ocorrido "o crime" pelo qual Haddad foi condenado, nega que tenha produzido material para Haddad:
Francisco Carlos de Souza é o dono da gráfica que teria recebido recursos não contabilizados da empreiteira UTC. Em depoimento à Polícia Federal ele reconheceu o recebimento do dinheiro, mas a verba foi usada para produzir material a outras campanhas de integrantes do PT e não para a de Haddad. [Folha]
Mas os absurdos não param por aí. O empresário também foi condenado, como Haddad, por algo que não estava sendo julgado.
A denúncia acusou Francisco de falsidade ideológica eleitoral, mas sentença o condena por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, o que não é objeto do processo, gerando gritante nulidade, dizem seus advogados.
Por outro lado, o juiz absolveu Francisco nos no crime de corrupção, acusação que também não existe no processo.
“O Direito brasileiro estabelece que a sentença é nula quando condena o réu por crime do qual não foi acusado”, afirma Pedro de Padua Fleury.[Folha]
Francisco Shintate, o juiz que condenou Haddad e o dono da gráfica por crimes que não estavam sendo julgados parece ter caprichado no conteúdo da sentença para ficar nos anais (com duplo sentido):
A sentença do juiz Francisco Shintate, que condenou Fernando Haddad a quatro anos e seis meses de prisão por crimes eleitorais, tem mais de 500 páginas. O magistrado só começa a examinar o caso concreto na 361.
Nas anteriores, ele fala sobre linguística —"veículo sígnico (o suporte físico), designatum ou significatum (a significação) e denotatum (o significado)" —, de lógica “alética e deôntica” e inclui citações de 50 páginas contínuas de trechos de livros.
O juiz chega a usar dezenas de fórmulas de lógica formal, como “(-q v -r --S)”. E esclarece: S é a relação processual entre “sujeito da relação primária e o Estado, titular do monopólio da coação”. [Folha]
Resumindo: pirou na batatinha.





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Aqui, TSE, empresário confessa em vídeo que botou dinheiro na campanha de Bolsonaro. E o Jair sabia

Print de Tweet de Bolsonaro com vídeo dos empreários afirmando que botaram dinheiro na campanha


Empresário confessa que botou dinheiro em Bolsonaro e quer definição no 1º turno pra não ter de botar mais


Se o TSE quisesse e a PF também, a eleição de Bolsonaro seria anulada ainda antes da posse. Porque os disparos de milhões de mensagens pelo WhatsApp concentradas em poucos dias foram confirmadas pelo próprio aplicativo, que andou punindo alguns.

E se falta prova de que empresários botaram dinheiro na campanha (o que é ilegal), não precisava ir longe para buscá-la.

Se a PF fosse ao Twitter de Bolsonaro no dia 28 de agosto de 2018 veria a mensagem do Jair orgulhoso do apoio ilegal dos empresários à sua campanha [imagem]:
Dois Gigantes do Varejo - Havan e Gazin, juntos com Jair Bolsonaro (17)
E o crime está aqui, no vídeo, quando o empresário Gazin pede que a vitória seja decidida no primeiro turno, "pá nóis não tê que gastá mais dinhero". Confira:






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