União Europeia congela bens de 11 dirigentes da Venezuela e Maduro expulsa embaixadora do país

Maduro

A União Europeia não reconhece o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela Luis Parra. Para os países do bloco, assim como para os EUA e aliados Brasil inclusive , o presidente é Juan Guaidó, o Roque Santeiro da Venezuela, que foi sem nunca ter sido.

Por conta disso, prosseguem as sanções à Venezuela, que além de verem fechadas as portas de boa parte do comércio internacional, fica sem medicamentos —até insulina, fundamental para o controle do diabetes em alguns pacientes.

Se não bastasse, dinheiro, petróleo e ouro da Venezuela estão retidos nesses países. Publiquei aqui outro dia que Reino Unido confisca 31 toneladas de ouro da Venezuela porque não reconhece Maduro como presidente, mas Guaidó .

Aí, quando há problemas na Venezuela "a culpa é do ditador Maduro". Claro, Maduro que foi eleito e reeleito deveria entregar as chaves a Guaidó, que é presidente autoproclamado, sem nunca disputar eleição presidencial.

Nesta segunda, a União Europeia publicou um boletim em seu jornal oficial que impede o presidente da Assembleia Nacional Luis Parra e outros 10 funcionários de viajarem para os países do bloco e também ordenam que seus bens e ativos na região sejam congelados.

A União Europeia considera "ilegítima" a ratificação de Parra pelo Supremo Tribunal de Justiça, emitida em 26 de maio.

Maduro reagiu expulsando do país a embaixadora da UE, Isabel Brilhante Pedrosa, a quem deu o máximo de 72 horas para se retirar da Venezuela.

Na lista dos sancionados pela União Euripeia há juízes, presidentes de Conselhos, promotores, deputados, além do presidente da Assembleia Nacional (parlamento unicameral com maioria da oposição), Luis Parra. Com a decisão, o total de pessoas atingidas pelas sanções chega a 36.

Fonte: Agencia Uruguaya de Noticias.




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Dirceu propõe Frente Democrática pelo impeachment de Bolsonaro

José Dirceu

Ex-ministro e uma das principais lideranças do PT, José Dirceu escreve artigo em que defende a união das forças democráticas para conseguir o impeachment de Bolsonaro.

Como sempre, quando a publicação é de um site que admiro, ou ao menos respeito, publico parte do artigo de Dirceu aqui. A íntegra está neste link, no Nocaute.
Não podemos confundir direitos civis e políticos com direitos sociais. Sem liberdade, não teremos como recuperar os direitos sociais e ampliá-los. O voto é a arma do povo brasileiro, que não detém o poder econômico, militar, judicial ou de informação. Para fazer o impeachment de Bolsonaro, temos que construir uma ampla frente democrática e, dentro dela, criar uma saída à esquerda para a crise brasileira e para a reconstrução de nosso país. 
(...) 
Aprendi desde menino na luta contra a ditadura que os inimigos de meus inimigos são meus amigos, companheiros ou companheiras de viagem como se dizia, cada um com destino a uma estação, mas todos preservando o meio para o fim, a democracia.
Nosso povo e nosso Brasil já têm excesso de violência, pobreza, desigualdade e miséria, discriminação, preconceito, racismo, machismo e homofobia para que acrescentemos à violência Estatal uma ditadura de caráter neofascista e militar, um governo familiar de milicianos e defensores não apenas da tortura e assassinato político, mas do fundamentalismo religioso e do obscurantismo, de negação da ciência e da liberdade.
(...)
Assim, as forças políticas e sociais de esquerda ou de centro-esquerda que são alternativas reais de governo — basta ver o resultado da eleição de 2018, onde os três candidatos à esquerda Haddad, Ciro e Marina, tiveram quase 43% — deveriam ser as maiores interessadas em uma Frente Democrática. E deveriam ser em qualquer ponto de vista, particularmente dos direitos sociais e da urgente necessidade de deter o desmonte do Estado Nacional e de Bem Estar Social e a marcha insensata das chamadas reformas de Guedes e o risco real que Bolsonaro representa. As derrotas de Macri e Macron deviam nos servir de lição.
Não se trata de se submeter ou se atrelar aos interesses e objetivo eleitorais deste o daquele partido ou setor social que se opõe a Bolsonaro. Mas, sim, de construir uma Frente Democrática pelo impeachment e na luta e na unidade avançar para um programa mínimo mais amplo como foi o das Diretas que desaguou na Constituinte de 1988. Conforme a radicalidade e amplitude da luta contra Bolsonaro, teremos um ou outro resultado. As ruas, as mobilizações e a entrada das classes trabalhadoras na luta – as classes médias só aguardam o fim da pandemia para sair às ruas — ditarão o rumo e o conteúdo das mudanças pós Bolsonaro. 
Nossa tarefa é mobilizar e organizar as classes trabalhadoras, até porque os mais pobres, explorados, discriminados já estão nas ruas. A greve geral dos trabalhadores de aplicativos marcada para 1o de julho é um exemplo. A experiência recente prova que as classes médias conservadoras ou progressistas têm grande poder de mobilização até porque recebem um tratamento especial dos meios de comunicação.
Se a direita liberal ou conservadora não quer fazer o impeachment de Bolsonaro, cabe a nós, das esquerdas, fazê-lo, disputando as classes trabalhadores e base social democrática dessas forças. Isso exige formar uma ampla frente democrática pelo impeachment e, dentro dela, construir uma saída à esquerda para a crise brasileira e para a reconstrução de nosso país.



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Antes da pandemia o Brasil já estava doente, diz Fundação Getulio Vargas

Guedes, Bolsonaro

Guedes e Bolsonaro tentam botar culpa na pandemia por "tudo isso daí" de ruim na Economia. O nefasto Guedes (que ainda não explicou prejuízo bilionário aos fundos de pensão operados por ele) afirmou algumas vezes que o Brasil estava começando a decolar quando chegou a pandemia.

A gente sentia na pele que era mentira, o Brasil não vai bem das pernas desde aquele fatídico dia em que Aécio Neves viu sua eleição escapar na última hora e foi decidido o golpe.

Números da FGV mostram isso, o Brasil despencando de 2014 para cá, e mostram que, parafraseando o poeta ("É antes do ópio que a minh'alma é doente") antes da pandemia o Brasil já estava doente. Ao contrário das palavras de Guedes (como mentem neste governo!), país entrou em recessão econômica no primeiro trimestre de 2020.
Dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), da Fundação Getulio Vargas (FGV), confirmam que o país entrou em recessão econômica no primeiro trimestre de 2020, com um pico no ciclo de negócios brasileiro no quarto trimestre de 2019.
“O pico representa o fim de uma expansão econômica que durou 12 trimestres — entre o primeiro trimestre de 2017 e o quarto de 2019 — e sinaliza a entrada do país em uma recessão a partir do primeiro trimestre de 2020”, informou, em comunicado, o grupo, ligado ao Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV.
(...)  Um outro dado revelado pelo instituto mostra que o golpe iniciado em 2014 e que resultou na queda de Dilma Rousseff (PT) da Presidência em 2016 levou o Brasil ao maior período recessivo da história.
Entre 2014 e 1019, a economia brasileira retraiu por 33 meses seguidos, tempo superior aos 30 meses de recessão entre 1989 e 1991, quando o Plano Collor determinou o confisco. [leia matéria completa na Fórum]



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Juiz Itabaiana diz que não é amigo do advogado de Flávio Bolsonaro, jamais se declarou impedido, e que segue no caso

Juiz Flávio Itabaiana

Em nota, o juiz Flávio Itabaiana mostrou sua irritação com a atitude protelatória de Flávio Bolsonaro e sua defesa, que arguiu suspeição do juiz ( leia aqui: MUITA CARA DE PAU Flávio Bolsonaro contrata advogado que já defendeu juiz de seu processo e por isso alega que ele deve abandonar o caso), que supostamente seria "amigo pessoal" do advogado de Flávio Rodrigo Roca.

Segue a nota do juiz na íntegra:
1- Não me considero “amigo pessoal” do Dr. Rodrigo Roca, já que a última vez que tivemos relacionamento social foi em 2014, sendo certo que não é comum dois amigos que moram em cidades próximas ou na mesma cidade ficarem seis anos sem estarem juntos socialmente.
2- No passado (há mais de 20 anos), o Dr. Rodrigo Roca foi meu advogado em processo criminal em que figurei como ASSISTENTE DE ACUSAÇÃO, ou seja, como VÍTIMA de ofensas à minha honra.
3- Jamais me declarei suspeito nem impedido em processo em que o Dr. Rodrigo Roca atuou, podendo citar como exemplo o processo nº 0018498-95.2012.8.19.0204 (atuei como relator na 1ª Turma Recursal Criminal, tendo sido negado provimento ao recurso interposto pelo réu, que era assistido pelo escritório de advocacia do Dr. Rodrigo Roca, o que poderá ser constatado pela foto da consulta processual que enviarei em seguida) e o processo nº 2009.001.137143-9 (neste, o Dr. Rodrigo Roca atuou, por exemplo, na audiência de instrução e julgamento realizada em 14/07/2009, conforme se poderá constatar pela foto que enviarei a seguir, urgindo ressaltar que o réu, que era assistido pelo Dr. Rodrigo Roca, foi condenado por mim).
4- Mesmo se eu fosse “amigo pessoal” do Dr. Rodrigo Roca, eu não estaria impedido nem seria suspeito de processar e julgar o feito, pois não me enquadraria em qualquer das hipóteses dos arts. 252, 253, 254 e 255 do Código de Processo Penal. Note-se que o art. 254, I, do Código de Processo Penal deixa inequívoco que o juiz tem de se declarar suspeito somente quando é amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das PARTES, ou seja, quando é amigo íntimo ou inimigo capital do RÉU ou ou do INVESTIGADO ou da VÍTIMA, e não do advogado delas. Portanto, se o juiz é amigo íntimo ou inimigo capital do advogado do réu, ele pode atuar normalmente no processo.
5- De qualquer forma, o art. 256 do Código de Processo Penal deixa claro que a suspeição não poderá ser declarada nem reconhecida quando a parte “de propósito der motivo para criá-la”.
Assim, como eu já estava atuando no processo, não poderia o investigado Flávio Bolsonaro (nem qualquer outro investigado) contratar um advogado, dizer que ele é meu amigo e arguir minha suspeição para me afastar do processo.
Em suma, mesmo se o advogado fosse efetivamente meu “amigo pessoal”, que não é o caso, o investigado não poderia contratá-lo para arguir minha suspeição e me afastar do processo.
Pelo visto, as ações protelatórias de Flávio Bolsonaro nos dois processos em que é julgado por Itabaiana, este eleitoral e o outro das rachadinhas, vão acabar saindo pela culatra e podem levá-lo à prisão ainda mais rápido do que teme.



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MUITA CARA DE PAU
Flávio Bolsonaro contrata advogado que já defendeu juiz de seu processo e por isso alega que ele deve abandonar o caso


A cara de pau é tão grande que deve ter ficado difícil entender exatamente o que está escrito no título. Mas eu explico.

O juiz Flavio Itabaiana é o juiz do caso das rachadinhas de seu xará Bolsonaro desde o início do processo. Tem feito seu trabalho sem estardalhaço mas com competência e não é à toa que Flávio Bolsonaro já entrou com nove pedidos para tirar o processo de suas mãos o que conseguiu provisoriamente na última tentativa.

Só que Flávio sabe que o suspeitíssimo julgamento que tirou o caso das mãos do juiz Itabaiana não se sustenta e assim que chegar ao Plenário do STJ ou ao STF, volta às mãos de Itabaiana.

Aí vem a cara de pau de Flávio Bolsonaro: Ele contratou como advogado Rodrigo Roca, amigo de Itabaiana há 20 anos e que já defendeu o juiz algumas vezes. Por isso, Itabaiana tem se declarado suspeito nos casos que chegam à sua mão tendo Roca como advogado.

E é isso o que Flávio quer: que o juiz abandone seu caso pela amizade e por já ter sido defendido por Rodrigo Roca.
A defesa do senador Flávio Bolsonaro pede a suspeição do juiz Flávio Itabaiana no processo eleitoral que investiga lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito, nas declarações de campanha do senador, em 2018.
O advogado do parlamentar já defendeu Flavio Itabaiana. Segundo o pedido, quando Itabaiana recebia processos defendidos por Rodrigo Roca, ele se declarava suspeito. A defesa de Flávio Bolsonaro também fala em proximidade de mais de 20 anos entre advogado e juiz.
Fotos foram anexadas ao processo para comprovar que dizem os advogados do senador. A investigação está com o Ministério Público Federal. [BandNewsFmRio]

Se alguém tem que se julgar impedido no caso é o advogado, pois sabe das atitudes de Itabaiana e que é por isso que foi chamado por Flávio para ser seu advogado.

Também deve se pronunciar sobre o caso a OAB, porque não é possível que isso vá adiante.

Flávio Bolsonaro diz que não teme nada e que pode provar cada centavo de seus bens. Por que então não acelera o processo ao invés de protelar com já agora dez pedidos de troca de mãos do processo?

Fica parecendo a todo mundo que Flávio Bolsonaro tem muito a esconder e a temer nas mãos do rigoroso juiz Itabaiana.




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Lula assina com líderes mundiais apelo para que vacina que for desenvolvida contra a COVID-19 seja gratuita para todos



Enquanto o presidente Bolsonaro segue desprezando a pandemia que já matou 60 mil brasileiros, saindo às ruas sem máscara e sem um ministro da Saúde efetivo, o presidente Lula assinou, com líderes mundiais um manifesto em favor de que a distribuição da vacina que venha a ser desenvolvida contra a COVID-19 seja de acesso gratuito a todos os povos do planeta.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um dos signatários da iniciativa do Yunus Centre, do Nobel de Economia Muhammad Yunus,  para que uma futura vacina contra o coronavírus seja  um bem comum global, distribuída gratuitamente para todos os seres humanos. O abaixo-assinado foi lançado neste domingo (28) por 105 personalidades globais, entre ex-chefes de estado, prêmios Nobel, empresários, líderes religiosos e ativistas como Malala Yousafzai, Bono Vox, Anne Hidalgo, Adolfo Pérez Esquivel, Mikhail Gorbachev,Mary Robinson, George Clooney, Desmond Tutu, Mo Ibrahim , Matt Damon, Leymah Gbowee, Romano Prodi, Vicente Fox e Samuel Khan, entre outros. Você pode assinar o manifesto no site http://www.vaccinecommongood.org/ que traz a lista de todos que apoiam esta iniciativa.

O objetivo do apelo unificado é que as Nações Unidas, a Organização Mundial de Saúde, governos, fundações, entidades filantrópicas, comunidade científica e empresas se juntem para que uma vacina contra o coronavírus não seja um produto de um país ou empresa, mas um direito, e que seja desenvolvido um plano global para que todos os seres humanos sejam protegidos dessa doença, sem nenhum tipo de discriminação.
Você também pode assinar neste endereço: http://www.vaccinecommongood.org/. Eu assinei.



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Irã emite ordem de prisão de Trump e pede à Interpol sua captura


O Irã emitiu um mandado de prisão e pediu à Interpol ajuda na detenção do presidente dos EUA, Donald Trump, e dezenas de outros que acredita terem realizado o ataque por drones que matou o general Soleimani em janeiro perto do Aeroporto Internacional de Bagdá. As acusações são "assassinato e terrorismo".

O procurador de Teerã, Ali Alqasimehr não identificou mais ninguém procurado além de Trump, mas enfatizou que o Irã continuaria a perseguir sua acusação mesmo após o término de seu mandato como presidente.

A Interpol, com sede em Lyon, França, ainda não respondeu ao pedido.

O Irã teria solicitado à Interpol "bandeira vermelha", o mais alto grau de notificação contra Trump e os demais, com determinação para que sejam presos em qualquer lugar onde se encontrem.

Fonte: AlJahzeera



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Reeleita prefeita socialista de Paris, que deu título de Cidadão Honorário da capital francesa a Lula



Segundo duas pesquisas de institutos independentes, a prefeita do Partido Socialista, Anne Hidalgo, venceu as eleições municipais em Paris neste domingo (28), obtendo entre 49,3% e 50,2% dos votos no segundo turno.

Hidalgo foi reeleita vencendo Rachida Dati, candidata da direita ligada ao ex-presidente Sarkozy, e Agnes Buzyn, ex-ministra da Saúde de Macron, que encabeçou a lista do Republique en Marche.
Se as estimativas se confirmarem, a socialista Hidalgo, de 61 anos, aliada dos ecologistas, terá durante mais seis anos a chave da prefeitura de Paris, com mais de 2 milhões de habitantes, epicentro do poder na França e uma das cidades mais visitadas do mundo.
Seu programa, centrado na ecologia, busca seguir reduzindo o lugar dos carros na cidade, onde os engarrafamentos são a regra, e potencializar os deslocamentos em bicicleta ou a pé.[RTF]
O segundo turno foi realizado com medidas de proteção ao coronavírus e uma forte abstenção.
"Quero agradecer a todos as pessoas que vieram votar e que ajudaram na realização das eleições. [...] Vocês escolheram uma Paris que respira e é mais agradável para viver, onde ninguém fica de lado", disse a prefeita reeleita.[TST]
 O PT emitiu uma nota, assinada pela presidenta Nacional do Partido Gleisi Hoffmann, parabenizando a prefeita e destacando seu encontro com Lula:
No início deste ano, o presidente Lula recebeu o título de Cidadão Honorário de Paris das mãos da prefeita, momento em que ela defendeu as políticas do governo Lula de combate a desigualdade social e criticou o atual enfraquecimento do processo democrático brasileiro.
Enquanto isso, Bolsonaro é desprezado pela maioria dos países democráticos do mundo e vê candidatos que apoia perderem as eleições, como Macri, na Argentina, e até seu ídolo Trump, que vê o sonho da reeleição cada vez mais distante, 14 pontos atrás do candidato do Partido Democrata, Joe Biden.




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Domingo com Música. Parceria, de Wilson Nunes e Antonio Mello

Wilson Nunes


A música deste domingo é uma parceria minha com meu amigo de há décadas, o maestro Wilson Nunes, chamada Parceria. Espero que curtam.

Por falar em curtir, hoje, domingo, a partir das 20h no Instagram do Wilson (https://www.instagram.com/wilsonjorgenunes/) vai rolar uma live dele com músicas e histórias de nosso maestro soberano, Tom Jobim. Vamos lá?

Curta, a seguir, Parceria.




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Haddad quer unir oposição em torno do afastamento de Bolsonaro e do resgate dos direitos políticos de Lula

Haddad

Durante a live do movimento Direitos Já, que reuniu um amplo aspecto de brasileiros em defesa da democracia, o ex-candidato do PT à presidência Fernando Haddad deixou seu recado.

Haddad engrossa o coro de brasileiros indignados com o presidente Bolsonaro e que desejam seu afastamento imediato do cargo. 

Haddad defendeu também a recuperação dos direitos políticos do presidente Lula, condenado ilegalmente, sem provas nem crime especificado. Confira no vídeo abaixo.



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Domingo com Poesia. 'Liberdade', de Carlos Marighella

Marighela

Segundo Mário Magalhães em sua imperdível biografia de Marighella, o jornal carioca Última Hora publicou um poema de Carlos Marighella no auge da repressão, enquanto o guerrilheiro era caçado pela ditadura, com fina ironia:
A Última Hora constatou, na espirituosa nota “Na moda, na poesia”: “E como a moda é Marighella, vai aí seu poema ‘Liberdade’, sem o pagamento de direitos autorais, que o poeta não foi encontrado para tanto”.

Reproduzo neste domingo o poema de amor de Marighella à liberdade.
Liberdade
(1939, no Presídio Especial, SP)


Não ficarei tão só no campo da arte,
e, ânimo firme, sobranceiro e forte,
tudo farei por ti para exaltar-te,
serenamente, alheio à própria sorte.


Para que eu possa um dia contemplar-te
dominadora, em férvido transporte,
direi que és bela e pura em toda parte,
por maior risco em que essa audácia importe.

Queira-te eu tanto, e de tal modo em suma,
que não exista força humana alguma
que esta paixão embriagadora dome.
 

E que eu por ti, se torturado for,
possa feliz, indiferente à dor,
morrer sorrindo a murmurar teu nome.




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Pai de Chico Buarque fala sobre infância e juventude do filho: 'Meu filho não é tímido'

Chico e o pai, Sergio Buarque de Holanda


Em depoimento que peguei no Facebook do Castor Filho, o historiador Sérgio Buarque de Holanda fala sobre a infância e parte da juventude de seu filho Chico. O depoimento é de 1968.

Futebol, política, literatura, comportamento e uma visão de Chico diferente da que as pessoas compartilham até hoje: "Meu filho não é tímido".
A imagem que o público fixou de meu filho não é correta. Para o público, Chico é tímido (antes de tudo, tímido), bonzinho, retraído. Nada disso. Pelo menos em família e com os amigos, é completamente diferente, um rapaz brincalhão, extrovertido, bem para fora. Quando ele aparece em público, torna-se diferente. Talvez seja o medo de parecer ridículo. Mas podem crer, ele não é tímido, nem bonzinho. É, sem dúvida, uma boa pessoa. Mas não bonzinho, no sentido em que esta palavra é interpretada. Quando criança, jamais foi um rebelde. Posso assegurar que se tratava de uma criança normal.
Procurava sempre ser independente. E essa independência ele afirmava, procurando fazer tudo o que faziam os irmãos mais velhos. Nem um "amor de criança", nem um "enfant terrible". Normal. Não era nem ligado ao pai nem à mãe. Dava-se bem com todos. Com as irmãs, tias e avós. Quando viajamos para a Itália (nesse tempo tinha 8 anos), deixou para avó um bilhete: "Avó, vou para Itália. Quando eu voltar, provavelmente a senhora estará morta. Mas não se preocupe. Eu vou me tornar um cantor de rádio. É só a senhora ligar o rádio do céu que vai me escutar".

Desde menino, sempre se interessou por música e futebol. Jogo, não perdia uma irradiação. Seus ídolos eram Telê, do Fluminense, e Pagão, do Santos. Na Itália, torcia pelo Genoa. Da música popular, seus ídolos eram Ismael Silva, Caymmi e Ataulfo Alves. Mas tarde, João Gilberto, de quem procurava imitar o estilo. Não acredito que Noel exerça influência sobre Chico. A maior semelhança entre os dois é a temática: urbana. Caymmi, Ataulfo e Ismael marcaram mais que Noel. Chico também não é um compositor de classe média, como afirmam por aí. Não há dúvida, Noel e Chico também se assemelham um pouco, porque ambos enfocam temas urbanos. Nada mais. Aliás, há no Brasil uma mania de Noel! Qualquer compositor que surge é imediatamente comparado com o grande criador carioca. Creio que há um pouco de exagero em tudo isso.
Quando surgiu a bossa-nova, Chico se encontrou com ela. Apreciava muito João Gilberto e ouvia-o seguidas vezes. Vinícius, muito amigo da família, aparecia sempre em festas e Chico ficava a ouvi-lo, com grande admiração.
Desde cedo, Chico já tinha namorada. Sempre foi muito vivo e alegre. Jogava futebol nas ruas, como todos os garotos de sua idade. Quanto aos estudos, dedicava-se a eles principalmente às vésperas de exame. Estudava duas ou três horas seguidas, depois cansava e ia se divertir. Em 1962, quando terminou o curso científico, foi orador da turma, provocando muitas risadas com seu discurso cheio de humor.

O sucesso não o mudou essencialmente, chateia-o um pouco, apenas. Hoje, não pode sair às ruas sem que lhe venham pedir autógrafos. Para ir à praia, há dificuldades, só em São Conrado. Bem longe. Continua fiel aos amigos, embora não tenha muito tempo para se dedicar a eles. Assim que chega a são Paulo, telefona para todos, organiza noitada com eles. Chico sempre viveu em bando, com muitos amigos, uma verdadeira turma. Sua formação é, sem dúvida, paulista. Nasceu no Rio, mas quando completou 2 anos, mudamos para São Paulo. Aqui, passou toda sua infância. Preferiu fazer o científico porque achava que o curso clássico era coisa de mulher. Dado momento, escolheu um ramo bem aproximado do artístico: arquitetura. Ficava em casa criando cidades imaginárias. Todas tinham uma fonte no meio da praça: lembrança das fontes de Roma, onde moramos algum tempo. Chico, em vez de começar a falar, cantou. Desde que tentou se expressar foi através da música. Mas tarde, ficava com as irmãs aí pela sala, inventando música. Dizia que já que não conhecia de cor música de outros compositores, era obrigado a inventar as próprias. O sucesso veio de repente, sem que ninguém esperasse. Recebi a notícia de que Chico tinha ganho o Festival de Música Popular Brasileira com "A Banda", quando estava em Nova York. Um jornal norte-americano publicou a notícia. Claro que me senti muito orgulhoso. Cheguei à conclusão - o que uma revista publicou na época - de que, antes, ele era meu filho. E depois do festival eu passei a ser o pai dele. Não há posição melhor. Têm surgido boatos por aí, de que eu componho as músicas para ele. Mas, meu Deus, quem sou eu para ter tanto talento? Se eu soubesse escrever músicas como ele, há muito tempo não seria eu mesmo, mas Chico Buarque de Holanda. São boatos sem fundamentos, como muitos que vão por aí. Como essas notícias que circulam, afirmando coisas que jamais afirmamos. Um jornal carioca publicou que, após ver a peça "Roda Viva", eu tinha dito: "eu sabia que havia tudo isso aí dentro do meu filho". A frase talvez pudesse ter sido dita por mim, mas que não disse, não disse. Das suas músicas todas, gosto mais de "A Banda", "Pedro Pedreiro", "Roda Viva" e "Carolina". Nunca me esquecerei do dia em ouvi "A Banda" pela primeira vez, em Nova York, na casa de um amigo. Foi uma grande emoção. Não obstante todo o sucesso, o qual não lhe provoca muito prazer, é bem capaz de Chico largar tudo isso e partir para uma outra coisa qualquer, bem diferente. Ele é bem capaz disso. Muito inquieto. Muito inteligente. Sempre gostou muito de ler. Guimarães Rosa é um de seus autores preferidos. Quando fez "Pedro Pedreiro", inventou uma palavra: penseiro.
Talvez inspirado em Guimarães Rosa, que também era dado a inventar palavras.
Tolstoi e Dostoiévski também eram seus favoritos. Assim como Kafka. Em geral, ele ia lendo tudo o que caía em suas mãos. A música é responsável por ele ter abandonado o curso de arquitetura, decisão que tomou sozinho. O sucesso abriu uma impossibilidade de estudar. Excesso de compromissos, solicitações. Creio que, na música, ele se realiza mais, se torna muito mais feliz. É preferível um compositor realizado, que um arquiteto frustrado, como todo mundo sabe. Quando vai compor, geralmente fica isolado, no quarto, sozinho. A música e a letra sempre nascem juntas, uma ligada à outra, indissoluvelmente. Encontrou grande dificuldade em musicar "Morte e Vida Severina", porque a letra não era sua. Desde que aprendeu a tocar violão, com sua irmã Heloisa, hoje casada com João Gilberto e morando em Nova York, nunca mais deixou de compor. Sua adolescência foi normal, sem nenhum conflito especial. Posso considerá-lo um rapaz feliz. Suas primeiras composições falavam de amor. Mais tarde, quando ingressou na faculdade, passou a fazer música de participação, sendo que a primeira foi "Pedro Pedreiro". A família ficou um pouco tonta com o sucesso tão fulminante, tão rápido. Mas já nos acostumamos. Chico é que não se habituou a ele. Ficou muito contente de ter ido a Paris, porque ninguém o conhecia por lá. Talvez o sucesso tenha provocado uma espécie de defesa, tornando-o um pouco retraído. De fato, meu filho não é tímido. É bem diferente a imagem que temos dele. Trata-se de uma pessoa normal, alegre, sem problemas graves de personalidade. Eu sei o que eu estou falando. Sou seu pai há 23 anos.



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Papa critica políticos que governam mais para seus parentes do que para a pátria. 'É uma forma de corrupção'


Durante a bênção de Angelus neste domingo, o papa Francisco criticou políticos que põem os interesses da família à frente dos interesses da pátria.
"Algumas corrupções nos governos realmente ocorrem porque o amor aos parentes é maior que o amor pela pátria e eles colocam seus parentes no cargo" 
Nesse sentido, refletindo sobre o Evangelho, o papa lembrou que uma das exigências de Jesus de Nazaré aos seus discípulos é colocar-lhe fidelidade acima dos afetos da família.
"É claro que Jesus não pretende subestimar o amor por pais e filhos, mas ele sabe que os laços de parentesco, se colocados em primeiro lugar, podem se desviar do verdadeiro bem", disse o papa. [DW]
Nós aqui no Brasil vemos o estrago que causa ao país a preocupação de Jair Bolsonaro com as rachadinhas que envolvem seu filho Flávio e podem levá-lo à prisão.

Mas não apenas Flávio. Toda a família Bolsonaro tem a tradição de nomear parentes e amigos, muitos deles milicianos, em seus gabinetes. "Parentes e milicianos acima de tudo" é o lema.

O nome disso, corrobora o papa, é corrupção. 




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Ordem de Bolsonaro faz Exército ter estoque de cloroquina para 18 anos. Prazo de validade é de apenas dois


Prejuízo milionário. É isso o que vai trazer ao Brasil a ordem absurda de Jair Bolsonaro, sem qualquer base médica ou científica, de ordenar ao Exército a produção em massa de cloroquina para combater o coronavírus o que se verificou ineficaz.

Resultado: hoje, o Exército tem estoque do produto que daria para uso regular em 18 anos. Só que o prazo de validade da cloroquina, segundo a Farmanguinhos, do Instituto Oswaldo Cruz, é de apenas dois anos.

Quanto dinheiro vai parar no lixo, ou, então, como fez Trump (que mandou dois milhões de comprimidos para o Brasil), vai ser desovado em países subalternos.

Bolsonaro deve responder por improbidade administrativa, lei 8429, que diz, em seu Artigo 10º:
Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei.
Já há pedido de investigação de Bolsonaro sobre isso:
O subprocurador-geral, Lucas Furtado, pede que seja apurada a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na determinação de que aumentasse a produção do medicamento, sem que houvesse evidências científicas comprovando sua eficácia no tratamento da Covid-19. [Extra]
Motivos não faltam para impeachment, interdição e afastamento de Bolsonaro do cargo para investigação. Falta apenas vontade política, pois o Centrão está faturando alto com o governante moribundo. E o Rodrigo "Botafogo" Maia talvez tenha medo do que pode vir no processo da Odebrecht.



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'Cubanos de Miami' querem que Netflix tire do ar Wasp Network, filme que mostra tráfico de drogas e terrorismo contra Cuba



Wasp Network (Rede Vespa) é um filme baseado no livro do brasileiro Fernando Morais, que conta a história de cinco cubanos infiltrados na comunidade cubana de Miami para decifrar a rede de terrorismo e tráfico de drogas realizados em nome da luta contra o governo comunista de Cuba. O filme tem no elenco o brasileiro Wagner Moura, a estrela Penelope Cruz e Gael García Bernal.

Com o fim da União Soviética, principal parceiro comercial de Cuba, em 1991, a situação no país ficou muito difícil. A economia cubana entrou em parafuso e se sustentava com o turismo externo enquanto arrumava forças para se reerguer.

Foram tempos dificílimos para os cubanos e muitos começaram a tentar sair da ilha de qualquer maneira.

Mas, dificuldades para uns, oportunidades para outros. Em Miami, os cubanos anticastristas viram nas fugas uma oportunidade de negócio mesclada com embate ideológico e passaram a "proteger" os fugitivos pelo ar, com aviões avisando aos botes, barcos e lanchas onde estava a frota costeira cubana.

Com isso lucravam milhares de dólares de cada um que chegava ao sonho capitalista de Miami, pois esse "auxílio aéreo" era cobrado duplamente dos milionários cubanos anticastristas e dos fugitivos da ilha.

O governo cubano treinou cinco de seus soldados para se infiltrarem entre esses cubanos em Miami num trabalho de contrainformação que veio a descobrir que, por trás do "combate ao comunismo", florescia o comércio de fugas, tráfico de drogas e até ações terroristas.

O grupo de agentes cubanos, chamado Rede Vespa, descobriu que o grupo anticastrista planejava, e praticou, ataques a pontos turísticos e hotéis de Cuba para que as pessoas deixassem de visitar o país e assim prejudicassem ainda mais uma economia afetada pelo bloqueio dos EUA e aliados e naquele instante pelo fim da URSS.

Em 1997, bombas foram detonadas por um terrorista financiado por esses cubanos de Miami no famoso bar Bodeguita del Medio e em mais três hotéis em setores turísticos de Cuba.

Inconformados com o filme que retrata esses fatos, cubanos de Miami querem que a Netflix retire-o do ar.
 Um abaixo assinado que já conta com mais de 15 mil assinaturas de cubanos residentes na Flórida exige que a Netflix censure integralmente e não exiba nos Estados Unidos o filme “Wasp Network”: “Isto é um projeto político, não uma obra cinematográfica”. [Nocaute]
Se você for assinante Netflix, assista ao filme. Vale a pena. É uma boa maneira de conhecer um pouco a história do boicote e dos ataques terroristas a Cuba, que dificilmente é contada pela mídia corporativa do Brasil.

A seguir, o trailer do filme, com legenda em português.





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Foro especial de Flavio Bolsonaro é só protelação, o que piora as coisa para ele


Não sei se a "vitória" de Flávio Bolsonaro, que retirou momentaneamente o caso das rachadinhas das mãos do juiz Flávio Itabaiana, já tem o dedo de seu novo advogado o mesmo que atendeu a Sergio Cabral, condenado até o momento a mais de 200 anos.

Mas é fato que a decisão comemorada não vai durar muito, porque o STF já decidiu que casos como o de Flávio são de competência da primeira instância.

Logo, o processo vai voltar às mãos de Flávio Itabaiana, que deve ter recebido com irritação a ação protelatória de Flávio, que quer apenas empurrar o processo com a barriga ou arrumar um juiz que seja mais camarada aos Bolsonaro, como os desembargadores que lhe deram uma decisão que vai contra jurisprudência formada pelo Supremo.

Apesar do esperneio, como já afirmei aqui, Flávio Bolsonaro, o 01, deve ser o primeiro Bolsonaro preso. Porque o que sua defesa deixa claro é que ele só pode se livrar de uma condenação se escolher um juiz camarada.



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Bayer faz acordo e vai pagar indenização de US$ 11 bilhões em processos por glifosato. No Brasil, é liberado


Advogados da empresa fechou um acordo com a Bayer e seus aproximadamente 100 mil representados, em demandas pelos malefícios causados pelo glifosato, fabricado pela multinacional alemã.
A Bayer nega qualquer crime, mas disse que pagaria a quantia para acabar com a "incerteza". Como parte do acordo, a empresa declarou que pagaria até US $ 9,6 bilhões aos demandantes e reservaria outros US $ 1,25 bilhão para cobrir eventuais reclamações futuras.
O herbicida Roundup foi originalmente lançado pela empresa americana Monsanto, que a Bayer comprou em 2018.
Desde sua introdução, há mais de quatro décadas, tornou-se um dos herbicidas mais populares do mundo, mas sua substância ativa, o glifosato, tem sido um dos mais controversos, principalmente por seu uso na América Latina. [BBC Mundo]
Enquanto a Bayer fecha acordo bilionário, mesmo negando qualquer crime — deve ser porque tem dinheiro sobrando e seus acionistas são capitalistas benfeitores... no Brasil, o glifosato foi liberado pela Anvisa e "é o principal ingrediente ativo de diversos herbicidas usados em plantações e jardins. São 110 agrotóxicos com a substância comercializados no Brasil, produzidos por 29 empresas diferentes, segundo a agência. Em 2017, cerca de 173 mil toneladas de produtos com glifosato foram usadas no país". [G1]




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