ELA, quinto livro de Antonio Mello grátis sexta e sábado, 27 e 28/11. Não perca


Quem quiser ler no celular ou tablet, aconselho que baixe na play store o app Kindle, que também é grátis, e oferece possibilidades de leitura, como, por exemplo, aumentar a fonte. Para baixar o ELA grátis o link é https://amzn.to/3dBem5v 
Um cantor e compositor, que foi muito famoso há alguns anos, encontra uma misteriosa mulher, ELA, de incrível habilidade com as armas, e os dois vivem uma calorosa aventura neste road book (no sentido em que se usa road movie, e não um livro de navegação), em meio a uma Operação Lista da Forbes, criada para assassinar todos os bilionários do planeta.
Tem que fazer aquela burocracia de inscrição, como uma compra normal (afinal, o dono da Amazon não é o homem mais rico do mundo à toa, ele quer seus dados...), mas é grátis dias 27 e 28 de novembro. E vale a pena, eu garanto. 😉 
 
Não deixe de baixar, porque não terá outra chance grátis.





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Queiroz confessa e tenta livrar a cara de Flávio Bolsonaro, mas complica a de Jair


Segundo a CNN Brasil, o ex-policial militar Fabrício Queiroz disse em depoimento ao Ministério Público que montou sozinho todo o esquema de corrupção das rachadinhas e que Flávio Bolsonaro é inocente, não sabia de nada.
 
Ninguém acredita nisso, é claro. Afinal, Queiroz pagou por anos, em dinheiro vivo, as mensalidades escolares das filhas de Flávio e seu plano de saúde, além de fazer aparecer misteriosamente dinheiro para pagamento de imóveis e até de uma franquia da Kopenhagem.
 
Mas, o que o depoimento de Queiroz deixa a descoberto é o pai de Flávio, Jair Bolsonaro.
 
Segundo dados da quebra de sigilo bancário dos investigados, Queiroz depositou R$ 89 mil na conta da mulher do Jair, Michelle. Por quê?

O depoimento derruba também a desculpa dada por Jair quando o dinheiro apareceu pela primeira vez na conta de Michelle, de que se tratava de parte de pagamento de um empréstimo que teria feito a Queiroz.
 
Com os milhões da rachadinha que caíram em sua conta (segundo o MP, muito mais de R$ 2 milhões, pelo menos), pra que Queiroz pediria empréstimo de R$ 40 mil ao Jair?
 
Contem outra, Queiroz, Flávio e Jair.
 
Tudo indica que um dia ainda vão acabar contando essa história na cadeia aos outros presos, jurando inocência como quase todos os colegas de cela.



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Eduardo Bolsonaro age como moleque e leva 'puxão de orelha' da embaixada da China

Projeto de destruição do Brasil não é apenas do Jair Bolsonaro, mas de sua famiglia. Seu filho Eduardo publicou em seu perfil no Twitter (imagens acima)uma série de tweets absolutamente ofensivos à China, simplesmente nosso maior parceiro comercial disparado, importando do Brasil quase 60 bilhões de dólares.
 
A embaixada da China não fez por menos. Cansada de ver ofensas irresponsáveis disparadas de dentro do governo Bolsonaro (quem não se lembra do Weintraub comparando chineses ao personagem Cebolinha, da Turma da Mônica?), emitiu dura nota, que reproduzo a seguir, onde fica implícita até um possível fim da parceria comercial com o Brasil.
 
O país nesse estado, com 15 milhões de desempregados, economia na lona, 170 mil mortes pela pandemia, se receber esse duro golpe da China será simplesmente o caos social.
 
Até quando vamos permitir que esses imbecis continuem destruindo nosso país?

Leia a nota da Embaixada da China:
Em um fio de mensagens publicado no Twitter, dia 23 de novembro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro acusou o Partido Comunista da China e empresas chinesas de praticar espionagem cibernética e defendeu a iniciativa dos EUA de criar uma aliança internacional que discrimina a tecnologia 5G da China. Tais declarações infundadas não são condignas com o cargo de presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Prestam-se a seguir os ditames dos EUA no uso abusivo do conceito de segurança nacional para caluniar a China e cercear as atividades de empresas chinesas. Isso é totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento. A parte chinesa já fez gestão formal ao lado brasileiro pelos canais diplomáticos.

Ao longo dos 46 anos de relações diplomáticas, a parceria sino-brasileira conheceu um rápido desenvolvimento graças aos esforços de ambas as partes. A China tem sido o maior parceiro comercial do Brasil há 11 anos consecutivos e é também um dos países com mais investimentos no Brasil. Entre janeiro e outubro, as exportações brasileiras para a China foram de US$ 58,459 bilhões, respondendo por 33,5% do total de exportações do Brasil. As cooperações na telecomunicação e em outros setores foram construídas sobre bases sólidas e alcançaram avanços a passos largos. A China tem apoiado o Brasil no enfrentamento da pandemia da COVID-19, assegurando o suprimento de materiais, fornecendo assistência humanitária e compartilhando experiências. Os fatos comprovam, repetidas vezes, que a China é um amigo e um parceiro do Brasil e que a cooperação bilateral impulsiona o progresso de ambos os países e traz benefícios para os dois povos. Uma parceria bilateral estável e sadia está em sintonia com os interesses fundamentais e de longo prazo de ambas as partes, e, por isso mesmo, conta com o apoio de amplos setores da sociedade brasileira. Devemos continuar a expandir nossa parceria em diversas áreas, sempre alicerçados no respeito mútuo, na igualdade e no benefício recíproco.

Como firme defensora da segurança cibernética internacional, a China lançou a Iniciativa Global sobre Segurança de Dados a fim de construir um ambiente digital de abertura, equidade, imparcialidade e não discriminação. O governo chinês incentiva empresas chinesas a operar com base em ciência, fatos e leis enquanto se opõe a qualquer tipo de especulação e difamação injustificada contra empresas chinesas. Os EUA têm um histórico indecente em matéria de segurança de dados. Certos políticos norte-americanos interferem na construção da rede 5G em outros países e fabricam mentiras sobre uma suposta espionagem cibernética chinesa, além de bloquear a Huawei visando alcançar uma hegemonia digital exclusiva. Comportamentos como esses constituem uma verdadeira ameaça à segurança global de dados.

Na contracorrente da opinião pública brasileira, o deputado Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames que, além de desrespeitarem os fatos da cooperação sino-brasileira e do mútuo benefício que ela propicia, solapam a atmosfera amistosa entre os dois países e prejudicam a imagem do Brasil. Acreditamos que a sociedade brasileira, em geral, não endossa nem aceita esse tipo de postura. Instamos essas personalidades a deixar de seguir a retórica da extrema direita norte-americana, cessar as desinformações e calúnias sobre a China e a amizade sino-brasileira, e evitar ir longe demais no caminho equivocado, tendo em vista os interesses de ambos os povos e a tendência geral da parceria bilateral. Caso contrário, vão arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil.




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Não é uma pedalada, mas Bolsonaro deixa estragar 6,8 milhões de testes de COVID, causando prejuízo de R$ 290 mi ao país


Preocupado única e exclusivamente em livrar o filho Flávio e a si próprio das garras da polícia pelo caso de corrupção sistêmica conhecido como rachadinhas, Bolsonaro largou o país nas mãos dos incompetentes que nomeou para cada área, com o intento claro de desconstruir o Brasil.
 
Na área da saúde, o general Cloroquina faz o que lhe cabe: como não entende nada do assunto, não faz nada, a não ser contratar mais militares para encherem a burra às custas do dinheiro público.
 
Com isso, milhões de testes de COVID, que poderiam ter ajudado o país a evitar muitas das hoje quase 170 mil mortes pelo vírus, ficaram num depósito no Rio, sem uso, e perdem a validade agora em dezembro e janeiro, sem possibilidade de serem aplicados a tempo na população.
O governo de Jair Bolsonaro prefere deixar estragar 6,8 milhões de testes para diagnóstico da covid-19 do que testar a população, como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). Todos esses testes, que poderiam ter evitado que o Brasil chegasse a 170 mil mortos, estão estocados em um armazém do governo federal em Guarulhos.

A quantidade de testes que perde a validade em dezembro e janeiro é bem maior do que os 5 milhões de testes que o SUS realizou em nove meses de pandemia. O prejuízo com os testes que irão para o lixo é de R$ 290 milhões. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

Trata-se de testes RT-PCR, dos mais eficazes, que consiste na coleta de secreção no nariz e na garganta por meio de um cotonete. Em laboratórios particulares custa de R$ 290 a R$ 400. Conforme a reportagem, o Ministério da Saúde alega que sua responsabilidade é comprar os testes de covid-19. E que a distribuição é feita mediante pedido dos governadores e prefeitos. Os gestores, por sua vez, alegam que o governo entregou kits incompletos. [Fonte]

Sei que não é nenhuma pedalada fiscal, aquele crime que acusaram Dilma de ter cometido, e pelo qual, mais adiante, foi absolvida, quando já havia sido defenestrada do governo, e que se tratava apenas de uma usual manobra contábil, sem prejuízo ao erário, e não o caso de Bolsonaro, que dará um prejuízo de R$ 290 milhões ao país com a perda dos testes ao fim do prazo de validade.

As provas de crime dos Bolsonaro são abundantes como o traseiro do deputado Rodrigo Maia, que se mantém sobre elas.

Até quando continuaremos a permitir que Bolsonaro destrua o país, sem reação?




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Domingo com Música, no Dia do Músico, Hermeto Pascoal, 'Quebrando Tudo'


No Dia do Músico, aquele que talvez seja a melhor definição de músico, o genial compositor, arranjador, multi-instrumentista, criador Hermeto Pascoal, em apresentação no Festival de Montreux, em 1979, "Quebrando Tudo",





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Corregedor do caso de corrupção de Flávio Bolsonaro tem encontro com o presidente e na saída se esconde atrás de pilastra para fugir dos repórteres


Segundo o Valor Econômico, o desembargador Bernardo Garcez, corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, encontrou-se na tarde de hoje [sexta] com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Ele integra o órgão especial da corte responsável por avaliar a denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente.

O encontro constava na agenda de Bolsonaro para começar às 14 horas e durar 30 minutos. Garcez, no entanto, só apareceu na saída leste do palácio presidencial às 16 horas.

Ele era aguardado por jornalistas no local onde autoridades que saem do Planalto costumam conversar com a imprensa. Mas ignorou todas as perguntas dos repórteres, dirigindo-se à área externa, onde veículos param para recolher os visitantes.

Ao chegar ao local, Garcez escondeu-se atrás de uma pilastra, onde não podia ser visto pelos jornalistas. Câmeras de diversas emissoras correram para uma outra área, de onde era possível avistar o desembargador, para filmá-lo. Um carro veio apanhá-lo momentos depois.
Mas, o que foi oficialmente fazer o corregedor no Palácio em pleno feriado do Dia da Consciência Negra?
 
Segundo a Corregedoria, em seu site:
Cumprindo a agenda oficial, o Presidente da República Jair Bolsonaro e o Corregedor Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Bernardo Garcez, reuniram-se na tarde desta sexta-feira (20/11), no Palácio do Planalto, em Brasília.

O encontro durou cerca de duas horas e teve como pauta a participação da Corregedoria no Comitê de Modernização de Ambiente e Negócios, a convite da Presidência da República, por meio da Secretaria Especial de Modernização do Estado (SEME). Foi falado também sobre a importância da Declaração de Nascimento e Declaração de Óbito Eletrônicas (e-DNV/ e-DO) para impedir fraudes.

O Corregedor e o Presidente trataram ainda de assuntos gerais da Administração Pública, como os desafios enfrentados pela Primeira Instância do Judiciário durante o período da pandemia. Não foram tratados assuntos relacionados a processos judiciais.
Se é assim, por que o corregedor se escondeu atrás de uma pilastra para fugir da imprensa? Timidez não é, já que seu bigode denuncia um homem vaidoso e orgulhoso de sua aparência.
 
Será que o presidente não tocou no assunto de corrupção de seu filho Flávio, que envolve Queiroz, a mulher de Queiroz, a mulher de Flávio, a de Jair e o próprio Jair, e por isso um constrangido corregedor tratou de se esconder atrás de uma pilastra com medo de falar algo que não deveria?
 
O que temia o corregedor bigodudo?
 
Mais uma para a desmoralização e destruição do país e de suas instituições por Jair Bolsonaro, até o momento impunemente.
 



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Sábado com Cinema: Roma, Cidade Aberta, de Rossellini, na íntegra e com legendas em português


O clássico filme de Roberto Rossellini, de 1945, com interpretação magistral da "Mamma Roma" Anna Magnani. Roteiro de Sergio Amidei e ninguém menos que Federico Fellini.





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Prefeitura de SP é só trampolim para tucanos. Serra e Dória renunciaram com 15 meses de governo. Você conhece o vice de Covas?


A prefeitura da maior cidade do país serve apenas de trampolim para tucanos concorrerem ao governo do estado de São Paulo. Eles escolhem seus vices sabendo disso. E os vices se deixam escolher também, de olho em ficar à frente da prefeitura com pouco mais de 15 meses de governo do eleito.
 
Foi assim com José Serra, que se elegeu e 15 meses depois passou a prefeitura a seu vice, Kassab, para concorrer ao governo de São Paulo.
 
Foi assim também com Dória, que um ano e 95 dias após assumir a prefeitura passou o bastão ao atual prefeito, Bruno Covas, para concorrer ao governo do estado.
 
Esse tembém deve ser o plano de Covas, caso se reeleja.
 
Por que fazem isso? Porque a prefeitura de São Paulo é um troféu grande demais para o político ficar depois dois anos sem ter o que fazer.
 
Pense bem: se Bruno se reelege e fica até o final do mandato, o que vai fazer em 2024, já que não poderá concorrer a nova reeleição?
 
Teria que ficar dois anos à toa, ou de secretário ou ministro de alguém, porque novas eleições só em 2026.
 
É certo que irá renunciar à prefeitura para concorrer ao governo de São Paulo, já que Dória deve renunciar para concorrer à presidência.
 
Por isso é tão importante saber quem é o vice de Bruno Covas, que pode ser o próximo prefeito, caso Covas vença Boulos no segundo turno.
Ricardo Nunes é um conservador da bancada religiosa da Câmara Municipal, tem no currículo a campanha permanente contra os direitos das mulheres e das LGBTQIA+ e, pelo que tudo indica, é líder de um grave esquema de corrupção: a máfia das creches.

Vereador no segundo mandato e filiado ao MDB, Nunes foi emplacado como vice na chapa do PSDB por pressão de João Doria, que mira sua candidatura em 2022 contra Bolsonaro e quer disputar, desde já como presidenciável, a coligação do seu partido com o MDB e o “centrão”.

O vice de Covas indicado por Doria é parte da “bancada da Bíblia” na Câmara Municipal, fez oposição aberta à educação sexual e para igualdade de gênero nas escolas, surfando na campanha conservadora do projeto Escola sem Partido em 2015, em meio ao processo de aprovação do Plano Municipal de Educação. Não bastasse o grave fanatismo da campanha encampada por Ricardo Nunes contra projetos educacionais que podem combater a violência de gênero, ele próprio também foi acusado de violência doméstica, ameaça, injúria e falta de pagamento de pensão por sua esposa em 2011, fato que segue sem respostas na campanha de Covas.

O PSDB querer se diferenciar da extrema direita bolsonarista, adotando um discurso pró Lava Jato, Sérgio Moro e Rede Globo, mas pode esconder sua longa história de corrupção, desde a privataria tucana dos anos 90 até o escândalo da Alstom na construção do metrô em São Paulo, desde o desvio de dinheiro público no Rodoanel até a máfia das merendas. A máfia das creches envolvendo o tal vice de Covas, Ricardo Nunes, é mais um capítulo dessa novela.

Nunes parece bastante sintonizado com o modo tucano de governar: com base em dados do IPTU e outras documentações, reportagens recentes apontam que ele mantém uma rede de entidades e empresas que administram e alugam imóveis para unidades de creches públicas municipais. Os responsáveis dessas entidades entrevistados apontaram Nunes como seu “chefe”. À contratação das entidades e empresas de seus funcionários, ex-funcionários e parentes se soma a fatura de aproximadamente 1,5 milhão de reais em contratos com a prefeitura. [Fonte]

Antes de votar, compare bem os candidatos e também seus vices: Ricardo Nunes e Erundina.




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Histórico e emocionante pronunciamento de Lula no Dia da Consciência Negra. Assista


O presidente Lula num depoimento de estadista, historia a importância do negro na formação do Brasil.




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Cuba tem eleições? Elas são democráticas? Como são as eleições em Cuba? Confira

Artigo da professora e filho dos líderes comunistas Luis Carlos e Olga Benario Prestes, Anita Leocadia Prestes, publicado no Brasil de Fato. Mais abaixo, um resumo em imagens do perfil no Instagram do Consulado de Cuba em São Paulo.
Ao estudar o sistema político vigente em Cuba, é necessário lembrar que seus antecedentes remontam ao ano de 1869, quando o povo da pequena ilha caribenha lutava de armas na mão pela independência do jugo colonial espanhol. Seus representantes se reuniram na parte do território já liberado e constituíram a Assembleia Legislativa, que aprovou a primeira Constituição da República de Cuba em armas. Era assim estabelecida a igualdade de todos os cidadãos perante a lei e abolida a escravidão até então existente. Essa primeira Assembleia Constituinte elegeu o Parlamento cubano daquela época e também, de forma democrática, seu Presidente, assim como o Presidente da República de Cuba em armas, designando ainda o Chefe do Exército que levaria adiante a luta pela independência.

Cuba socialista reconheceu a importância de tal herança e, inspirada também nos ensinamentos do grande pensador e líder revolucionário José Marti, chegou a criar um sistema político que constitui um Sistema de Poder Popular único, autóctone, que não é cópia de nenhum outro. Em Cuba não existem os chamados três poderes (executivo, legislativo e judiciário), característicos do sistema político burguês. Há um só poder – o poder popular. Como o povo exerce o poder? Segundo a Constituição, o povo o exerce quando aprova a Constituição e elege seus representantes e, em outros momentos, mediante as Assembleias do Poder Popular e outros órgãos que são eleitos por estas Assembleias, como é o caso do Conselho de Estado, órgão da Assembleia Nacional. Portanto, o poder popular é único e exercido através das Assembleias do Poder Popular.

Outro elemento importante do sistema político cubano é a existência, de acordo com a Constituição, de um único partido – o Partido Comunista. Não se trata de um partido eleitoral, e por isso não participa do processo eleitoral, designando ou propondo candidatos ou realizando campanha a favor de determinados candidatos. Seguindo o caminho apontado por José Marti, fundador do Partido Revolucionário Cubano - partido único como única via para conquistar a unidade de todo o povo na luta pela independência e a soberania do país, e também na luta por justiça social -, o Partido Comunista de Cuba se diferencia do conceito clássico de partidos políticos; além de não ser um partido eleitoral, é o partido dirigente da sociedade, cujas funções e cujo papel são reconhecidos pela imensa maioria do povo. A definição do seu papel está inscrita na Constituição, aprovada em referendo público, mediante voto livre, direto e secreto de 97,7% da população.

É importante ressaltar que o PC é constituído pelos cidadãos mais avançados do país, o que se garante mediante um processo de consulta das massas. São os trabalhadores que não pertencem ao PC que propõem, em assembleias, as pessoas que devem ser aceitas em suas fileiras. Depois que o Partido toma decisão sobre as propostas dos trabalhadores, se reúne novamente com eles para informá-los. Quando toma decisões em seus congressos, o PC as discutiu antes com a população. O Partido não dá ordens à Assembleia Nacional do Poder Popular nem ao Governo. O PC, após consultar o povo, sugere e propõe aos órgãos do Poder Popular e ao Governo as questões que somente a essas instituições cabe o papel de decisão.

O Parlamento cubano se apoia em cinco pilares de uma democracia genuína e verdadeira, a saber:

    O povo propõe e nomeia livre e democraticamente os seus candidatos.
    Os candidatos são eleitos mediante voto direto, secreto e majoritário dos eleitores.
    O mandato dos eleitos pode ser revogado pelo povo a qualquer momento.
    O povo controla sistematicamente os eleitos.
    O povo participa com eles da tomada das decisões mais importantes.

O sistema do Poder Popular em Cuba é constituído pela Assembleia Nacional, as Assembleias Provinciais, as Assembleias Municipais, o Conselho Popular e a Circunscrição Eleitoral, que é o degrau básico de todo o sistema. Nenhum desses órgãos está subordinado a outro, mas todos funcionam de forma que suas funções e atividades sejam complementares, tendo em vista alcançar o objetivo de que o povo possa exercer o governo de maneira prática e efetiva.

O sistema do Poder Popular se apresenta atualmente em Cuba da seguinte maneira: no nível nacional, a Assembleia Nacional do Poder Popular; em cada uma das 14 províncias, as Assembleias Provinciais do Poder Popular e nos 169 municípios, as Assembleias Municipais; no nível de comunidade, os Conselhos Populares (1540); cada Conselho agrupa várias circunscrições eleitorais e é integrado pelos seus delegados, dirigentes de organizações de massas e representantes de entidades administrativas. No nível de base, ainda que sem formar parte de maneira orgânica da estrutura do sistema do Poder Popular, nem do Estado, tem-se a circunscrição eleitoral. A circunscrição eleitoral e o seu delegado são a peça-chave, a peça fundamental do sistema. A circunscrição se organiza para efeito das eleições, mas o delegado continua funcionando na área por ela abarcada e, por isso, a mesma continua sendo sempre denominada de circunscrição.

Participam das eleições todos os cidadãos cubanos a partir dos 16 anos de idade, que estejam em pleno gozo dos seus direitos políticos e não se incluam nas exceções previstas na Constituição e nas leis do país. Os membros das Forças Armadas têm direito a voto, a eleger e a ser eleitos. A Constituição estabelece que cada eleitor tem direito a um só voto. O voto é livre, igual e secreto. É um direito constitucional e um dever cívico, que se exerce de maneira voluntária, e quem não o fizer não pode ser punido.

Diferentemente dos sistemas eleitorais das democracias representativas burguesas, em que os candidatos aos cargos eletivos são escolhidos e apresentados pelos partidos políticos, em Cuba o direito de escolher e apresentar os candidatos a Delegados às Assembleias Municipais do Poder Popular é exclusivamente dos eleitores. Esse direito é exercido nas assembleias gerais dos eleitores das áreas de uma circunscrição eleitoral da qual eles sejam eleitores. A circunscrição eleitoral é uma divisão territorial do Município e constitui a célula fundamental do Sistema do Poder Popular. O número de circunscrições eleitorais em cada Município é determinado a partir do número de seus habitantes de maneira que o número de delegados das circunscrições à Assembleia Municipal nunca seja inferior a trinta.

O registro eleitoral em Cuba é automático, público e gratuito; todo cidadão, ao atingir os 16 anos de idade e estando em pleno gozo dos seus direitos políticos, é registrado como eleitor. Segundo a lei, no país são realizados dois tipos de eleições: 1) eleições gerais, em que são eleitos, a cada cinco anos, os Deputados à Assembleia Nacional e demais instâncias de âmbito nacional, incluindo o Conselho de Estado, assim como os Delegados às Assembleias Provinciais e Municipais e seus Presidentes e Vice-presidentes; 2) eleições parciais, a cada dois anos e meio, em que são eleitos os Delegados às Assembleias Municipais e seus Presidentes e Vice-presidentes. Deve-se assinalar que tanto os Deputados à Assembleia Nacional quanto os Delegados às Assembleias Provinciais e Municipais são eleitos diretamente pela população.

As eleições são convocadas pelo Conselho de Estado, órgão da Assembleia Nacional que a representa entre os períodos de suas sessões, executa suas decisões e cumpre as funções que a Constituição lhe atribui. Para organizar e dirigir os processos eleitorais, são designadas Comissões Eleitorais Nacional, Provinciais, Municipais, de Distritos, de Circunscrição e, em casos necessários, Especiais. A Comissão Eleitoral Nacional é designada pelo Conselho de Estado, as Comissões Provinciais e Especiais são designadas pela Comissão Eleitoral Nacional, as Comissões Eleitorais Municipais pelas Comissões Eleitorais Provinciais e assim por diante. Todos os gastos com as eleições são assumidos pelo Orçamento do Estado; portanto os candidatos nada gastam durante todo o processo eleitoral.

Para elaborar e apresentar os projetos de candidaturas de Delegados às Assembleias Provinciais e de Deputados à Assembleia Nacional e para preencher os cargos que são eleitos por elas e as Assembleias Municipais, são criadas as Comissões de Candidaturas Nacional, Provinciais e Municipais integradas por representantes das organizações de massas e de estudantes e presididas por um representante da Central de Trabalhadores de Cuba, assegurando desta maneira a direção dos trabalhadores em todo o processo eleitoral.A propaganda eleitoral é feita exclusivamente pelas Comissões Eleitorais, garantidas a todos os candidatos condições de igualdade; nenhum candidato pode fazer campanha para si próprio.

Para ser proposto como candidato a Deputado à Assembleia Nacional, é necessário ter sido apresentado como pré-candidato por uma das organizações de massas do país, que a Comissão Nacional de Candidaturas submeta essa proposta à consideração da Assembleia do Poder Popular do município correspondente, e que esta, pelo voto de mais da metade dos Delegados presentes, aprove a sua designação como candidato por esse território. Será considerado eleito Deputado à Assembleia Nacional o candidato que, tendo sido apresentado pela respectiva Assembleia Municipal, tenha obtido mais da metade dos votos válidos emitidos no Município ou Distrito Eleitoral, segundo o caso de que se trate. As eleições para os demais níveis do Poder Popular seguirão a mesma sistemática.

Em Cuba, os Deputados à Assembleia Nacional e os Delegados às demais Assembleias não recebem nenhum tipo de remuneração pelo exercício do mandato popular; continuam exercendo suas profissões em seus locais de trabalho e recebendo o salário correspondente. A Assembleia Nacional se reúne duas vezes ao ano, as Provinciais Municipais com maior frequência. Os Deputados e Delegados exercem seus mandatos junto aos seus eleitores, prestando-lhes contas periodicamente e podendo, de acordo com a Lei, serem por eles removidos a qualquer momento, desde que, em sua maioria, considerem que seus representantes não estão correspondendo aos compromissos assumidos perante o povo.

Sem espaço para um exame mais detalhado do Sistema Político de Cuba, é esclarecedor, entretanto, abordar o processo de eleição do Presidente do país, que é o Presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Ministros. Para ser eleito Presidente, é necessário ser Deputado e, por isso, deve ter sido eleito por voto direto e secreto da população, da mesma forma que todos os 609 Deputados da Assembleia Nacional. No caso específico, por exemplo, do Presidente Fidel Castro, ele foi designado candidato pela Assembleia Municipal de Santiago de Cuba e eleito pelos eleitores de uma circunscrição do município e, além disso, eleito pela maioria, pois a Lei eleitoral estabelece que nenhum Deputado pode ser eleito sem obter mais de 50% dos votos válidos. Posteriormente, sua candidatura a Presidente do Conselho de Estado foi votada pelos Deputados, devendo alcançar mais de 50% dos votos para ser considerado eleito.

A abordagem realizada do Sistema Político de Cuba, ainda que sucinta, evidencia seu caráter popular e democrático, que é, entretanto, permanentemente distorcido e falsificado pela mídia a serviço dos interesses do grande capital internacionalizado.
Anita Leocadia Prestes é professora do Programa de Pós-graduação em História Comparada da UFRJ e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes.





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Por que Boulos, um cara de classe media, entrou no Movimento dos Sem Teto? Ele explica


O Blog do Mello apoia a chapa Boulos-Erundina, 50, para a prefeitura São Paulo. Vou publicar aqui material da campanha para ajudar a virarmos o jogo e expulsarmos os tucanos da capital de São Paulo. 
 
Hoje, Boulos explica por que e como entrou no MTST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto.





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Entenda o Renda Solidária de Boulos

O Blog do Mello apoia a chapa Boulos-Erundina, 50, em São Paulo. Vou publicar aqui material da campanha para ajudar a virarmos o jogo e expulsarmos os tucanos da capital de São Paulo.




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Voto por celular vai ser o maná para milicianos, traficantes, pastores e coronéis


O ministro Luis Pavão Barroso, atual presidente do TSE, resolveu disputar com os candidatos a atenção da mídia nas eleições 2020.
 
Barroso, que teve neste primeiro turno um início quase igual ao do inesquecível Weintraub em seu primeiro ENEM, lançou na mídia a ideia da possível futura adoção do voto pela internet, via computador ou celular.
 
Já imaginou a farra que farão milicianos, traficantes, pastores, coronéis dos rincões?
- Traga se celular que eu quero ver seu voto. Digite aí...
A única saída para o povão votar (quase) sem pressão é o sacrossanto local solitário onde fica a urna eleitoral, onde ninguém pode vigiar no que ou quem ele está ou não votando.
 
O resto é holofote para Barroso e maná para todos aqueles que querem o povo sob cabresto.



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Desistência de Freixo tira da esquerda possibilidade de eleger prefeito do Rio. Agora é derrotar o bispo

Números finais da apuração do primeiro turno no Rio mostram que a desistência do deputado Marcelo Freixo tirou da esquerda a possibilidade de eleger o próximo prefeito do Rio. 
O número de eleitores que não votaram no Rio (1.590.876) é maior do que os que votaram em Eduardo Paes (974.804) e Crivella (576.825) somados. 
Já o número de votos brancos (213.138) e nulos (413.962) também foi maior do que as eleições de 2016 e somados dão mais do que os votos de Martha Rocha (297.751) e Benedita da Silva (296.847).[G1]
A chapa Freixo-Benedita, ensaiada na fase de negociações, garantiria a ida ao segundo turno, com grandes possibilidades de vitória, contra os desgastados (e condenados, concorrendo sob liminar) Paes e Crivella.
 
O cavalo da eleição a prefeito passou encilhado diante de Freixo, mas ele fez como a famosa frase de Santo Agostinho, em sua súplica a Deus: "Senhor, tornai-me santo. Mas não agora".
 
Alegando motivos internos do PSOL, Freixo deixou o cavalo encilhado passar. 
 
Político corajoso, que enfrentou e comandou a CPI das Milícias no Rio, e vive ameaçado de morte por eles, parece que Freixo não é político para funções de liderança em cargos no Executivo, e deve continuar sua carreira na Câmara, como excelente deputado que é. 

Benedita fez uma campanha maravilhosa. Uma candidata excepcional, que quase foi eleita prefeita lá atrás, quando foi derrubada por uma até hoje mal explicada filmagem do primeiro arrastão nas praias do Rio. Seria o nome ideal na dupla com Freixo, porque como cabeça de chapa sofreu com a falta de verbas para sua campanha e a rejeição que ainda atinge o PT do Rio, graças à aliança do partido com Sergio Cabral e o próprio Paes.

Só nos resta agora a opção de votar em Eduardo Paes para tirar o bispo da prefeitura.



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