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Sai do ar juiz que tirou Requião do ar

Lembram-se daquele juiz Lippman que tirou do ar o governador do Paraná, Roberto Requião, e o proibiu de aparecer em programas da TV Educativa do Paraná? Pois agora quem saiu do ar foi o juiz:

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu na sessão plenária desta terça-feira (28) afastar de suas funções o desembargador federal Edgard Antônio Lippman Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que engloba os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e abrir processo administrativo disciplinar, a fim apurar os fatos indicados em sindicância promovida pela Corregedoria Nacional de Justiça.

E quais são os tais fatos indicados? Os mesmos apontados pelo diretório do PMDB do Paraná, na época da censura a Requião, contra o juiz: o envolvimento em um esquema de venda de sentenças para favorecer a abertura de casas de bingo em Curitiba.

O presidente da comissão de sindicância e corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, escreveu em seu relatório, segundo o Bem Paraná:

O ministro Dipp afirma que de 2003 a 2007, Lippmann teria movimentado R$ 3,9 milhões. O relator alerta para o fato da diminuição da sua movimentação bancária no período em que “teria vazado” as denúncias contra ele. Mesmo assim, Dipp afirma que são valores bem acima dos vencimentos de um desembargador federal.
Em 2003, Lippmann teria movimentado R$ 747 mil, mas sua declaração de Imposto de Renda apresentava um rendimento de R$ 200 mil. No anos anterior, o dinheiro movimentado aumentou, chegando a R$ 1,029 milhão, em 2004. A partir daí, passaram a cair: R$ 898 mil (2005), R$ 693 mil (2006) e R$ 648 mil (2007).
Na relação de bens, o relator não encontrou de onde teria saído o dinheiro para o pagamento de um apartamento no nome da companheira de Lippmann. “Com efeito, há indícios de que, em tese, a movimentação bancária do sindicado (o desembargador), bem como a evolução patrimonial do casal Edgard e Ivanise seria, em uma primeira análise, incompatível com os rendimentos auferidos”, diz o relator em seu despacho. Ele cita ainda que há 10 reclamações contra o desembargador, elaboradas por procuradores e subprocuradores, informando desde a aceitação de pedidos de delegados para tramitar ou trancar ações até mesmo possível venda de sentença e até autorização para escutas telefônicas sem fundamentação jurídica.

Lippman, que condenou Requião ao silêncio, também preferiu ficar calado. Ele não teria ido depor na Comissão de Sindicância do CNJ alegando depressão.

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Requião é a bola da vez nos golpes de Estado via Tribunais

A estratégia de tomada de poder via decisões judiciais está se alastrando. A bola da vez agora parece ser o governador do Paraná, Roberto Requião. Adversários e inimigos não faltam para esse político, que alguns consideram ser o Chávez brasileiro (ou Chávez é que é o Requião da Venezuela?).

O fato é que a CBN – aquela emissora do PIG que troca notícia – anunciou nesta quinta que o jornalista Fábio Campana (que já foi Secretário de Comunicação de Requião e hoje é seu adversário) diz ter provas de irregularidades na campanha do atual governador ao governo do Paraná em 2002 (isso mesmo, em romanos para não ter erro, MMII).

Segundo Campana, a campanha de Requião não teria declarado R$ 1 milhão que o candidato teria recebido em material da Gazeta do Paraná de Cascavel.

Como legítima representante do PIG, a CBN entrevista o denunciante, o proprietário da Gazeta (que confirma a doação, diz que foi legal e com recibo), mas não dá voz ao governador Requião ou a alguém de sua campanha.

A reporcagem, que você pode ouvir a seguir, lembra que outros governadores já perderam o mandato por causa de irregularidades na campanha. Não sei se é uma sugestão ou um apelo, levando-se em conta tudo o que Requião já disse a respeito das Organizações Globo (proprietária da CBN).



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Requião diz que MST é dádiva de Deus, defende Protógenes e prisão de Dantas

O governador do Paraná, Roberto Requião, é uma figuraça. Já apareceu várias vezes aqui no blog, principalmente por suas posições de independência e confronto com a mídia corporativa, especialmente com a Rede Globo.

Requião pega pesado e diz o que acha que deve dizer, especialmente contra a mais poderosa rede de TV do país. Como aqui, quando Requião diz que Rede Globo é insaciável e denuncia chantagem da mídia.

Hoje, li no blog do PHA que ele defendeu o MST, que tem sido alvo de ataque dos jornalões e até do ministro e presidente do STF, Gilmar Mendes. Mas não apenas isso. Requião foi além e defendeu a quebra de sigilo total para o homem público, que só deve ter preservada sua vida íntima:

Numa solenidade de formatura de delegados de policia do Paraná, o governador Roberto Requião, ontem, disse, para espanto de todos, que o MST é uma dádiva de Deus.
. E explicou: o MST encaminha uma juventude excluída para um trabalho de militância social e arar um pedaço de terra.
. Com o MST eu converso, disse Requião.
. Eu encaminho reivindicações ao Governo Federal; eu faço uma escola.
. Com o crime organizado – que seria a alternativa para a juventude excluída – eu faço o que ?, perguntou Requião?
. No MST, alguns querem o socialismo e eles têm direito a isso.
. Outros querem um pedaço de terra.
. E outros querem vender a terra – e são esses que empurram o MST adiante.
. Eu conversei com o Governador Requião sobre a Sanepar.
. Uma empresa de saneamento que Daniel Dantas privatizou e Requião tomou de volta.
. Requião, ao contrário do Presidente Lula, enfrentou Dantas.
. Requião disse que gostaria muito de ver Dantas na cadeia.
. E disse mais, sobre a batalha do Presidente do Supremo e o delegado Protogenes: Requião acha que autoridade não deveria ter direito a sigilo.
. A nenhum sigilo, muito menos o telefônico.
. Só não pode divulgar conversas íntimas, privadas.
. O resto, todo mundo tem o direito de saber.
. O homem público é público, diz Requião.

Com seu estilo xerifão, o governador enfrentou manifestantes que defendiam produtos da Monsanto, como eu já publiquei aqui. Ele mandou que manifestantes com faixas em defesa da soja transgênica enfiassem a faixa no... Veja onde:



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Requião manda manifestantes enfiarem a faixa no... Vejam onde


O fato não é novo, mas é significativo, porque mostra bem a personalidade do governador do Paraná, Roberto Requião.

Na assinatura de um documento, numa cidade do Paraná, Requião é vaiado por manifestantes, defensores da soja transgênica, e perde a paciência.

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Rádio importa senador made in Paraguai para atacar Requião

Em entrevista na Bandnews, o senador paraguaio Juan Carlos Galaverna, líder do governo no Congresso, fez gravíssimas acusações ao governador Roberto Requião. Disse que a intromissão de Requião no Paraguai é antiga e não só na política, mas em negócios que envolveriam ilícitos como o contrabando de soja, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas ao lado do general Lino Oviedo.

A notícia reproduzida acima está escrita desse modo, na página de Fábio Campana. Como se ele não tivesse nada a ver com a história. No entanto, as acusações do senador paraguaio foram feitas no programa do próprio Fábio Campana na Bandnews.

Requião afirmou que vai processar rádio e jornalista, segundo notícia publicada na Agência Estadual de Notícias do Paraná.

“...determinei à Procuradoria geral do Estado e à Secretaria da Segurança Pública que processem o irresponsável proprietário da Bandnews, Joel Malucelli, e Fábio Campana, seu pau-mandado.

“Por que não só o Fábio Campana? Há um ditado popular muito conhecido — se o cachorro te morde, bata no dono do cachorro. O cachorro é um instrumento, é o sujeito sem personalidade, é o pau-mandado, é o pago, é o mercenário.”

Declaração oficial de Requião (clique aqui para ouvir o áudio) diz que o comportamento da mídia em relação a ele é fruto de sua medida que acabou com os gastos do governo em propaganda.

As grandes redes de comunicação não estão recebendo um tostão do governo do Paraná. (...)...A farra das grandes redes e dos grandes órgãos acabou no nosso estado. O ano passado a despesa foi zero e este ano será novamente zero. Em razão disso, talvez, surgem acusações absurdas.

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Requião acusa Globo de tentar derrubá-lo e MP de pressioná-lo para que não denuncie os altos salários do Judiciário


Mais uma parte da entrevista do governador Roberto Requião à repórter Christina Lemos, no programa Brasília ao vivo, da Record News, que pode ser visto na íntegra por este link.

No trecho, Requião acusa a Rede Globo de tentar derrubá-lo nas eleições de 2006, e acusa também o Ministério Público de persegui-lo por combater os altos salários do Judiciário.

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Requião diz que Rede Globo é insaciável e denuncia chantagem da mídia


Novo trecho do programa Brasília ao vivo, da Record News, em que a jornalista Christina Lemos entrevistou o governador do Paraná Roberto Requião. A entrevista foi ao ar no final da noite de ontem.

Neste trecho, Requião diz que sofre chantagem da mídia, desde que reduziu a zero a verba de publicidade do governo do Paraná. Acusa especificamente a Rede Globo de ser insaciável.

Fala também de outro aspecto importante, que pode estar por trás da censura que lhe foi imposta pelo desembargador Lippmann:

[No programa Escola do Governo nós] prestamos conta também das pendências do estado com certos setores da iniciativa privada. Nós denunciamos e damos dados e nomes de quem desviou dinheiro público, de utilização de créditos tributários inexistentes, e toda aquela anarquia que eu encontrei quando assumi o governo.

A íntegra da entrevista você acessa aqui, no site da Record News.

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Requião critica mídia nos casos dos filhos de FHC e de Renan


Nos primeiros minutos do dia de hoje, o governador do Paraná Roberto Requião deu uma entrevista à jornalista Christina Lemos, no programa Brasília ao vivo, na Record News.

À vontade, bem no seu estilo, o governador criticou a mídia – em especial a Rede Globo – o judiciário e denunciou a hipocrisia geral dos falsos moralistas, que sacam suas críticas de acordo com as conveniências políticas.

Citou como exemplo a diferença de tratamento nos casos dos filhos fora do casamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador Renan Calheiros.

Requião está se aproveitando muito bem da infeliz sentença do desembargador Lippmann, que, na prática, trouxe de volta a censura ao Brasil. No seu estilo de não levar desaforo pra casa, o governador está ocupando do lado governamental o espaço do brigão, do valente, servindo de contraponto aos pitblogueiros e buldogues da oposição.

A entrevista, na íntegra, em duas partes, você pode assistir no site da Record News.

Acima, um trecho que recortei – exatamente aquele em que Requião fala do filho de FHC com uma jornalista da Globo, pois essa deve ter sido a primeira vez que o assunto chegou a uma emissora de TV.

O programa terminou pouco depois da meia-noite e você já vê trecho dele aqui no blog pouco tempo depois, graças a um leitor que me avisou da entrevista por e-mail.

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Requião e Lippmann: Censura ou não?

É claro que é censura. A liberdade de expressão está garantida pela Constituição. Quem não estiver satisfeito, ou se sentir ofendido, caluniado etc., que entre na justiça contra o ofensor, caluniador etceteror e faça valer a lei.

O juiz proibiu Requião de tocar em determinados temas. Segundo Lippman, cabe os princípios da eficiência e da cautela:

“Por que se consentir com uma situação fática que de antemão se sabe potencialmente danosa à comunidade, para somente depois se reprimi-la?”

Quer dizer, o que Lippmann defende é a censura:

■ substantivo feminino
1 ação ou efeito de censurar
2 exame a que são submetidos trabalhos de cunho artístico ou informativo, ger. com base em critérios de caráter moral ou político, para decidir sobre a conveniência de serem ou não liberados para apresentação ou exibição ao público em geral. [Houaiss]

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Requião protesta contra censura e tira do ar TVE do Paraná


O governador do Paraná Roberto Requião, em reação às últimas decisões da Justiça Federal, tirou do ar a TV Educativa do Paraná. Segundo o governador, seria impossível à emissora seu funcionamento normal, tendo que interromper sua programação de 15 em 15 minutos para exibir nota assinada pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe), como impunha última decisão do desembargados Lippmann.

No entanto, o governador acatou a decisão judicial, e a TVE transmitiu a nota da Ajufe. Mas não apenas ela. Em seguida vem uma nota assinada pelo governador Requião com novas críticas à decisão judicial, que é um atentado à liberdade de imprensa [opinião do blog]. Como deixa claro o presidente da ABI, Maurício Azedo, que, numa entrevista condena a decisão do juiz Lippmann:

Ela constitui uma afronta à Constituição. O Texto da Constituição veda expressamente a imposição de censura política, ideológica e artística. O desembargador Lippmann Junior ignorou essa determinação Constitucional e pretende impor ao governador Roberto Requião condições que a Constituição não admite.

O governador Requião faz bem em radicalizar politicamente a questão. Não existe meia censura, nem ela só pode ser considerada quando aplicada aos meios privados de comunicação. Se a proibição se estendesse à Rede Globo, por exemplo, teríamos uma grita violenta.

Mas Requião gosta de briga, é teimoso e fanfarrão, uma mistura de Brizola com Chávez. Está lançando seu nome nacionalmente. Nesse sentido, ao censurá-lo o juiz Lippmann presta-lhe um grande favor.

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Juiz estende proibição a Requião e reinstaura censura no país

Como já informei aqui, na semana passada o desembargador federal Edgard Antônio Lippmann Júnior proibiu o governador do Paraná, Roberto Requião, de usar os meios de comunicação estatais para promoção pessoal, ofensa à imprensa, a adversários políticos e instituições. Esses podem continuar sentando o pau no governador à vontade.

Já era um absurdo, porque a censura foi enterrada junto com a ditadura, na Constituição de 1988. Mas o juiz Lippmann achou pouco e foi além: agora à noite vem a informação de que ele proibiu a apresentação do programa "Escola de Governo" (onde o governador emitia suas opiniões) em outras emissoras de televisão que não a TV Paraná Educativa, do governo estadual.

Ou seja: Requião só pode falar na TV Educativa do Paraná. E, nela, ele não pode opinar.

É um absurdo total. Vamos ver como a “grande imprensa” vai tratar do assunto. Será que vão dizer que é um atentado ao estado de direito, à democracia e à liberdade de imprensa?

Requião cortou a zero verba de comunicação no Paraná

Aposto que não. Sabe por quê? Eles querem mais é que Requião fique quietinho. Ou melhor: querem que ele pague pra falar. Simplesmente, porque Requião acabou com toda a verba de comunicação do Paraná. Zero. Como ele declarou em entrevista ao Paulo Henrique Amorim:

(...) o Governo que me antecedeu, que é o Governo do Jaime Lerner, gastou em dois períodos que ele se elegeu o equivalente hoje a R$ 1,5 bilhão. E eu resolvi no ano passado reduzir a zero a despesa de comunicação, porque eles estavam tão sôfregos para fazer voltar a generosidade estatal na mídia, que não tinha dinheiro razoável que pudesse contentá-los. Então, como eles me pressionavam para pagar além do que o Estado podia, eu resolvi liquidar de uma vez por todas a verba de comunicação, estabelecendo um exemplo para o país e me comunicar com a população através da Paraná Educativa e duas rádios que nós temos, uma AM e outra FM. Daí eu passei a ser o objeto do ódio dessa gente toda.

Quando se vê o silêncio da mídia corporativa sobre a absurda censura ao governador Requião é que se entende o verdadeiro sentido da expressão: o silêncio é de ouro.

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Assista: Requião responde ao juiz que o censurou e faz convite para debate ao vivo sobre liberdade de imprensa

Parte do programa de ontem do governador Requião, que foi censurado pelo juiz Lippmann e não pôde ir ao ar pela TV Educativa do Paraná.

O governador comenta a decisão do juiz, diz que não foi informado dela oficialmente, dá uma receita de ovo frito e faz um convite ao juiz:

Juiz Lippmann, vem aqui conversar comigo. Por que só na Globo? Por que um juiz que não cita da sua sentença, do seu despacho, um governador de estado, faz uma comunicação através de uma entrevista na Rede Globo de Televisão? Que tal um exame ético deste comportamento?

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Na guerra da mídia, desembargador tira Requião do ar. Veja o porquê

O desembargador federal Edgard Antônio Lippmann Júnior proibiu o governador do Paraná, Roberto Requião, de usar os meios de comunicação estatais para promoção pessoal, ofensa à imprensa, a adversários políticos e instituições. Esses podem continuar sentando o pau no governador à vontade.

Por informações vindas do Paraná, Requião usa realmente a Rádio e TV Educativa do Paraná (RTVE) para promoção pessoal. Mas também para responder aos ataques que sofre.

Requião não economiza palavras, gosta de polêmicas e de uma boa briga. E faz acusações pesadas, com nome e sobrenome, como esta, por exemplo, que fez em entrevista à Caros Amigos, quando falou sobre a privatização do Banestado, realizada pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso:

Estamos providenciando uma ação, porque o Itaú comprou o Banestado por 1 bilhão e 600 milhões de reais, e recebeu de créditos tributários 1 bilhão e 800 milhões de reais. Além disso, o Estado ficou devendo 5 bilhões para a União, e eu pago hoje 50 milhões de reais por mês do empréstimo do Banco Central para sanear o Banestado. Trambicaço foi a venda do Banestado.

ABI condena censura prévia

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), por intermédio de seu presidente, Maurício Azedo, já soltou uma nota criticando a decisão do desembargador, em que afirma que a decisão tem a mesma conotação de censura prévia e, (...), entra em forte colisão com o texto constitucional.

Requião não tem medo da Rede Globo

O governador do Paraná, com seu estilo a la Chávez, bate de frente com a Rede Globo de Televisão, a quem chama de Diário Oficial da oposição. Ele não deixa sem resposta acusações da Globo. Agora, com a decisão do desembargador, está temporariamente proibido de fazê-lo. Mas essa absurda decisão deve durar pouco, por ser claramente inconstitucional.

Veja abaixo como Requião enfrenta a Rede Globo. No vídeo, ele já começa perguntando:

Afinal de contas, o que quer a Globo com o Paraná e com o nosso governo? Por que a Globo mente tanto? Por que a Globo desinforma? A que interesses serve a Globo?


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